Deschamps rebate críticas sobre Mbappé e defende craque como centroavante da França: "Devo ser idiota"
É... MBAPPÉ DAÍ É UM PERIGO! 😅😶🌫️ Há quase 14 anos no comando da França, Didier Deschamps está acostumado a conviver com críticas. Campeão do mundo em 2018 e vice em 2022, o treinador segue à frente dos Bleus e tem a Copa do Mundo de 2026 como mais uma oportunidade de buscar um título com uma geração repleta de talentos. Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, o técnico defendeu seu trabalho à frente da seleção e lembrou que os resultados ajudaram a sustentar um dos ciclos mais longevos do futebol internacional. — Se ainda estou aqui hoje, é porque a seleção francesa venceu muitos jogos. Caso contrário, minha passagem poderia ter terminado antes, seja por decisão minha ou porque outras pessoas teriam decidido isso por mim — afirmou. Didier Deschamps e Mbappé Franck Fife/AFP Grande referência da equipe, Mbappé continua sendo a principal esperança francesa para a disputa do Mundial. Capitão da seleção, o atacante recebeu elogios de Deschamps, que destacou sua evolução como líder dentro e fora de campo. — Kylian, que hoje é nosso capitão, antes de ser capitão escutava e observava. Ele não faz as coisas da mesma forma que Hugo Lloris. Não tem o mesmo caráter nem a mesma personalidade. Ele assume essa liderança fora de campo e também dentro dele. E sabe que, quando fala, não fala em seu próprio nome, mas em nome de todos os jogadores — disse. Um dos assuntos mais debatidos nos últimos anos na seleção francesa tem sido a utilização de Mbappé como centroavante. Questionado sobre o tema, Deschamps respondeu em tom irônico e saiu em defesa da escolha. — Devo ser idiota. E deve ter havido muita gente idiota entre os treinadores que ele teve para colocá-lo no centro do ataque das equipes pelas quais passou. Nos últimos dois anos no Real Madrid e em seu último ano no PSG, ele atuou nessa função. Já faz três anos que joga em uma posição centralizada — declarou. A França chega à Copa cercada de expectativas e com um elenco recheado de opções ofensivas. Para Deschamps, um dos maiores desafios da função é administrar a frustração dos jogadores que não conseguem espaço entre os titulares. — Trata-se de administrar a frustração daqueles que não serão titulares. Isso é sempre difícil de aceitar, porque cada jogador acredita que é melhor do que aquele que está jogando em seu lugar. Pergunte a qualquer jogador profissional de alto nível — comentou. Com 179 partidas à frente da seleção francesa, Deschamps é um dos treinadores mais vitoriosos da história do país e segue respaldado pela federação. Agora, aposta mais uma vez na liderança e no talento de Mbappé para tentar recolocar a França no topo do futebol mundial.
É... MBAPPÉ DAÍ É UM PERIGO! 😅😶🌫️ Há quase 14 anos no comando da França, Didier Deschamps está acostumado a conviver com críticas. Campeão do mundo em 2018 e vice em 2022, o treinador segue à frente dos Bleus e tem a Copa do Mundo de 2026 como mais uma oportunidade de buscar um título com uma geração repleta de talentos. Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, o técnico defendeu seu trabalho à frente da seleção e lembrou que os resultados ajudaram a sustentar um dos ciclos mais longevos do futebol internacional. — Se ainda estou aqui hoje, é porque a seleção francesa venceu muitos jogos. Caso contrário, minha passagem poderia ter terminado antes, seja por decisão minha ou porque outras pessoas teriam decidido isso por mim — afirmou. Didier Deschamps e Mbappé Franck Fife/AFP Grande referência da equipe, Mbappé continua sendo a principal esperança francesa para a disputa do Mundial. Capitão da seleção, o atacante recebeu elogios de Deschamps, que destacou sua evolução como líder dentro e fora de campo. — Kylian, que hoje é nosso capitão, antes de ser capitão escutava e observava. Ele não faz as coisas da mesma forma que Hugo Lloris. Não tem o mesmo caráter nem a mesma personalidade. Ele assume essa liderança fora de campo e também dentro dele. E sabe que, quando fala, não fala em seu próprio nome, mas em nome de todos os jogadores — disse. Um dos assuntos mais debatidos nos últimos anos na seleção francesa tem sido a utilização de Mbappé como centroavante. Questionado sobre o tema, Deschamps respondeu em tom irônico e saiu em defesa da escolha. — Devo ser idiota. E deve ter havido muita gente idiota entre os treinadores que ele teve para colocá-lo no centro do ataque das equipes pelas quais passou. Nos últimos dois anos no Real Madrid e em seu último ano no PSG, ele atuou nessa função. Já faz três anos que joga em uma posição centralizada — declarou. A França chega à Copa cercada de expectativas e com um elenco recheado de opções ofensivas. Para Deschamps, um dos maiores desafios da função é administrar a frustração dos jogadores que não conseguem espaço entre os titulares. — Trata-se de administrar a frustração daqueles que não serão titulares. Isso é sempre difícil de aceitar, porque cada jogador acredita que é melhor do que aquele que está jogando em seu lugar. Pergunte a qualquer jogador profissional de alto nível — comentou. Com 179 partidas à frente da seleção francesa, Deschamps é um dos treinadores mais vitoriosos da história do país e segue respaldado pela federação. Agora, aposta mais uma vez na liderança e no talento de Mbappé para tentar recolocar a França no topo do futebol mundial.
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