Ponte Preta 0 x 2 Juventude | Melhores momentos | 32 ª rodada | Brasileiro Série B 2026 O auxiliar Nenê Santana reconheceu que o rebaixamento da Ponte Preta para a Série C foi construído ao longo da campanha e não apenas na derrota para o Cuiabá, no último sábado. Após a derrota por 2 a 0 para o Juventude, nesta terça-feira, em Indaiatuba, ele foi o primeiro representante do clube a falar desde a confirmação da queda. + ge Ponte Preta tem canal no WhatsApp; clique aqui para seguir! + Veja mais notícias da Macaca no ge - O rebaixamento não ocorreu no último jogo. O rebaixamento ocorreu desde o início do campeonato. Sabíamos que passaríamos dificuldade desde o início e o resultado foi esse. A chegada do Gilson Kleina melhorou o ânimo no vestiário e a gente vê os jogadores mais motivados, mas infelizmente isso não tem sido suficiente - afirmou Nenê. Ponte x Juventude Anderson Romão/AGIF A Ponte segue na lanterna da Série B, com 13 pontos. A derrota para o Juventude foi a 25ª em 32 partidas disputadas. Nenê Santana também relacionou as dificuldades dentro de campo ao cenário financeiro do clube. Segundo ele, os problemas extracampo afetaram o elenco e as condições de trabalho ao longo da temporada. - Eu não posso comparar a situação atual com a época em que eu joguei. Foram épocas de grandes conquistas, mas as dificuldades atuais, principalmente financeiras, afetaram todas as áreas do clube. Afetam o elenco, a condição do trabalho, em tudo. Todo mundo está se esforçando para melhorar as condições, mas isso não vai acontecer do dia para a noite. Estamos aqui porque acreditamos na volta por cima. Nenê Santana Marcos Ribolli O auxiliar também comentou o público de apenas 352 torcedores no Ítalo Mário Limongi. A partida foi disputada em Indaiatuba porque o gramado do Moisés Lucarelli passa por reforma. Para Nenê, a baixa presença nas arquibancadas é consequência da temporada da Ponte, que também foi rebaixada no Campeonato Paulista. - Eu acho que o público baixo é uma consequência do nosso ano. Fomos rebaixados no Paulista, começamos mal a Série B e o torcedor foi perdendo a paciência. Tudo tem limite. É difícil o torcedor sair de Campinas, vir para Indaiatuba em uma noite chuvosa, e a gente precisa entender isso. Quando as coisas melhorarem, a Ponte vai recuperar o seu torcedor. É por isso que estamos trabalhando. 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google A mudança de estádio também foi abordada pelo auxiliar. Ele afirmou que a prioridade seria continuar jogando em Campinas, mas a situação do gramado obrigou a equipe a atuar em Indaiatuba. - Há um problema no gramado do Moisés Lucarelli e precisávamos arrumar isso. A nossa melhor opção seria jogar em Campinas, mas vir para Indaiatuba foi uma necessidade para solucionar o problema do gramado. Mesmo já rebaixada, a Ponte ainda tem seis partidas pela frente na Série B. A comissão técnica estabeleceu como objetivo somar o maior número possível de pontos até o fim da competição. - Nós estipulamos uma meta de tentar conquistar o máximo de pontos nessa reta final. Os jogadores estão confiantes de que isso é possível e vamos lutar para terminar de maneira digna. Esses jogadores estão aqui, com toda dificuldade do mundo, mas honram o clube. A Ponte volta a campo no dia 12 de outubro, segunda-feira, contra o Novorizontino, fora de casa, pela 33ª rodada. Assista: reveja as matérias do Globo Esporte Campinas