A nova Ferrari Luce mal chegou e continua rendendo críticas. Com design ousado — e, para alguns, frustrante —, o elétrico recém-revelado em Maranello pelo estúdio LoveFrom tem linha do capô tão baixa e lisa que os engenheiros e designers precisaram deixar os limpadores de para-brisa permanentemente expostos e em pé, apoiados aos pilares da carroceria. Ferrari Luce: 1º elétrico da marca tem 1.050 cv, visual polêmico e preço absurdo Qualquer um pode comprar uma Ferrari? Saiba até onde vai a exclusividade Esta escolha técnica chamou a atenção, porque os carros modernos costumam esconder os limpadores na base do vidro para garantirem o bom aspecto visual do carro e a aerodinâmica. No caso da Luce, o componente funcional acaba transformado em uma espécie de assinatura estética escancarada e polêmica: o sedan tem design frontal contínuo com uma grande faixa brilhante, o que impede o uso de recuos ou calhas para “esconder” o sistema de limpeza do vidro. - Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis. - Nova Ferrari elétrica O problema é que a abordagem estética traz um paradoxo para um carro como a Ferrari Luce, que busca um coeficiente de arrasto ultrabaixo — no caso, as peças expostas no fluxo de ar costumam prejudicar a aerodinâmica. Como o painel frontal do carro tem jeitão clean, “faltou” espaço para agrupar os limpadores, que precisam funcionar em sentidos opostos. Design da Ferrari elétrica levou a escolha ousada no limpador do para-brisa (Imagem: Divulgação/Ferrari) Assim, quando são acionados, os componentes se aproximam e depois se afastam, o que reforça ainda mais a impressão de que estão sempre visíveis. A decisão de expor o mecanismo reflete a proposta purista e sem concessões do projeto conduzido por Jony Ive, conhecido por seu histórico revolucionário na Apple — aliás, a lógica aplicada assemelha-se à criação do polêmico notch nos celulares da Maçã. A Luce acumula outras escolhas fora do padrão, como proporções estreitas e altas para os padrões de Maranello, uma dianteira em formato de fenda e cabine com tela central massiva. Com entrega mecânica brutal de quatro motores, o modelo deixa claro que foi concebido para chocar o mercado de superluxo. Resta saber como os puristas da marca vão reagir à novidade, que tem preço estimado na casa dos US$ 640 mil. Leia a matéria no Canaltech.

Full article body is being fetched in the background. Refresh in a moment to see the complete paragraphs. For now this page shows a summary and AI analysis.