Na noite de quarta-feira, o torcedor viu algo comum quando o Atlético-MG vai à Vila Belmiro: uma equipe frágil e incapaz de competir com o Santos. O cenário foi ainda pior quando o time de Eduardo Domínguez desmoronou no segundo tempo e acabou derrotado por 2 a 0 no primeiro jogo das quartas de final da Sul-Americana. Vários elementos explicam o resultado. Mais notícias do Atlético Scarpa ativa modo sincero em derrota do Atlético-MG para o Santos: "Ficou barato" Avalie os jogadores do Atlético na partida Domínguez reconhece erros, mas vê vaga aberta Domínguez contou com os retornos de Lyanco e Maycon, recuperados de lesão, entre os titulares. Para suprir a ausência de Cuello, suspenso, o treinador escalou Preciado para jogar aberto pelo lado direito. Em vez de colocar um volante entre os zagueiros, ele optou por segurar um dos laterais quando um descia ao ataque. + 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google A ideia do Atlético era clara: impedir o domínio e o volume ofensivo imposto pelo Santos quando joga em casa. No geral, deu certo. O time sofreu um susto logo no início em chute de Bontempo, que colocou Delfim para trabalhar. Santos x Atlético-MG Pedro Souza Depois, o Galo se organizou bem defensivamente e pouco sofreu. Também não criou a ponto de incomodar o Peixe. Uma atuação regular para travar o time mandante nos primeiros 90 minutos da decisão. O problema é que a bola parada fez a diferença. Em cobrança de escanteio curto, Arão aproveitou toque de Gabigol na área, e Lyanco dando condições, para abrir o placar. O Santos se mostrou melhor depois do gol, mas, sem criar tanto perigo, chegou em chute de Rodinei pela linha de fundo. O Atlético tentou uma resposta em jogada individual de Fred, mas parou em Brazão. Maycon Atlético-MG Alex Silva Um primeiro tempo de disputas, de alternância da posse no meio-campo e poucas chances. Faltou mais repertório ofensivo por parte do Atlético para competir e ter oportunidades mais claras. No segundo tempo, outro Galo O equilíbrio do primeiro tempo não se repetiu na volta do intervalo. O Atlético voltou desorganizado e frágil: perdeu o meio-campo, deu espaço para o adversário atacar e se viu entregue na Vila Belmiro. A partida ganhou um novo personagem: o goleiro Gabriel Delfim. Embaixo das traves, adiou ao máximo o segundo gol da equipe da casa. Pegou uma cabeçada, um chute de dentro da área, de longe, cara a cara. Mas não conseguiu evitar o gol de Ola. Lyanco Atlético-MG GUILHERME DIONIZIO/EFE Domínguez procurou mudar a equipe, dar maior agressividade ao setor ofensivo, mas sem ter sucesso. Quem era referência técnica - como Fred - cometeu erros graves e influenciou no segundo gol do Peixe. O ataque não funcionou, e a defesa sofreu, principalmente com Lyanco. A bronca de Domínguez, na parada técnica, definiu a postura na etapa final: "Perdemos todos os duelos e deixamos que eles atacassem rapidamente". Deram tudo que o Santos queria para a partida. Renan Lodi responde "Quem é mais... no Galo?" + ✅ Clique aqui e siga o canal da torcida do Galo no WhatsApp! É difícil imaginar que um time pode sair 'satisfeito' depois de levar 2 a 0 no jogo de ida de um mata-mata. Mas, para o Atlético-MG, a sensação é quase essa. Pela atuação, era para ter ido à Arena MRV com um placar maior nas costas. O cenário é complicado, mas o Galo ainda está vivo na busca por uma vaga na semifinal da Sul-Americana. Mas, para isso, precisa ter uma postura bem diferente diante do seu torcedor. Assista: tudo sobre o Atlético no ge, na Globo e no Sportv 🎧 Ouça o podcast ge Atlético 🎧
Análise: Atlético-MG desmorona no 2º tempo e se complica por vaga na semi da Sul-Americana
Na noite de quarta-feira, o torcedor viu algo comum quando o Atlético-MG vai à Vila Belmiro: uma equipe frágil e incapaz de competir com o Santos. O cenário foi ainda pior quando o time de Eduardo Domínguez desmoronou no segundo tempo e acabou derrotado por 2 a 0 no primeiro jogo das quartas de final da Sul-Americana. Vários elementos explicam o resultado. Mais notícias do Atlético Scarpa ativa modo sincero em derrota do Atlético-MG para o Santos: "Ficou barato" Avalie os jogadores do Atlético na partida Domínguez reconhece erros, mas vê vaga aberta Domínguez contou com os retornos de Lyanco e Maycon, recuperados de lesão, entre os titulares. Para suprir a ausência de Cuello, suspenso, o treinador escalou Preciado para jogar aberto pelo lado direito. Em vez de colocar um volante entre os zagueiros, ele optou por segurar um dos laterais quando um descia ao ataque. + 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google A ideia do Atlético era clara: impedir o domínio e o volume ofensivo imposto pelo Santos quando joga em casa. No geral, deu certo. O time sofreu um susto logo no início em chute de Bontempo, que colocou Delfim para trabalhar. Santos x Atlético-MG Pedro Souza Depois, o Galo se organizou bem defensivamente e pouco sofreu. Também não criou a ponto de incomodar o Peixe. Uma atuação regular para travar o time mandante nos primeiros 90 minutos da decisão. O problema é que a bola parada fez a diferença. Em cobrança de escanteio curto, Arão aproveitou toque de Gabigol na área, e Lyanco dando condições, para abrir o placar. O Santos se mostrou melhor depois do gol, mas, sem criar tanto perigo, chegou em chute de Rodinei pela linha de fundo. O Atlético tentou uma resposta em jogada individual de Fred, mas parou em Brazão. Maycon Atlético-MG Alex Silva Um primeiro tempo de disputas, de alternância da posse no meio-campo e poucas chances. Faltou mais repertório ofensivo por parte do Atlético para competir e ter oportunidades mais claras. No segundo tempo, outro Galo O equilíbrio do primeiro tempo não se repetiu na volta do intervalo. O Atlético voltou desorganizado e frágil: perdeu o meio-campo, deu espaço para o adversário atacar e se viu entregue na Vila Belmiro. A partida ganhou um novo personagem: o goleiro Gabriel Delfim. Embaixo das traves, adiou ao máximo o segundo gol da equipe da casa. Pegou uma cabeçada, um chute de dentro da área, de longe, cara a cara. Mas não conseguiu evitar o gol de Ola. Lyanco Atlético-MG GUILHERME DIONIZIO/EFE Domínguez procurou mudar a equipe, dar maior agressividade ao setor ofensivo, mas sem ter sucesso. Quem era referência técnica - como Fred - cometeu erros graves e influenciou no segundo gol do Peixe. O ataque não funcionou, e a defesa sofreu, principalmente com Lyanco. A bronca de Domínguez, na parada técnica, definiu a postura na etapa final: "Perdemos todos os duelos e deixamos que eles atacassem rapidamente". Deram tudo que o Santos queria para a partida. Renan Lodi responde "Quem é mais... no Galo?" + ✅ Clique aqui e siga o canal da torcida do Galo no WhatsApp! É difícil imaginar que um time pode sair 'satisfeito' depois de levar 2 a 0 no jogo de ida de um mata-mata. Mas, para o Atlético-MG, a sensação é quase essa. Pela atuação, era para ter ido à Arena MRV com um placar maior nas costas. O cenário é complicado, mas o Galo ainda está vivo na busca por uma vaga na semifinal da Sul-Americana. Mas, para isso, precisa ter uma postura bem diferente diante do seu torcedor. Assista: tudo sobre o Atlético no ge, na Globo e no Sportv 🎧 Ouça o podcast ge Atlético 🎧
