Justiça do Ceará mantém arquivado processo contra David Luiz por ameaça e perseguição a mulher
David Luiz se pronuncia após denuncias de ameaças O Tribunal de Justiça do Ceará (TJ-CE) não analisou o recurso apresentado por Francisca Karollainy Barbosa Cavalcante contra a decisão que arquivou o processo em que o zagueiro David Luiz, ex-Fortaleza, era acusado de ameaça e perseguição. + David Luiz denuncia mulher por difamação e calúnia Segundo apuração do G1 Ceará, a Primeira Turma Recursal entendeu que a defesa utilizou um recurso processual inadequado. O arquivamento foi mantido sem analisar o mérito do pedido. Francisca Karollainy fez denúncias contra David Luiz em agosto do ano passado. O processo só foi iniciado na Justiça em fevereiro de 2026. A defesa de Francisca apresentou um Recurso em Sentido Estrito, mas, segundo a relatora, o instrumento cabível seria um recurso de apelação ou embargos de declaração. Na sexta-feira (24), o colegiado decidiu não examinar o recurso. O Sistema Verdes Mares tentou localizar as defesas de David Luiz e de Francisca Karollainy, mas não conseguiu até a publicação desta reportagem. David Luiz em entrevista ao Abre Aspas Thiago Gadelha Francisca Karollainy afirmou que teve um relacionamento extraconjugal com o jogador à época em que o zagueiro era atleta do Fortaleza. Conforme Francisca Karollainy, David Luiz passou a perseguir e ameaçá-la após ela recusar uma proposta do jogador para ter relações sexuais com ela e uma amiga dela. Dias depois da denúncia de Karollainy, David Luiz postou um vídeo na rede social negando as ameaças e afirmando que não chegou a encontrar a cearense pessoalmente. — Eu nunca ameacei ninguém, eu nunca ameacei esta pessoa, nunca estive com essa pessoa pessoalmente, nunca estive no hotel que ela fala que eu estive — disse o jogador. A decisão em primeira instância que resolveu arquivar o processo contra David Luiz foi assinada pela juíza Elizabeth Passos Rodrigues Martins, da 7ª Unidade do Juizado Especial Criminal, no dia 15 de abril. A magistrada atendeu ao pedido do Ministério Público pelo arquivamento do processo contra o jogador em razão da falta de provas para condená-lo.
David Luiz se pronuncia após denuncias de ameaças O Tribunal de Justiça do Ceará (TJ-CE) não analisou o recurso apresentado por Francisca Karollainy Barbosa Cavalcante contra a decisão que arquivou o processo em que o zagueiro David Luiz, ex-Fortaleza, era acusado de ameaça e perseguição. + David Luiz denuncia mulher por difamação e calúnia Segundo apuração do G1 Ceará, a Primeira Turma Recursal entendeu que a defesa utilizou um recurso processual inadequado. O arquivamento foi mantido sem analisar o mérito do pedido. Francisca Karollainy fez denúncias contra David Luiz em agosto do ano passado. O processo só foi iniciado na Justiça em fevereiro de 2026. A defesa de Francisca apresentou um Recurso em Sentido Estrito, mas, segundo a relatora, o instrumento cabível seria um recurso de apelação ou embargos de declaração. Na sexta-feira (24), o colegiado decidiu não examinar o recurso. O Sistema Verdes Mares tentou localizar as defesas de David Luiz e de Francisca Karollainy, mas não conseguiu até a publicação desta reportagem. David Luiz em entrevista ao Abre Aspas Thiago Gadelha Francisca Karollainy afirmou que teve um relacionamento extraconjugal com o jogador à época em que o zagueiro era atleta do Fortaleza. Conforme Francisca Karollainy, David Luiz passou a perseguir e ameaçá-la após ela recusar uma proposta do jogador para ter relações sexuais com ela e uma amiga dela. Dias depois da denúncia de Karollainy, David Luiz postou um vídeo na rede social negando as ameaças e afirmando que não chegou a encontrar a cearense pessoalmente. — Eu nunca ameacei ninguém, eu nunca ameacei esta pessoa, nunca estive com essa pessoa pessoalmente, nunca estive no hotel que ela fala que eu estive — disse o jogador. A decisão em primeira instância que resolveu arquivar o processo contra David Luiz foi assinada pela juíza Elizabeth Passos Rodrigues Martins, da 7ª Unidade do Juizado Especial Criminal, no dia 15 de abril. A magistrada atendeu ao pedido do Ministério Público pelo arquivamento do processo contra o jogador em razão da falta de provas para condená-lo.
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