Corinthians x Atlético-MG: dicas, palpites e chances no Brasileirão
Corinthians x Atlético-MG: informações e palpite para o jogo O Corinthians é historicamente dominante quando recebe o Atlético-MG, mas há dez anos vem encontrando mais dificuldades em casa. Desde 2016, se enfrentaram dez vezes, com duas vitórias do Corinthians, cinco empates e três vitórias do Atlético. Desde 2006, pela Série A foram oito vitórias do mandante Corinthians, seis empates e quatro vitórias mineiras em 18 confrontos. + Veja a classificação e a artilharia do Brasileirão + O Cartola Feminino Petrobras começou. Escale seu time e dispute com amigos Desta vez, a equipe paulista está com a 14ª campanha mandante (3 V, 2 E, 3 D, 46%), com o segundo melhor ataque (oito gols, média 1,00) e a oitava defesa (oito gols sofridos). Não fez e não sofreu gol em três dos oito jogos em casa (38%), pior desempenho ofensivo e quinto melhor defensivo. O Atlético está com o 13º desempenho visitante (2 V, 0 E, 6 D, 25%), com o 11º ataque (oito gols, 1,00) e a quarta melhor defesa caseira (dez gols sofridos, 1,25). Não fez gol em cinco dos oito jogos fora (63%), pior marca ofensiva visitante, e não levou gol em uma partida (13%), 12ª marca ofensiva. São duas equipes, portanto, com o maior índice de jogos sem fazer gol nesta condição de mando. A eficiência ofensiva é um dos grandes problemas de ambas no Brasileirão. Gato Mestre O Corinthians é o terceiro mandante que menos finaliza, com média 12,1, e está com a segunda pior eficiência ofensiva, com um gol a cada 12,1 tentativas. O Atlético está com a quinta pior eficiência forasteira, um gol a cada 12,6 tentativas, e a sexta maior produtividade (12,6), com média de um gol por partida. Defensivamente, o Corinthians é tanto o oitavo mandante em finalizações sofridas (10,4) como em resistência defensiva, um gol sofrido a cada 11,9 conclusões contrárias. O Atlético-MG é o nono visitante em finalizações sofridas (13,4), com a quinta maior resistência defensiva, um gol sofrido a cada 10,7 conclusões contrárias. Um problema no Atlético é a baixa combatividade. A equipe fica com a bola em média em 49,4% do tempo, 14ª posição nesse ranking. Quando não está com a bola, é a terceira equipe que menos desarma (12,2) e a equipe com a menor média de faltas cometidas (11,1). Na soma, tem a menor média de ações de combate, com média de 23,3 por partida. Já o Corinthians tem a quinta maior posse de bola do campeonato (52,4%), com a décima média de desarmes (13,7) e a 11ª de faltas cometidas (13,6). Na soma, é a décima equipe em ações de combate, com média 27,3 por partida. Dos últimos dez gols marcados pela equipe paulista, seis foram resultado de trocas de passes rasteiros. O Atlético sofreu assim quatro dos últimos dez gols, sem contar dois gols que levou em cobranças de pênalti. Sem contar dois gols de pênalti, a equipe mineira marcou metade dos últimos dez gols usando bolas altas e metade em lances rasteiros, mas dos últimos seis gols, cinco nasceram em trocas de passes rasteiros. O Corinthians sofreu metade dos últimos dez gols de cada forma. Conheça a análise dos outros jogos da rodada clicando nos links abaixo. Sábado 17h São Paulo x Botafogo Vitória x Internacional 19h Mirassol x Fluminense Grêmio x Santos 21h Flamengo x Palmeiras Domingo 16h Cruzeiro x Chapecoense Remo x Athletico-PR 18h30 Corinthians x Atlético-MG 20h30 Vasco x Bragantino Segunda-feira 20h Coritiba x Bahia Saiba como funciona o cálculo por trás do percentual de chances da Série A *As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Matheus Guimarães, Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.
Corinthians x Atlético-MG: informações e palpite para o jogo O Corinthians é historicamente dominante quando recebe o Atlético-MG, mas há dez anos vem encontrando mais dificuldades em casa. Desde 2016, se enfrentaram dez vezes, com duas vitórias do Corinthians, cinco empates e três vitórias do Atlético. Desde 2006, pela Série A foram oito vitórias do mandante Corinthians, seis empates e quatro vitórias mineiras em 18 confrontos. + Veja a classificação e a artilharia do Brasileirão + O Cartola Feminino Petrobras começou. Escale seu time e dispute com amigos Desta vez, a equipe paulista está com a 14ª campanha mandante (3 V, 2 E, 3 D, 46%), com o segundo melhor ataque (oito gols, média 1,00) e a oitava defesa (oito gols sofridos). Não fez e não sofreu gol em três dos oito jogos em casa (38%), pior desempenho ofensivo e quinto melhor defensivo. O Atlético está com o 13º desempenho visitante (2 V, 0 E, 6 D, 25%), com o 11º ataque (oito gols, 1,00) e a quarta melhor defesa caseira (dez gols sofridos, 1,25). Não fez gol em cinco dos oito jogos fora (63%), pior marca ofensiva visitante, e não levou gol em uma partida (13%), 12ª marca ofensiva. São duas equipes, portanto, com o maior índice de jogos sem fazer gol nesta condição de mando. A eficiência ofensiva é um dos grandes problemas de ambas no Brasileirão. Gato Mestre O Corinthians é o terceiro mandante que menos finaliza, com média 12,1, e está com a segunda pior eficiência ofensiva, com um gol a cada 12,1 tentativas. O Atlético está com a quinta pior eficiência forasteira, um gol a cada 12,6 tentativas, e a sexta maior produtividade (12,6), com média de um gol por partida. Defensivamente, o Corinthians é tanto o oitavo mandante em finalizações sofridas (10,4) como em resistência defensiva, um gol sofrido a cada 11,9 conclusões contrárias. O Atlético-MG é o nono visitante em finalizações sofridas (13,4), com a quinta maior resistência defensiva, um gol sofrido a cada 10,7 conclusões contrárias. Um problema no Atlético é a baixa combatividade. A equipe fica com a bola em média em 49,4% do tempo, 14ª posição nesse ranking. Quando não está com a bola, é a terceira equipe que menos desarma (12,2) e a equipe com a menor média de faltas cometidas (11,1). Na soma, tem a menor média de ações de combate, com média de 23,3 por partida. Já o Corinthians tem a quinta maior posse de bola do campeonato (52,4%), com a décima média de desarmes (13,7) e a 11ª de faltas cometidas (13,6). Na soma, é a décima equipe em ações de combate, com média 27,3 por partida. Dos últimos dez gols marcados pela equipe paulista, seis foram resultado de trocas de passes rasteiros. O Atlético sofreu assim quatro dos últimos dez gols, sem contar dois gols que levou em cobranças de pênalti. Sem contar dois gols de pênalti, a equipe mineira marcou metade dos últimos dez gols usando bolas altas e metade em lances rasteiros, mas dos últimos seis gols, cinco nasceram em trocas de passes rasteiros. O Corinthians sofreu metade dos últimos dez gols de cada forma. Conheça a análise dos outros jogos da rodada clicando nos links abaixo. Sábado 17h São Paulo x Botafogo Vitória x Internacional 19h Mirassol x Fluminense Grêmio x Santos 21h Flamengo x Palmeiras Domingo 16h Cruzeiro x Chapecoense Remo x Athletico-PR 18h30 Corinthians x Atlético-MG 20h30 Vasco x Bragantino Segunda-feira 20h Coritiba x Bahia Saiba como funciona o cálculo por trás do percentual de chances da Série A *As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Matheus Guimarães, Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.
Full article body is being fetched in the background. Refresh in a moment to see the complete paragraphs. For now this page shows a summary and AI analysis.