Aos 49 min do 2º tempo, o gol da classificação do Atlético-MG com Alan Minda O Juventude perdeu por 1 a 0 para o Atlético-MG, no Alfredo Jaconi, e foi eliminado nas oitavas de final da Copa do Brasil. Na coletiva pós-jogo, o técnico Maurício Barbieri não escondeu a frustração pelo resultado, definiu como "dolorido" o gol no fim, mas valorizou a campanha da equipe na competição. + 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google – Tivemos dois bons desempenhos e merecíamos mais do que obtivemos. Esse gol no final causa uma dor imensa, pois tínhamos condições de passar. São coisas do futebol. Uma semana atrás estávamos ganhando nos acréscimos do Avaí. E hoje a gente perdeu – afirmou. – Gostaria de valorizar o desempenho e a entrega desse grupo, que conseguiu equilibrar uma eliminatória desse tamanho. Estamos todos muito frustrados pois o que aconteceu nos dois jogos demonstra que poderíamos passar, infelizmente não aconteceu. Não vou falar de justiça ou injustiça. A vida nem sempre é justa. É levantar a cabeça a partir de amanhã, porque o principal objetivo do ano continua de pé, que é buscar o acesso à Série A – completou. Maurício Barbieri - Juventude x Atlético-MG Fernando Alves/EC Juventude Com a eliminação na Copa do Brasil, o Juventude volta o foco para a Série B. No domingo, visita o Novorizontino, adversário direto na briga pelo G-6. Segundo Barbieri, a eliminação gera um impacto emocional no grupo de atletas, mas que é preciso superar o quanto antes. – É um desafio, precisamos nos recuperar. O caminho é conseguir fazer com que os jogadores enxerguem a eliminação de um outro ponto de vista. Sempre quando tem um término, a gente como sociedade, tende a olhar as coisas só pelo lado negativo, mas precisamos ver o que foi construído. – Precisa equilibrar assim no sentido de não existir soberba e achar que por termos feito dois jogos muito equilibrados contra equipes de Série A, não vamos encontrar dificuldades contra uma equipe de Série B. São jogos diferentes e precisamos conseguir virar essa chave o mais rápido possível. Levar de positivo a confiança de dois grandes jogos, levar de lição que o jogo só acaba efetivamente quando o árbitro apita e que não podemos perder a concentração nem por um segundo, porque ele pode ser fatal para os pontos que precisamos – concluiu o treinador.
Barbieri cita frustração com queda do Juventude na Copa do Brasil: "Dor imensa"
Aos 49 min do 2º tempo, o gol da classificação do Atlético-MG com Alan Minda O Juventude perdeu por 1 a 0 para o Atlético-MG, no Alfredo Jaconi, e foi eliminado nas oitavas de final da Copa do Brasil. Na coletiva pós-jogo, o técnico Maurício Barbieri não escondeu a frustração pelo resultado, definiu como "dolorido" o gol no fim, mas valorizou a campanha da equipe na competição. + 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google – Tivemos dois bons desempenhos e merecíamos mais do que obtivemos. Esse gol no final causa uma dor imensa, pois tínhamos condições de passar. São coisas do futebol. Uma semana atrás estávamos ganhando nos acréscimos do Avaí. E hoje a gente perdeu – afirmou. – Gostaria de valorizar o desempenho e a entrega desse grupo, que conseguiu equilibrar uma eliminatória desse tamanho. Estamos todos muito frustrados pois o que aconteceu nos dois jogos demonstra que poderíamos passar, infelizmente não aconteceu. Não vou falar de justiça ou injustiça. A vida nem sempre é justa. É levantar a cabeça a partir de amanhã, porque o principal objetivo do ano continua de pé, que é buscar o acesso à Série A – completou. Maurício Barbieri - Juventude x Atlético-MG Fernando Alves/EC Juventude Com a eliminação na Copa do Brasil, o Juventude volta o foco para a Série B. No domingo, visita o Novorizontino, adversário direto na briga pelo G-6. Segundo Barbieri, a eliminação gera um impacto emocional no grupo de atletas, mas que é preciso superar o quanto antes. – É um desafio, precisamos nos recuperar. O caminho é conseguir fazer com que os jogadores enxerguem a eliminação de um outro ponto de vista. Sempre quando tem um término, a gente como sociedade, tende a olhar as coisas só pelo lado negativo, mas precisamos ver o que foi construído. – Precisa equilibrar assim no sentido de não existir soberba e achar que por termos feito dois jogos muito equilibrados contra equipes de Série A, não vamos encontrar dificuldades contra uma equipe de Série B. São jogos diferentes e precisamos conseguir virar essa chave o mais rápido possível. Levar de positivo a confiança de dois grandes jogos, levar de lição que o jogo só acaba efetivamente quando o árbitro apita e que não podemos perder a concentração nem por um segundo, porque ele pode ser fatal para os pontos que precisamos – concluiu o treinador.
