Torcedor guarda álbuns de figurinhas da Copa completos como relíquias desde 1994: "Paixão que tenho"
Há quase 50 anos, homem mantém tradição de colecionar álbuns da Copa A cada quatro anos, a febre do álbum da Copa do Mundo toma as ruas e os lares dos brasileiros. No caso do mineiro Edson Luis Franco, no entanto, o hábito de colecionar figurinhas com os rostos dos jogadores é uma tradição que mais de três décadas. Natural de São Paulo e morador de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, Edson mantém viva a paixão pelo colecionismo desde criança. Ele guarda com carinho todos os álbuns das Copas do Mundo desde 1994, nos Estados Unidos - segundo o torcedor de 55 anos, todos estão completos e conservados. + Memórias da Copa: ex-Palmeiras e Inter, Fernando Mariano relembra da seleção "memorável" de 1982 Álbuns de figurinhas Edson Luis Franco Arquivo pessoal Edson conta que o interesse pelo futebol começou aos 7 anos, mas foi aos 9 que ganhou o primeiro item marcante: um caderno de uma marca de chicletes com fotos dos jogadores da Copa de 1978. O presente não resistiu ao tempo, mas deu início a uma paixão pelo ato de colecionar. Aos 22 anos, ele ganhou do avô, Lourenço Lori, o álbum da Copa do Mundo dos Estados Unidos. Mais do que um presente, o gesto trouxe de volta lembranças da infância. “A admiração pelo esporte sempre me motivou a completar o álbum. Existe aquela competição de montar, trocar figurinhas e acompanhar tudo de perto. Sempre gostei disso. É uma paixão que tenho e que desperta ainda mais na época da Copa do Mundo”, contou. Segundo Edson, foi o próprio avô quem escolheu, anos antes e quase sem dar opção, o time de coração do neto. — Ele me induziu, assim como quando me deu a camisa, o short e o tênis do São Paulo quando eu ainda era criança — relembrou. Esporte: álbum da Copa do Mundo vira febre em Uberlândia Naquela época, completar um álbum não era tarefa fácil. Embora as figurinhas não fossem tão caras, o dinheiro que sobrava quase sempre era usado em necessidades mais urgentes, e os pacotes de figurinhas acabavam ficando para depois. Mesmo assim, Edson não desistiu. Comprava um pacote quando podia, trocava figurinhas repetidas e aproveitava as oportunidades para seguir completando o álbum. O da Copa do Mundo de 1994 só ficou completo quatro meses após o fim do torneio. Desde então, ele colecionou todos os álbuns dos Mundiais e os guarda como relíquias. A tradição também se tornou parte da rotina da família. Quando a Copa se aproxima, os parentes até cobram a compra de um novo álbum. O hábito também se tornou uma forma de compartilhar momentos e carinho com as filhas Iana e Anahi. Edson coleciona figurinhas da Copa com a família Redes sociais
Há quase 50 anos, homem mantém tradição de colecionar álbuns da Copa A cada quatro anos, a febre do álbum da Copa do Mundo toma as ruas e os lares dos brasileiros. No caso do mineiro Edson Luis Franco, no entanto, o hábito de colecionar figurinhas com os rostos dos jogadores é uma tradição que mais de três décadas. Natural de São Paulo e morador de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, Edson mantém viva a paixão pelo colecionismo desde criança. Ele guarda com carinho todos os álbuns das Copas do Mundo desde 1994, nos Estados Unidos - segundo o torcedor de 55 anos, todos estão completos e conservados. + Memórias da Copa: ex-Palmeiras e Inter, Fernando Mariano relembra da seleção "memorável" de 1982 Álbuns de figurinhas Edson Luis Franco Arquivo pessoal Edson conta que o interesse pelo futebol começou aos 7 anos, mas foi aos 9 que ganhou o primeiro item marcante: um caderno de uma marca de chicletes com fotos dos jogadores da Copa de 1978. O presente não resistiu ao tempo, mas deu início a uma paixão pelo ato de colecionar. Aos 22 anos, ele ganhou do avô, Lourenço Lori, o álbum da Copa do Mundo dos Estados Unidos. Mais do que um presente, o gesto trouxe de volta lembranças da infância. “A admiração pelo esporte sempre me motivou a completar o álbum. Existe aquela competição de montar, trocar figurinhas e acompanhar tudo de perto. Sempre gostei disso. É uma paixão que tenho e que desperta ainda mais na época da Copa do Mundo”, contou. Segundo Edson, foi o próprio avô quem escolheu, anos antes e quase sem dar opção, o time de coração do neto. — Ele me induziu, assim como quando me deu a camisa, o short e o tênis do São Paulo quando eu ainda era criança — relembrou. Esporte: álbum da Copa do Mundo vira febre em Uberlândia Naquela época, completar um álbum não era tarefa fácil. Embora as figurinhas não fossem tão caras, o dinheiro que sobrava quase sempre era usado em necessidades mais urgentes, e os pacotes de figurinhas acabavam ficando para depois. Mesmo assim, Edson não desistiu. Comprava um pacote quando podia, trocava figurinhas repetidas e aproveitava as oportunidades para seguir completando o álbum. O da Copa do Mundo de 1994 só ficou completo quatro meses após o fim do torneio. Desde então, ele colecionou todos os álbuns dos Mundiais e os guarda como relíquias. A tradição também se tornou parte da rotina da família. Quando a Copa se aproxima, os parentes até cobram a compra de um novo álbum. O hábito também se tornou uma forma de compartilhar momentos e carinho com as filhas Iana e Anahi. Edson coleciona figurinhas da Copa com a família Redes sociais
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