"Estádio amarelo": como força da imigração faz a Colômbia se sentir em casa na Copa do Mundo
Seleção Copa analisa a vitória com classificação da Colômbia sobre Gana Nos últimos minutos da vitória da Colômbia por 1 a 0 sobre Gana, na sexta-feira, cada troca de passes da seleção sul-americana era acompanhada por gritos de "olé!", em coro. O estádio do Kansas estava tomado pelo amarelo do uniforme (e da bandeira) da Colômbia, num movimento que se tornou comum na Copa do Mundo. A Colômbia é o país hispânico sul-americano com maior presença nos Estados Unidos. O número de imigrantes é estimado em 1,4 milhão de pessoas, segundo dados do Pew Research Center, referentes a 2021. + Colômbia consolida um dos melhores desempenhos desta Copa + "Atenção, Argentina": imprensa internacional destaca Colômbia e projeta eventual confronto Torcida colombiana, em Colômbia x Gana Reuters E a Copa do Mundo tem sido uma possibilidade de a robusta população colombiana confraternizar e matar a saudade das estrelas do futebol do país. No jogo diante de Gana, o estádio de Kansas tinha ampla maioria de torcedores da Colômbia, muitos utilizando adereços tradicionais do país, como sombreros e arcos de flores. E empurraram o time durante toda a partida, mesmo nos momentos em que o futebol apresentado em campo contrastava com a empolgação da arquibancada. — Outra vez jogando em casa praticamente, muito contente por isso. Dá muita força para nós, para estarmos muito motivados. A verdade é que são uma parte fundamental de nós e agradeço demais a eles — afirmou o atacante Luís Díaz, ao fim do jogo contra Gana. Luís Súarez, em Colômbia x Gana, Copa do Mundo Reuters + Veja todos os confrontos do mata-mata da Copa do Mundo Sentimento compartilhado pelo companheiro de ataque Luís Suárez. — Nesta Copa do Mundo sempre nos sentimos jogando em casa. Nós sentimos isso em cada recepção no nosso hotel, no "banderazo" que também fazem no nosso hotel quando saímos para o estádio, ao cantar o hino. Acho que a Colômbia é um povo muito grande, muito bonito, com muita gente espalhada pelo mundo e acho que eles nos fazem sentir esse calor colombiano, o que é sempre muito gratificante. E, acima de tudo, também é importante dar-lhes a alegria como demos hoje, porque eles são aquela nossa força dentro do jogo quando as energias estão acabando — considerou. Os jogadores contam com sua torcida novamente nas oitavas de final, contra a Suíça, na terça-feira. Desta vez, em Vancouver, no Canadá.
Seleção Copa analisa a vitória com classificação da Colômbia sobre Gana Nos últimos minutos da vitória da Colômbia por 1 a 0 sobre Gana, na sexta-feira, cada troca de passes da seleção sul-americana era acompanhada por gritos de "olé!", em coro. O estádio do Kansas estava tomado pelo amarelo do uniforme (e da bandeira) da Colômbia, num movimento que se tornou comum na Copa do Mundo. A Colômbia é o país hispânico sul-americano com maior presença nos Estados Unidos. O número de imigrantes é estimado em 1,4 milhão de pessoas, segundo dados do Pew Research Center, referentes a 2021. + Colômbia consolida um dos melhores desempenhos desta Copa + "Atenção, Argentina": imprensa internacional destaca Colômbia e projeta eventual confronto Torcida colombiana, em Colômbia x Gana Reuters E a Copa do Mundo tem sido uma possibilidade de a robusta população colombiana confraternizar e matar a saudade das estrelas do futebol do país. No jogo diante de Gana, o estádio de Kansas tinha ampla maioria de torcedores da Colômbia, muitos utilizando adereços tradicionais do país, como sombreros e arcos de flores. E empurraram o time durante toda a partida, mesmo nos momentos em que o futebol apresentado em campo contrastava com a empolgação da arquibancada. — Outra vez jogando em casa praticamente, muito contente por isso. Dá muita força para nós, para estarmos muito motivados. A verdade é que são uma parte fundamental de nós e agradeço demais a eles — afirmou o atacante Luís Díaz, ao fim do jogo contra Gana. Luís Súarez, em Colômbia x Gana, Copa do Mundo Reuters + Veja todos os confrontos do mata-mata da Copa do Mundo Sentimento compartilhado pelo companheiro de ataque Luís Suárez. — Nesta Copa do Mundo sempre nos sentimos jogando em casa. Nós sentimos isso em cada recepção no nosso hotel, no "banderazo" que também fazem no nosso hotel quando saímos para o estádio, ao cantar o hino. Acho que a Colômbia é um povo muito grande, muito bonito, com muita gente espalhada pelo mundo e acho que eles nos fazem sentir esse calor colombiano, o que é sempre muito gratificante. E, acima de tudo, também é importante dar-lhes a alegria como demos hoje, porque eles são aquela nossa força dentro do jogo quando as energias estão acabando — considerou. Os jogadores contam com sua torcida novamente nas oitavas de final, contra a Suíça, na terça-feira. Desta vez, em Vancouver, no Canadá.
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