Assista à íntegra do Segue o BAba 293 O Bahia tenta voltar a vencer como mandante no Campeonato Brasileiro no desafio deste domingo, contra o Internacional. Para isso, Ronaldo acredita que o resultado positivo no Ba-Vi 508 pode significar uma virada de chave tricolor na competição. O goleiro foi o escolhido para a entrevista coletiva desta sexta-feira e falou sobre o assunto. Siga o ge Bahia nos Canais do WhatsApp Veja quem chega e quem sai do Bahia "Que no domingo a gente faça um grande jogo, com boa atmosfera da torcida e saindo todo mundo feliz". Ronaldo em entrevista coletiva no Bahia Rafael Rodrigues/ECBahia - O clássico foi uma virada de chave. A torcida tem comparecido, a gente tem tentado fazer nosso melhor, entregado raça, disposição. Os resultados não têm vindo, mas que essa virada de chave traga mais sorte para a nossa sequência. Todo jogo em casa ou fora é muito difícil. Para contextualizar, é importante lembrar que o Bahia bateu o Vitória fora de casa por 2 a 0, no último domingo, e finalizou uma sequência de cinco empates consecutivos. O Tricolor é o terceiro melhor visitante do Brasileirão, mas tenta contra o Inter melhorar os números como mandante. Até agora, são apenas quatro vitórias em 12 partidas. O bom resultado neste próximo jogo vai servir para o Bahia se manter firme na briga por vaga no G-5 que garante Libertadores em 2027. O time de Rogério Ceni chega para a 25ª rodada com 37 pontos, na sexta colocação. - Pegar muita coisa que foi feita no clássico, equipe entrou muito concentrada. Não tivemos erros, isso vai dando confiança. O importante foi todo mundo focado, buscando o mesmo objetivo. Esse clássico torço para que tenha virado a chavinha, que esses empates fiquem para trás. Que a gente possa ter uma sequência positiva, Campeonato Brasileiro é muito difícil, nos restam 14 finais para concluir bem esse ano - disse Ronaldo. + Veja mais notícias sobre o Bahia + Veja a classificação do Campeonato Brasileiro O Bahia recebe o Internacional às 19h30 (de Brasília) deste domingo, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova. Você pode acompanhar todos os detalhes da partida no Tempo Real do ge. +🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Veja outros trechos da entrevista coletiva de Ronaldo Internacional calendário cheio - Muito ruim ter calendário aberto, estar fora de algumas competições. Mas o importante é que estamos conseguindo ter bom desempenho físico, trabalhar bem tecnicamente, taticamente para desempenhar um bom futebol. O clássico foi importante para demonstrar isso. O Inter vem de uma sequência de jogos, tem pouco tempo de descanso. Que a gente possa aproveitar isso, se impor de forma física, dentro de casa. Sabemos também que não é uma equipe boba, tem muita tradição e projeções no campeonato, estão em um momento difícil. Vai ser uma guerra, Inter também precisa vencer por objetivos finais. Episódios de violência - Muito triste. Não só a questão das torcidas. Se for olhar hoje um cenário mundial as pessoas hoje estão muito impacientes, menos tolerantes. A gente vive num mundo muito intenso. Pessoas tomando remédios desde muito jovens, doenças em pessoas jovens. No todo a gente está perdendo um pouco a mão, do sentido das coisas. Internet potencializa isso, virou terra sem lei. Cada vez mais, não só eu, como todo mundo que tem a oportunidade de criar novas gerações, de poder ter filhos, mudar esse tipo de educação. Nós somos exemplos e o reflexo da sociedade. Muito triste essas cenas lamentáveis, não só aqui, em todo mundo, principalmente no Brasil. Ter um pouco mais de paciência, viver a vida de forma mais leve. Sou muito a favor da questão da psicologia, buscar ajuda sempre é necessário para que a gente possa ter um mundo muito mais leve, mais saudável, e que a gente possa conviver em total harmonia com todo mundo. Sair jogando ou dar chutão - Muito trabalhado. Tomar decisões rápidas, precisas, não só de dar o passe, chutão, de fazer as coberturas, Rogério pede, está inserido no nosso jogo. A gente já sabe mais ou menos a perspectiva. A gente estuda antes os adversários, os jogadores que sobem pressão, o momento que sobe pressão, os espaços que se têm no campo. E claro, também com entrosamento, qualidade do nosso grupo. Sobre tomar decisões precisas, nosso time é de muita posse, de construir as jogadas de trás. Por incrível que pareça, dois gols no Ba-Vi foram de tiros de meta longos, que a gente acabou próximo da bola e fazendo gol. Isso mostra que temos qualidade para sair jogando ou como de fazer uma bola mais longa, brigar e chegar no gol. Seleção da competição - A gente trabalha muito para primeiro entregar o melhor desempenho para o Bahia, dar o retorno, alegria para a torcida. Isso é uma consequência do trabalho diário. Claro, a gente trabalha para isso, reconhecimento da torcida, imprensa. Prêmio individual importante, mas primeiro trabalho para entregar resultados, desempenhar o meu melhor. Isso só acontece com times que estão brigando por coisas grandes, e é importantíssimo esse reconhecimento individual. Evolução - O que eu mais evoluí foi entender melhor o modelo de jogo. Algo muito novo. Atlético-GO tinha modelo diferente de jogo. Aprendi muitas coisas diferentes aqui, mínimos detalhes. Você demora para se adaptar. Conhecer os jogadores, a característica de cada um. A partir do momento que consegui entrosar, foi muito importante. Mas não posso deixar de destacar aqui o trabalho do Duda [Varjão] nesse processo. Sempre teve muita convicção no meu trabalh, para que eu desse volta por cima. Me deixou muito tranquilo. Claro, conselhos de Rogério Ceni para entender o sistema de jogo. E minha família foi crucial nessa volta por cima, com apoio e carinho. Todo mundo foi importante para que eu pudesse viver a fase que estou vivendo hoje.
Ronaldo projeta o Bahia em momento de virada por vaga na Libertadores
Assista à íntegra do Segue o BAba 293 O Bahia tenta voltar a vencer como mandante no Campeonato Brasileiro no desafio deste domingo, contra o Internacional. Para isso, Ronaldo acredita que o resultado positivo no Ba-Vi 508 pode significar uma virada de chave tricolor na competição. O goleiro foi o escolhido para a entrevista coletiva desta sexta-feira e falou sobre o assunto. Siga o ge Bahia nos Canais do WhatsApp Veja quem chega e quem sai do Bahia "Que no domingo a gente faça um grande jogo, com boa atmosfera da torcida e saindo todo mundo feliz". Ronaldo em entrevista coletiva no Bahia Rafael Rodrigues/ECBahia - O clássico foi uma virada de chave. A torcida tem comparecido, a gente tem tentado fazer nosso melhor, entregado raça, disposição. Os resultados não têm vindo, mas que essa virada de chave traga mais sorte para a nossa sequência. Todo jogo em casa ou fora é muito difícil. Para contextualizar, é importante lembrar que o Bahia bateu o Vitória fora de casa por 2 a 0, no último domingo, e finalizou uma sequência de cinco empates consecutivos. O Tricolor é o terceiro melhor visitante do Brasileirão, mas tenta contra o Inter melhorar os números como mandante. Até agora, são apenas quatro vitórias em 12 partidas. O bom resultado neste próximo jogo vai servir para o Bahia se manter firme na briga por vaga no G-5 que garante Libertadores em 2027. O time de Rogério Ceni chega para a 25ª rodada com 37 pontos, na sexta colocação. - Pegar muita coisa que foi feita no clássico, equipe entrou muito concentrada. Não tivemos erros, isso vai dando confiança. O importante foi todo mundo focado, buscando o mesmo objetivo. Esse clássico torço para que tenha virado a chavinha, que esses empates fiquem para trás. Que a gente possa ter uma sequência positiva, Campeonato Brasileiro é muito difícil, nos restam 14 finais para concluir bem esse ano - disse Ronaldo. + Veja mais notícias sobre o Bahia + Veja a classificação do Campeonato Brasileiro O Bahia recebe o Internacional às 19h30 (de Brasília) deste domingo, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova. Você pode acompanhar todos os detalhes da partida no Tempo Real do ge. +🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Veja outros trechos da entrevista coletiva de Ronaldo Internacional calendário cheio - Muito ruim ter calendário aberto, estar fora de algumas competições. Mas o importante é que estamos conseguindo ter bom desempenho físico, trabalhar bem tecnicamente, taticamente para desempenhar um bom futebol. O clássico foi importante para demonstrar isso. O Inter vem de uma sequência de jogos, tem pouco tempo de descanso. Que a gente possa aproveitar isso, se impor de forma física, dentro de casa. Sabemos também que não é uma equipe boba, tem muita tradição e projeções no campeonato, estão em um momento difícil. Vai ser uma guerra, Inter também precisa vencer por objetivos finais. Episódios de violência - Muito triste. Não só a questão das torcidas. Se for olhar hoje um cenário mundial as pessoas hoje estão muito impacientes, menos tolerantes. A gente vive num mundo muito intenso. Pessoas tomando remédios desde muito jovens, doenças em pessoas jovens. No todo a gente está perdendo um pouco a mão, do sentido das coisas. Internet potencializa isso, virou terra sem lei. Cada vez mais, não só eu, como todo mundo que tem a oportunidade de criar novas gerações, de poder ter filhos, mudar esse tipo de educação. Nós somos exemplos e o reflexo da sociedade. Muito triste essas cenas lamentáveis, não só aqui, em todo mundo, principalmente no Brasil. Ter um pouco mais de paciência, viver a vida de forma mais leve. Sou muito a favor da questão da psicologia, buscar ajuda sempre é necessário para que a gente possa ter um mundo muito mais leve, mais saudável, e que a gente possa conviver em total harmonia com todo mundo. Sair jogando ou dar chutão - Muito trabalhado. Tomar decisões rápidas, precisas, não só de dar o passe, chutão, de fazer as coberturas, Rogério pede, está inserido no nosso jogo. A gente já sabe mais ou menos a perspectiva. A gente estuda antes os adversários, os jogadores que sobem pressão, o momento que sobe pressão, os espaços que se têm no campo. E claro, também com entrosamento, qualidade do nosso grupo. Sobre tomar decisões precisas, nosso time é de muita posse, de construir as jogadas de trás. Por incrível que pareça, dois gols no Ba-Vi foram de tiros de meta longos, que a gente acabou próximo da bola e fazendo gol. Isso mostra que temos qualidade para sair jogando ou como de fazer uma bola mais longa, brigar e chegar no gol. Seleção da competição - A gente trabalha muito para primeiro entregar o melhor desempenho para o Bahia, dar o retorno, alegria para a torcida. Isso é uma consequência do trabalho diário. Claro, a gente trabalha para isso, reconhecimento da torcida, imprensa. Prêmio individual importante, mas primeiro trabalho para entregar resultados, desempenhar o meu melhor. Isso só acontece com times que estão brigando por coisas grandes, e é importantíssimo esse reconhecimento individual. Evolução - O que eu mais evoluí foi entender melhor o modelo de jogo. Algo muito novo. Atlético-GO tinha modelo diferente de jogo. Aprendi muitas coisas diferentes aqui, mínimos detalhes. Você demora para se adaptar. Conhecer os jogadores, a característica de cada um. A partir do momento que consegui entrosar, foi muito importante. Mas não posso deixar de destacar aqui o trabalho do Duda [Varjão] nesse processo. Sempre teve muita convicção no meu trabalh, para que eu desse volta por cima. Me deixou muito tranquilo. Claro, conselhos de Rogério Ceni para entender o sistema de jogo. E minha família foi crucial nessa volta por cima, com apoio e carinho. Todo mundo foi importante para que eu pudesse viver a fase que estou vivendo hoje.
