Augusto Melo expulso do Corinthians e Memphis com a 10 na Copa Um grupo de conselheiros e associados do Corinthians protocolou um novo pedido de impeachment contra o presidente Osmar Stabile no Conselho Deliberativo do clube. + Siga o canal ge Corinthians no WhatsApp O documento aponta supostas violações estatutárias e legais relacionadas à contratação de empresas de segurança e pede o afastamento imediato do dirigente. O principal questionamento envolve a contratação da Mega, empresa ligada a Fernando José da Silva, o Nandão, atual gerente operacional do Corinthians. Segundo o texto, a contratação teria sido realizada sem contrato formal e sem aprovação prévia do Conselho de Orientação (Cori). Os autores também questionam pagamentos realizados à empresa. De acordo com o pedido, foram emitidas três notas fiscais que, juntas, somam R$ 676 mil. Apesar de Osmar Stabile ter declarado publicamente que Nandão não era funcionário nem exercia qualquer função no Corinthians, o gerente operacional segue trabalhando normalmente no clube. Osmar Stabile, presidente do Corinthians Marcos Ribolli Mais notícias do Corinthians: + Corinthians tem campanha de G-6 no Brasileirão com Fernando Diniz + Caso Nike: liminar da Justiça impede Pantaleão de conduzir investigação no Corinthians Além da Mega, o documento cita a Bear Security Ltda., apontada como responsável pela segurança pessoal de Osmar Stabile. De acordo com o documento, o Corinthians teria desembolsado cerca de R$ 586 mil para a empresa. Os autores afirmam que a Bear foi constituída em janeiro de 2025 e passou a emitir notas fiscais ao clube apenas após a chegada de Stabile à presidência. Na avaliação dos conselheiros que assinaram o texto, as contratações apresentam indícios de gestão temerária, como ausência de concorrência, falta de contratos formais, possível conflito de interesses e suposta falta de transparência perante os órgãos internos de fiscalização. Ao fim do documento, o grupo solicita ao Conselho Deliberativo o recebimento e processamento do pedido de impeachment, a comunicação dos fatos ao Ministério Público de São Paulo e a realização de uma auditoria independente para apurar as contratações emergenciais e os pagamentos efetuados sem contrato formal. Outro pedido de impeachment Em abril, sócios e conselheiros protocolaram o primeiro pedido de impeachment do presidente Osmar Stabile. O grupo apontou supostas violações ao Estatuto Social do clube e da legislação vigente. O principal ponto do requerimento estava relacionado ao acordo entre o Corinthians e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), órgão responsável pela cobrança de dívidas da União, para a regularização de um débito estimado em R$ 1,2 bilhão. Segundo o pedido, a diretoria utilizou o Parque São Jorge como garantia no acordo com a PGFN. O conjunto de imóveis que compõe a sede social do clube está avaliado em R$ 602,2 milhões. + Leia mais notícias do Corinthians 🎧 Ouça o podcast ge Corinthians🎧 + Assista: tudo sobre o Corinthians na Globo, sportv e ge e

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