"Diminuir a taxa de esforço? Acho muito bem", defende Miguel Maya, que entende essa eventual redução como uma forma de cautela para garantir que, perante a imprevisibilidade que existe, as famílias possam ter uma maior reserva e depois do empréstimo continuarem a fazer uma vida equilibrada.

Por causa da crise do Médio Oriente, o CEO do BCP não antevê qualquer "alteração com significado" ao nível do incumprimento das famílias.

Ao programa Conversa Capital, da Antena 1 e do Jornal de Negócios, defende a continuidade da garantia pública na concessão de crédito à habitação para os jovens.

Admite que para si a inflação já é uma preocupação, mas não antevê que vá faltar crédito à economia.

Nesta entrevista Miguel Maya, lamenta que não tenha existido acordo na concertação social para a alteração à legislação laboral. E lembra que quem lidera, muitas vezes, tem de decidir sem consensos com base em convicções

Entrevista conduzida por Rosário Lira, da Antena 1, e Hugo Neutel, do Jornal de Negócios.

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