Lateral do CRB, Léo Campos comemora retorno ao time com assistência
CRB vence a Ponte Preta de virada no Rei Pelé e se recupera no Brasileiro O lateral-esquerdo Léo Campos ficou quase todo o mês de abril no departamento médico. Ele sofreu uma fratura no maxilar e jogou apenas no dia 5/5, contra o Novorizontino. Léo passou por uma cirurgia e voltou a jogar no último domingo, na vitória por 4 a 2 sobre a Ponte Preta, no Rei Pelé. Ele deu até assistência para o gol de Luiz Phellype, aos 34 do segundo tempo, e comemorou a recuperação. - Foi um retorno muito bom. Eu estava ansioso por esse momento e não poderia ser nada melhor que voltar com assistência e grande vitória da equipe. Fui feliz em contribuir com mais um passe para gol na temporada. Léo Campos, lateral-esquerdo do CRB Divulgação/CRB O lateral do CRB, de 33 anos, disse que o problema no maxilar não foi simples. - A recuperação foi muito dolorosa no começo. É difícil por conta de estar ligado ao movimento na boca, mas, com o tempo e tratamento, deu tudo certo. Hoje me sinto melhor fisicamente. Foram duas semanas bem fortes antes do retorno e, agora, com o tempo, acredito que é só pegar o ritmo de jogo mesmo. Quero ajudar no nosso maior objetivo, que é brigar pelo acesso até o final para poder coroar o ano.
CRB vence a Ponte Preta de virada no Rei Pelé e se recupera no Brasileiro O lateral-esquerdo Léo Campos ficou quase todo o mês de abril no departamento médico. Ele sofreu uma fratura no maxilar e jogou apenas no dia 5/5, contra o Novorizontino. Léo passou por uma cirurgia e voltou a jogar no último domingo, na vitória por 4 a 2 sobre a Ponte Preta, no Rei Pelé. Ele deu até assistência para o gol de Luiz Phellype, aos 34 do segundo tempo, e comemorou a recuperação. - Foi um retorno muito bom. Eu estava ansioso por esse momento e não poderia ser nada melhor que voltar com assistência e grande vitória da equipe. Fui feliz em contribuir com mais um passe para gol na temporada. Léo Campos, lateral-esquerdo do CRB Divulgação/CRB O lateral do CRB, de 33 anos, disse que o problema no maxilar não foi simples. - A recuperação foi muito dolorosa no começo. É difícil por conta de estar ligado ao movimento na boca, mas, com o tempo e tratamento, deu tudo certo. Hoje me sinto melhor fisicamente. Foram duas semanas bem fortes antes do retorno e, agora, com o tempo, acredito que é só pegar o ritmo de jogo mesmo. Quero ajudar no nosso maior objetivo, que é brigar pelo acesso até o final para poder coroar o ano.
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