Ancelotti afirma que sofrimento é normal e cita evolução do Brasil na Copa: "Mais completo"
Brasil 2 X 1 Japão | Melhores momentos | Copa do Mundo 2026 O Brasil está nas oitavas de final da Copa do Mundo. A seleção brasileira sofreu — e muito — para vencer o Japão, mas conquistou uma virada emocionante no fim do segundo tempo e venceu por 2 a 1. Ancelotti analisou, em entrevista coletiva, os erros do Brasil na partida, especialmente no primeiro tempo, e disse que o sofrimento é normal no futebol. Festa do Mister! Reação de Ancelotti ao gol de Casemiro — Falamos desse aspecto antes da Copa. O futebol tem erros, não se pode evitar os erros. Ninguém é perfeito. Podemos ajustar como nos recuperar dos erros. É o que temos feito. É seguir em frente. Fizemos isso no segundo tempo. Ninguém pensava que o time não iria pensar. Ninguém pensava que esse time não ia fazer gol. — Melhoramos a marcação no segundo tempo para evitar as transições, o que complicaria o jogo. O sofrimento é normal. Não há nada novo no futebol. É normal também o alívio. Sempre tento lembrar que estar aqui após uma derrota é mais complicado. + "Perdão, Casemiro": web vibra com gol de empate do Brasil + Qual vai ser o adversário do Brasil? Veja chaveamento até final + Próximo jogo do Brasil na Copa: veja data e horário nas oitavas de final Mesmo com o sofrimento, Ancelotti viu evolução na seleção brasileira e disse que esta foi a partida mais completa do time até aqui. O italiano disse que o Brasil buscou soluções para os problemas do jogo. — Acho que até agora, este jogo foi o mais completo. Tivemos problemas no primeiro tempo para criar oportunidades, afinal, o Japão estava muito fechado. Buscamos soluções, com cruzamentos e mais presença na área no segundo tempo. Acho que houve evolução. Se tivemos problemas hoje, buscamos soluções. Carlo Ancelotti Brasil x Japão Annegret Hilse/Reuters O Brasil manteve a escalação que venceu a Escócia na última partida. Foi a primeira vez que Ancelotti repetiu um time desde que chegou à Seleção, em junho do ano passado. O treinador afirmou que a ideia do primeiro tempo era buscar o jogo entrelinhas contra a seleção japonesa, mas que isso a estratégia foi atrapalhada pela postura da defesa do Japão. — A primeira parte era tentar de ter superioridade no meio com os quatro, buscar o jogo entre as linhas e filtrar passe para os atacantes. Não saiu porque eles estavam muito fechados no campo. Mudamos no intervalo para ter mais cruzamentos. Temos que bater melhor os escanteios porque temos estrutura para melhorar. Temos que melhorar a batida. Veja a tabela da Copa do Mundo Simule os resultados da Copa do Mundo "Equipe estava bem", fala Ancelotti Após o gol da virada de Martinelli, Ancelotti se manteve tranquilo no banco de reservas e fez uma comemoração tímida. O italiano disse que estava tranquilo antes do gol — Não, eu sofri menos. Estava confiante. O time estava jogando bem. Depois do gol, tivemos dificuldades pela força do rival. É um time respeitável, muito bem organizado e perigoso. Os jogadores são fortes fisicamente. O time jogou. Não foi um time perdido como no primeiro tempo contra o Marrocos. Aos 50 min do 2º tempo - gol de dentro da área de Martinelli do Brasil contra o Japão Calendário da Copa do Mundo 2026: veja datas e horários de todos os jogos O personagem da partida foi Casemiro. O volante, contra o Japão, arriscou passe de calcanhar e errou. Quando Sano arrancou para fazer o gol, ele, com cartão amarelo, evitou fazer a falta. Mas a presença de área do experiente jogador marcou a diferença para o Brasil igualar o placar. Aos 7 minutos, quase marcou. Aos 9, empatou com bonita cabeçada. Ancelotti rasgou elogios ao jogador camisa 5 e disse que não conversou com o volante no intervalo. — Casemiro é um líder, ninguém no campo pode jogar na posição dele, é realmente importante. Já fez outros gols assim na Premier League. Tem uma ótima conexão com o gol. — Não falei com ele porque ele estava atuando. Se pode cometer erros, mas não acho que o gol de Japão foi um erro de Casemiro. Falhamos na saída, Casemiro atuou muito bem e no gol de empate ele foi chave para o jogo. Casemiro e Neymar comemoram gol do Brasil sobre o Japão na Copa do Mundo Reuters Ao ser perguntado se ia colocar Neymar em campo em algum momento, Ancelotti afirmou que estava pensando no camisa 10 para a prorrogação. O jogador ficou no banco durante toda a partida. — Sim, estávamos pensando. Quero agradecer a você. As vitórias são dos jogadores e as derrotas são dos treinadores. Disse ao Neymar que se não empatássemos até o minuto 60 o colocaríamos. Estávamos pensando em colocá-lo na prorrogação. Estava tudo claro com ele. O ge elegeu Bruno Guimarães como o melhor em campo da Seleção. O volante foi o melhor jogador do Brasil desde o primeiro minuto e foi determinante para a virada, com uma assistência para Martinelli. — Bruno é um jogador muito importante, muito contínuo no jogo, sempre tem muito boa participação defensiva e ofensivamente. Deu uma assistência fantástica, estou muito feliz porque Bruno tem um coração muito grande. Bruno Guimarães comemora vitória do Brasil sobre o Japão na Copa do Mundo Getty Images O Brasil agora enfrenta o vencedor da partida disputada nesta terça-feira entre Costa do Marfim e Noruega, pelas oitavas de final. O jogo está marcado para domingo, dia 5 de julho, às 17h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. — Estamos fortes, contentes, sabemos que seguimos o caminho. Temos que seguir melhorando, trabalhando e descansar também é muito, muito importante. Agora é ver quem será o próximo rival. Se pode marcar no último minuto, se pode marcar na prorrogação. A equipe também estava pronta para jogar a prorrogação. 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Veja outros tópicos da entrevista Endrick entrou no lugar de Paquetá? Pode começar o jogo mais ofensivo e entrar dessa forma? — Podemos começar dessa maneira, a verdade é que precisávamos mais de força na área. Endrick podia dar essa força e mais presença na área. Fez um jogo muito bom porque estava intenso e era muito perigoso. Martinelli — Era para ter um jogador mais descansado. Ele tem muita intensidade. Ele ajudou muito a equipe marcando gol. Com ele, o Vini jogou mais aperto e foi muito perigoso O que deu errado? — O planejamento do primeiro tempo, que era infiltrar por dentro, não funcionou. Muito pela qualidade do Japão. Depois, mudamos para ter mais força na área e cruzamos mais.
Brasil 2 X 1 Japão | Melhores momentos | Copa do Mundo 2026 O Brasil está nas oitavas de final da Copa do Mundo. A seleção brasileira sofreu — e muito — para vencer o Japão, mas conquistou uma virada emocionante no fim do segundo tempo e venceu por 2 a 1. Ancelotti analisou, em entrevista coletiva, os erros do Brasil na partida, especialmente no primeiro tempo, e disse que o sofrimento é normal no futebol. Festa do Mister! Reação de Ancelotti ao gol de Casemiro — Falamos desse aspecto antes da Copa. O futebol tem erros, não se pode evitar os erros. Ninguém é perfeito. Podemos ajustar como nos recuperar dos erros. É o que temos feito. É seguir em frente. Fizemos isso no segundo tempo. Ninguém pensava que o time não iria pensar. Ninguém pensava que esse time não ia fazer gol. — Melhoramos a marcação no segundo tempo para evitar as transições, o que complicaria o jogo. O sofrimento é normal. Não há nada novo no futebol. É normal também o alívio. Sempre tento lembrar que estar aqui após uma derrota é mais complicado. + "Perdão, Casemiro": web vibra com gol de empate do Brasil + Qual vai ser o adversário do Brasil? Veja chaveamento até final + Próximo jogo do Brasil na Copa: veja data e horário nas oitavas de final Mesmo com o sofrimento, Ancelotti viu evolução na seleção brasileira e disse que esta foi a partida mais completa do time até aqui. O italiano disse que o Brasil buscou soluções para os problemas do jogo. — Acho que até agora, este jogo foi o mais completo. Tivemos problemas no primeiro tempo para criar oportunidades, afinal, o Japão estava muito fechado. Buscamos soluções, com cruzamentos e mais presença na área no segundo tempo. Acho que houve evolução. Se tivemos problemas hoje, buscamos soluções. Carlo Ancelotti Brasil x Japão Annegret Hilse/Reuters O Brasil manteve a escalação que venceu a Escócia na última partida. Foi a primeira vez que Ancelotti repetiu um time desde que chegou à Seleção, em junho do ano passado. O treinador afirmou que a ideia do primeiro tempo era buscar o jogo entrelinhas contra a seleção japonesa, mas que isso a estratégia foi atrapalhada pela postura da defesa do Japão. — A primeira parte era tentar de ter superioridade no meio com os quatro, buscar o jogo entre as linhas e filtrar passe para os atacantes. Não saiu porque eles estavam muito fechados no campo. Mudamos no intervalo para ter mais cruzamentos. Temos que bater melhor os escanteios porque temos estrutura para melhorar. Temos que melhorar a batida. Veja a tabela da Copa do Mundo Simule os resultados da Copa do Mundo "Equipe estava bem", fala Ancelotti Após o gol da virada de Martinelli, Ancelotti se manteve tranquilo no banco de reservas e fez uma comemoração tímida. O italiano disse que estava tranquilo antes do gol — Não, eu sofri menos. Estava confiante. O time estava jogando bem. Depois do gol, tivemos dificuldades pela força do rival. É um time respeitável, muito bem organizado e perigoso. Os jogadores são fortes fisicamente. O time jogou. Não foi um time perdido como no primeiro tempo contra o Marrocos. Aos 50 min do 2º tempo - gol de dentro da área de Martinelli do Brasil contra o Japão Calendário da Copa do Mundo 2026: veja datas e horários de todos os jogos O personagem da partida foi Casemiro. O volante, contra o Japão, arriscou passe de calcanhar e errou. Quando Sano arrancou para fazer o gol, ele, com cartão amarelo, evitou fazer a falta. Mas a presença de área do experiente jogador marcou a diferença para o Brasil igualar o placar. Aos 7 minutos, quase marcou. Aos 9, empatou com bonita cabeçada. Ancelotti rasgou elogios ao jogador camisa 5 e disse que não conversou com o volante no intervalo. — Casemiro é um líder, ninguém no campo pode jogar na posição dele, é realmente importante. Já fez outros gols assim na Premier League. Tem uma ótima conexão com o gol. — Não falei com ele porque ele estava atuando. Se pode cometer erros, mas não acho que o gol de Japão foi um erro de Casemiro. Falhamos na saída, Casemiro atuou muito bem e no gol de empate ele foi chave para o jogo. Casemiro e Neymar comemoram gol do Brasil sobre o Japão na Copa do Mundo Reuters Ao ser perguntado se ia colocar Neymar em campo em algum momento, Ancelotti afirmou que estava pensando no camisa 10 para a prorrogação. O jogador ficou no banco durante toda a partida. — Sim, estávamos pensando. Quero agradecer a você. As vitórias são dos jogadores e as derrotas são dos treinadores. Disse ao Neymar que se não empatássemos até o minuto 60 o colocaríamos. Estávamos pensando em colocá-lo na prorrogação. Estava tudo claro com ele. O ge elegeu Bruno Guimarães como o melhor em campo da Seleção. O volante foi o melhor jogador do Brasil desde o primeiro minuto e foi determinante para a virada, com uma assistência para Martinelli. — Bruno é um jogador muito importante, muito contínuo no jogo, sempre tem muito boa participação defensiva e ofensivamente. Deu uma assistência fantástica, estou muito feliz porque Bruno tem um coração muito grande. Bruno Guimarães comemora vitória do Brasil sobre o Japão na Copa do Mundo Getty Images O Brasil agora enfrenta o vencedor da partida disputada nesta terça-feira entre Costa do Marfim e Noruega, pelas oitavas de final. O jogo está marcado para domingo, dia 5 de julho, às 17h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. — Estamos fortes, contentes, sabemos que seguimos o caminho. Temos que seguir melhorando, trabalhando e descansar também é muito, muito importante. Agora é ver quem será o próximo rival. Se pode marcar no último minuto, se pode marcar na prorrogação. A equipe também estava pronta para jogar a prorrogação. 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Veja outros tópicos da entrevista Endrick entrou no lugar de Paquetá? Pode começar o jogo mais ofensivo e entrar dessa forma? — Podemos começar dessa maneira, a verdade é que precisávamos mais de força na área. Endrick podia dar essa força e mais presença na área. Fez um jogo muito bom porque estava intenso e era muito perigoso. Martinelli — Era para ter um jogador mais descansado. Ele tem muita intensidade. Ele ajudou muito a equipe marcando gol. Com ele, o Vini jogou mais aperto e foi muito perigoso O que deu errado? — O planejamento do primeiro tempo, que era infiltrar por dentro, não funcionou. Muito pela qualidade do Japão. Depois, mudamos para ter mais força na área e cruzamos mais.
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