"Teremos sexta-feira ou sábado uma reunião decisiva com a FIFA. Eles devem fornecer-nos garantias, pois o problema dos vistos ainda não foi resolvido", indicou Mehdi Taj à agência Irna.

A presença do Irão na competição, a decorrer entre 11 de junho e 19 de julho, continua rodeada de incertezas desde o início da guerra no Médio Oriente no final de fevereiro, na sequência de ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel contra aquela república islâmica.

Em 11 de março, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, disse ter recebido garantias do presidente norte-americano, Donald Trump, de que o Irão terá permissão para entrar nos Estados Unidos.

"O Irão virá, isso é certo", declarou Infantino, cerca de um mês depois da confirmação dada por Trump, durante uma conferência económica organizada pela emissora norte-americana CNBC em Washington.

De acordo com Taj, os jogadores terão de viajar até à capital turca, Ancara, para obter impressões digitais como parte do processo de visto.

"Não temos nada a ver com a América. Qualificámo-nos para o Campeonato do Mundo e cabe à FIFA organizá-lo", afirmou.

O Irão realizou uma cerimónia de despedida da sua seleção nacional de futebol na quarta-feira, antes da sua partida para o Mundial2026, coorganizado em conjunto pelos Estados Unidos, México e Canadá. A ‘Team Melli’, que está sediada em Tucson, Arizona, vai defrontar Nova Zelândia, Bélgica e Egipto no Grupo G.

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