Operário projeta novo Germano Krüger para sonho da Série A em Ponta Grossa O técnico Luizinho Lopes lamentou o apagão sofrido pelo Operário-PR nos acréscimos do segundo tempo, depois de abrir o placar, que resultou na virada do Avaí em pleno Germano Krüger, neste domingo, pela 22ª rodada da Série B. 🗞️ Leia mais notícias do Operário-PR ✅ Clique aqui e siga o canal do ge PR no WhatsApp 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google O Operário-PR fez 90 minutos de um jogo com boas chances, mas sem conseguir aproveitar para efetivar os gols. A equipe abriu o placar apenas aos 46 minutos da segunda etapa, com gol de Vinicius Mingotti. Aos 51, o Avaí empatou, com Jefferson, e aos 53 virou, com Wallison. — Foi um golpe muito duro, um dia de muitas emoções. O futebol, a cada partida, é um novo aprendizado, uma nova euforia ou decepção. Nós somos humanos e a gente precisa de tempo para raciocinar, para entender, ver com calma tudo o que se passou — disse o treinador, em entrevista coletiva. Para Luizinho, o apagão do Operário-PR aconteceu porque os atleta se empolgaram com a vitória parcial, e abdicaram de subir as linhas para adotar uma postura mais defensiva nos minutos finais. — A gente se emocionou demais quando fez o gol, uma euforia, todo o estádio, todo mundo comemorando, dentro de campo também. Nós poderíamos, assim que fizemos o gol, compactar, baixar um pouquinho o bloco e aí esperar acabar o jogo — analisou Luizinho. Luizinho Lopes, treinador do Operário-PR Reprodução/TV OFEC Sequência ruim O Operário-PR chegou à terceira derrota seguida na Série B e vive a sequência mais complicada no campeonato. Entre as equipes do G6, o Fantasma é o único que ainda não venceu no returno da competição. Luizinho evitou um tom alarmista acerca do momento do time, e focou nos pontos positivos do time, que segue dentro do G6 e ocupa a quinta colocação, com 35 pontos, a seis do G2, que garante vaga direta na Série A. — Não tem loucura, não é para ter terra arrasada, é para ter trabalho e acreditar na próxima vitória — disse. — Nós estamos com esse recorte ruim, mas volto a dizer, em muitos momentos já funcionou, nós estamos entre as três equipes que passou mais jogos sem ser vazadas. Tem os dois lados da moeda, e agora realmente o momento é negativo, o trabalho vai ser em cima disso, pra tentar ajustar — completou. Mais notícias do esporte paranaense no ge.globo/pr
Luizinho Lopes explica apagão do Operário-PR antes de sofrer virada e evita terra arrasada
Operário projeta novo Germano Krüger para sonho da Série A em Ponta Grossa O técnico Luizinho Lopes lamentou o apagão sofrido pelo Operário-PR nos acréscimos do segundo tempo, depois de abrir o placar, que resultou na virada do Avaí em pleno Germano Krüger, neste domingo, pela 22ª rodada da Série B. 🗞️ Leia mais notícias do Operário-PR ✅ Clique aqui e siga o canal do ge PR no WhatsApp 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google O Operário-PR fez 90 minutos de um jogo com boas chances, mas sem conseguir aproveitar para efetivar os gols. A equipe abriu o placar apenas aos 46 minutos da segunda etapa, com gol de Vinicius Mingotti. Aos 51, o Avaí empatou, com Jefferson, e aos 53 virou, com Wallison. — Foi um golpe muito duro, um dia de muitas emoções. O futebol, a cada partida, é um novo aprendizado, uma nova euforia ou decepção. Nós somos humanos e a gente precisa de tempo para raciocinar, para entender, ver com calma tudo o que se passou — disse o treinador, em entrevista coletiva. Para Luizinho, o apagão do Operário-PR aconteceu porque os atleta se empolgaram com a vitória parcial, e abdicaram de subir as linhas para adotar uma postura mais defensiva nos minutos finais. — A gente se emocionou demais quando fez o gol, uma euforia, todo o estádio, todo mundo comemorando, dentro de campo também. Nós poderíamos, assim que fizemos o gol, compactar, baixar um pouquinho o bloco e aí esperar acabar o jogo — analisou Luizinho. Luizinho Lopes, treinador do Operário-PR Reprodução/TV OFEC Sequência ruim O Operário-PR chegou à terceira derrota seguida na Série B e vive a sequência mais complicada no campeonato. Entre as equipes do G6, o Fantasma é o único que ainda não venceu no returno da competição. Luizinho evitou um tom alarmista acerca do momento do time, e focou nos pontos positivos do time, que segue dentro do G6 e ocupa a quinta colocação, com 35 pontos, a seis do G2, que garante vaga direta na Série A. — Não tem loucura, não é para ter terra arrasada, é para ter trabalho e acreditar na próxima vitória — disse. — Nós estamos com esse recorte ruim, mas volto a dizer, em muitos momentos já funcionou, nós estamos entre as três equipes que passou mais jogos sem ser vazadas. Tem os dois lados da moeda, e agora realmente o momento é negativo, o trabalho vai ser em cima disso, pra tentar ajustar — completou. Mais notícias do esporte paranaense no ge.globo/pr
