Coritiba é eliminado pelo Santos na Copa do Brasil Um dia depois da derrota por 2 a 0 para o Santos, representantes da Império Alviverde e do Coletivo Coritibano se reuniram com a diretoria da SAF do Coritiba para ratificar os protestos ouvidos no Couto Pereira, onde o elenco foi chamado de "sem vergonha" sob vaias. 🗞️ Leia mais notícias sobre o Coritiba ✅ Clique aqui e siga o canal ge Coritiba no WhatsApp Pelo lado do clube, a conversa contou com figuras centrais da gestão: o CFO André Campestrini, o Head Esportivo William Thomas e o executivo de futebol Jorge Andrade. Um representante da Associação, que ainda mantém 10% das ações da SAF, também acompanhou o debate. Em nota oficial divulgada pela organizada, o tom foi de exigência. Os torcedores pontuaram que o rendimento atual é incompatível com o investimento e a tradição do clube. — Cobramos uma nova postura da equipe dentro de campo, com mais comprometimento, entrega e atitude nas partidas. Reforçamos ainda a necessidade de contratações para qualificar o elenco — diz o comunicado. Couto Pereira, bandeira do Coritiba JP Pacheco/Coritiba A cobrança por reforços surge em um momento de fragilidade técnica. O técnico Fernando Seabra, embora tenha defendido o grupo publicamente na coletiva pós-jogo, admitiu que a frustração do torcedor é legítima, dada a expectativa criada para o torneio nacional. A queda para o Peixe foi a segunda sofrida em casa nesta temporada — em fevereiro, o Coxa já havia sido eliminado pelo Operário-PR na semifinal do Paranaense. O retrospecto recente liga o sinal de alerta: apenas uma vitória nos últimos 10 jogos. Sem tempo para lamentar, o Coritiba tem um reencontro imediato com o algoz. O time volta a campo neste domingo, às 11h (de Brasília), contra o próprio Santos, mas desta vez pela 16ª rodada da Série A. A partida acontece na Neo Química Arena, em São Paulo. Mais notícias do esporte paranaense no ge.globo/pr
Coritiba é eliminado pelo Santos na Copa do Brasil
Um dia depois da derrota por 2 a 0 para o Santos, representantes da Império Alviverde e do Coletivo Coritibano se reuniram com a diretoria da SAF do Coritiba para ratificar os protestos ouvidos no Couto Pereira, onde o elenco foi chamado de "sem vergonha" sob vaias.
Pelo lado do clube, a conversa contou com figuras centrais da gestão: o CFO André Campestrini, o Head Esportivo William Thomas e o executivo de futebol Jorge Andrade. Um representante da Associação, que ainda mantém 10% das ações da SAF, também acompanhou o debate.
Em nota oficial divulgada pela organizada, o tom foi de exigência. Os torcedores pontuaram que o rendimento atual é incompatível com o investimento e a tradição do clube.
Couto Pereira, bandeira do Coritiba — Foto: JP Pacheco/Coritiba
A cobrança por reforços surge em um momento de fragilidade técnica. O técnico Fernando Seabra, embora tenha defendido o grupo publicamente na coletiva pós-jogo, admitiu que a frustração do torcedor é legítima, dada a expectativa criada para o torneio nacional.
A queda para o Peixe foi a segunda sofrida em casa nesta temporada — em fevereiro, o Coxa já havia sido eliminado pelo Operário-PR na semifinal do Paranaense. O retrospecto recente liga o sinal de alerta: apenas uma vitória nos últimos 10 jogos.
Sem tempo para lamentar, o Coritiba tem um reencontro imediato com o algoz. O time volta a campo neste domingo, às 11h (de Brasília), contra o próprio Santos, mas desta vez pela 16ª rodada da Série A. A partida acontece na Neo Química Arena, em São Paulo.
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