Agência de Fair Play adverte Botafogo e prevê multa R$ 100 mil se clube descumprir ordem
Linha do tempo: entenda a crise da SAF Botafogo que culminou no afastamento de John Textor A Anresf (Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol) advertiu o Botafogo e deu prazo “improrrogável” de dez dias para que o clube apresente documentos requisitados em abril, sob pena de multa de R$ 100 mil, mais de multa diária de R$ 20 mil. De acordo com decisão da diretoria da agência, do dia 29 de maio, o Botafogo deveria ter apresentado os documentos em 13 de abril. A entrega se deu depois disso, mas o material foi considerado incompleto. Foi solicitado ao clube uma série de documentos, entre eles o contrato do empréstimo feito por John Textor, dono da SAF, para pagar uma dívida pela contratação do argentino Thiago Almada com o Atlanta United. Foram US$ 25 milhões (cerca de R$ 130 milhões), com juros supostamente abusivos, usados para derrubar o transfer ban causado por atrasos no pagamento. John Textor, do Botafogo Vitor Silva/BFR Um procedimento foi instaurado para investigar o clube diante das frequentes reportagens veiculadas nas últimas semanas que citam relações financeiras entre o Botafogo e o Lyon, outro clube que estava sob o guarda-chuva de Textor. O auto de infração ao clube carioca foi o primeiro da agência, criada neste ano para fiscalizar a aplicação das regras de Fair Play Financeiro. À época, o Botafogo se posicionou em nota: "A ANRESF está cumprindo o seu papel estatuário e investigando uma denúncia que recebeu, como investigaria qualquer denúncia. Temos muito respeito pela atuação do órgão e pelos profissionais que o compõe. Recebemos com muita tranquilidade e vamos prestar todos os esclarecimentos necessários. É fato que a fonte dessa denúncia tem uma agenda própria, com objetivo de atacar a reputação do Botafogo, como temos acompanhado em noticiário recente. Mas estamos muito seguros e dessa forma responderemos ao órgão"
Linha do tempo: entenda a crise da SAF Botafogo que culminou no afastamento de John Textor A Anresf (Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol) advertiu o Botafogo e deu prazo “improrrogável” de dez dias para que o clube apresente documentos requisitados em abril, sob pena de multa de R$ 100 mil, mais de multa diária de R$ 20 mil. De acordo com decisão da diretoria da agência, do dia 29 de maio, o Botafogo deveria ter apresentado os documentos em 13 de abril. A entrega se deu depois disso, mas o material foi considerado incompleto. Foi solicitado ao clube uma série de documentos, entre eles o contrato do empréstimo feito por John Textor, dono da SAF, para pagar uma dívida pela contratação do argentino Thiago Almada com o Atlanta United. Foram US$ 25 milhões (cerca de R$ 130 milhões), com juros supostamente abusivos, usados para derrubar o transfer ban causado por atrasos no pagamento. John Textor, do Botafogo Vitor Silva/BFR Um procedimento foi instaurado para investigar o clube diante das frequentes reportagens veiculadas nas últimas semanas que citam relações financeiras entre o Botafogo e o Lyon, outro clube que estava sob o guarda-chuva de Textor. O auto de infração ao clube carioca foi o primeiro da agência, criada neste ano para fiscalizar a aplicação das regras de Fair Play Financeiro. À época, o Botafogo se posicionou em nota: "A ANRESF está cumprindo o seu papel estatuário e investigando uma denúncia que recebeu, como investigaria qualquer denúncia. Temos muito respeito pela atuação do órgão e pelos profissionais que o compõe. Recebemos com muita tranquilidade e vamos prestar todos os esclarecimentos necessários. É fato que a fonte dessa denúncia tem uma agenda própria, com objetivo de atacar a reputação do Botafogo, como temos acompanhado em noticiário recente. Mas estamos muito seguros e dessa forma responderemos ao órgão"
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