Allan, ex-Palmeiras, foi anunciado pelo Manchester City como novo reforço Diretores de clubes da Championship, a segunda divisão da Inglaterra, são contra a possibilidade de o Manchester City disputar o campeonato caso seja punido com o rebaixamento. Considerado pela Premier League culpado de 115 acusações relacionadas a infrações financeiras, o clube corre risco de sofrer severas sanções. Em depoimentos à emissora inglesa Sky Sports, dirigentes afirmaram que a presença do City na divisão de acesso não traria "absolutamente nenhum benefício" e destruiria a competitividade do torneio devido ao abismo financeiro entre as equipes. — Que benefício a Championship teria com a queda do Manchester City? Absolutamente nenhum. O orçamento deles é tão gigantesco que eles simplesmente atropelariam a segunda divisão e subiriam direto de volta. Isso mataria uma vaga de acesso para os outros clubes. Não existe nenhuma equipe na Championship que consiga lidar com esse nível de riqueza — afirmou um dos diretores consultados. Rivais do Manchester City exigem punição severa da Premier League Etihad Airways estuda ação legal contra Premier League por prejuízos Segundo a Sky Sports, outro dirigente da segunda divisão completou: — Quem quer que esteja tomando a decisão sobre qualquer sanção precisa preservar a integridade de toda a pirâmide do futebol inglês, e não pensar apenas na Premier League. Se o Manchester City for expulso da elite, não deveria ser automático que simplesmente entrassem na Championship. Essa decisão deveria ser nossa. Eles deveriam ter que reconquistar o seu espaço no futebol inglês. Embora nenhuma sanção tenha sido aplicada de forma definitiva, o Manchester City corre o risco de parar na segunda divisão caso seja punido com uma perda drástica de pontos na tabela ou com a expulsão direta da Premier League. No entanto, o cenário ainda depende do julgamento dos recursos, e a expectativa é de que o clube formalize sua contestação contra a decisão até sexta-feira, dia 2 de outubro. Logo do Manchester City do lado de fora do Etihad Stadium, estádio do clube. OLI SCARFF / AFP A punição ao clube inglês se deve à conclusão de uma investigação da comissão independente da Premier League. O órgão constatou que, entre as temporadas 2009/10 e 2017/18, o clube organizou contratos fictícios com parceiros comerciais para inflar suas receitas em mais de £ 900 milhões De acordo com a acusação, o City registrou contas falsas, violou significativamente os limites de gastos e não cumpriu com o dever de cooperação de boa-fé durante o processo. O clube nega categoricamente as acusações e se diz inocente. Em nota oficial, o Manchester City declarou-se "tão desapontado quanto surpreso" com o veredicto e garantiu ter um "corpo abrangente de provas irrefutáveis" para reverter a decisão, afirmando que será "implacável e proativo" nos tribunais para se defender.