No limite para defender e para atacar. Longe de ser bonito, mas com muitos méritos. É neste caminho que o Atlético se encontrou no pós-Copa e venceu o Bragantino por 1 a 0, em Bragança Paulista, pelo duelo de ida das oitavas de final da Sul-Americana. + 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Domínguez promoveu o retorno dos jogadores considerados titulares - como Lodi, Natanael, Lyanco, Victor Hugo e Cuello - e bancou a manutenção de Reinier na vaga de Cassierra. Mais notícias do Atlético Domínguez se derrete por Everson em vitória do Atlético A ideia foi posicionar o time compactamente e de uma forma que conseguisse chegar com poucos passes ao ataque. A marcação se destacou nos primeiros minutos, bem ajustada, e sem deixar que o Bragantino progredisse com facilidade. Agustín Sant'Anna Renan Lodi Bragantino Atlético-MG Nelson Almeida/AFP Um caminho com a bola era explorar a velocidade de Cuello pelo lado direito. Everson tentou algumas ligações com o argentino. A melhor oportunidade foi por ali, quando o atacante acionou Victor Hugo aberto. O meia cortou a marcação, puxou para dentro e soltou o pé, exigindo grande defesa de Cleiton. + Atuações do Atlético-MG: Igor Gomes dá assistência de camisa 10 em vitória O Atlético começou a se soltar mais ao ataque deu o corredor para o Lodi ocupar o espaço. O jogo ficou mais aberto e com chegadas dos dois lados. Melhor para o Massa Bruta, que ficou mais perto do gol. Herrera e Sasha finalizaram para fora. Bragantino x Atlético Pedro Souza / Atlético A volta do intervalo trouxe um sintoma preocupante: um Atlético com maior dificuldade de controlar o jogo e ferir o Bragantino. Vendo isso, Domínguez mexeu e colocou Igor Gomes, Alan Minda e Cassierra. As trocas surtiram efeito. A equipe melhorou em qualidade técnica e conseguiu mais profundidade no ataque. O suficiente para sair na frente. Igor Gomes recebeu de costas no meio, girou e fez o lançamento para Cuello. O atacante ficou na cara do gol, mas errou o domínio. Nisso, Cleiton não segurou a bola, e o argentino só teve o trabalho de empurrar para o gol. Cuello comemorando gol; Bragantino x Atlético-MG NELSON ALMEIDA / AFP Em vantagem, o Atlético ficou confortável para recuar e apostar nos contra-ataques para liquidar o jogo. O problema é que o time não conseguiu ativar o ataque e praticamente se defendeu até o último minuto. O Bragantino partiu para cima na marra e colocou a bola na área. Teve volume e chances para empatar. Nesse momento, Everson mostrou importância e garantiu o resultado. Se recuperou da atuação ruim diante do Remo. Pedro Daniel comenta janela e prevê fim de novela do Atlético-MG com Fred Dentro das próprias limitações, o Atlético aprendeu a jogar para ser um time mais competitivo fora de casa. A consistência é vista principalmente nos números. Já são oitenta dias sem saber o que é perder. Vaga na Copa do Brasil, vantagem na Sul-Americana e melhor colocado no Brasileiro. Será o suficiente para o clube atingir seus objetivos no ano? É cedo para dizer, mas as vitórias ajudam nas correções e deixam o ambiente mais leve para os próximos desafios. + ✅ Clique aqui e siga o canal da torcida do Galo no WhatsApp! Assista: tudo sobre o Atlético no ge, na Globo e no Sportv 🎧 Ouça o podcast ge Atlético 🎧
Análise: Atlético-MG aumenta sequência invicta e cria "casca" para jogar como visitante
No limite para defender e para atacar. Longe de ser bonito, mas com muitos méritos. É neste caminho que o Atlético se encontrou no pós-Copa e venceu o Bragantino por 1 a 0, em Bragança Paulista, pelo duelo de ida das oitavas de final da Sul-Americana. + 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Domínguez promoveu o retorno dos jogadores considerados titulares - como Lodi, Natanael, Lyanco, Victor Hugo e Cuello - e bancou a manutenção de Reinier na vaga de Cassierra. Mais notícias do Atlético Domínguez se derrete por Everson em vitória do Atlético A ideia foi posicionar o time compactamente e de uma forma que conseguisse chegar com poucos passes ao ataque. A marcação se destacou nos primeiros minutos, bem ajustada, e sem deixar que o Bragantino progredisse com facilidade. Agustín Sant'Anna Renan Lodi Bragantino Atlético-MG Nelson Almeida/AFP Um caminho com a bola era explorar a velocidade de Cuello pelo lado direito. Everson tentou algumas ligações com o argentino. A melhor oportunidade foi por ali, quando o atacante acionou Victor Hugo aberto. O meia cortou a marcação, puxou para dentro e soltou o pé, exigindo grande defesa de Cleiton. + Atuações do Atlético-MG: Igor Gomes dá assistência de camisa 10 em vitória O Atlético começou a se soltar mais ao ataque deu o corredor para o Lodi ocupar o espaço. O jogo ficou mais aberto e com chegadas dos dois lados. Melhor para o Massa Bruta, que ficou mais perto do gol. Herrera e Sasha finalizaram para fora. Bragantino x Atlético Pedro Souza / Atlético A volta do intervalo trouxe um sintoma preocupante: um Atlético com maior dificuldade de controlar o jogo e ferir o Bragantino. Vendo isso, Domínguez mexeu e colocou Igor Gomes, Alan Minda e Cassierra. As trocas surtiram efeito. A equipe melhorou em qualidade técnica e conseguiu mais profundidade no ataque. O suficiente para sair na frente. Igor Gomes recebeu de costas no meio, girou e fez o lançamento para Cuello. O atacante ficou na cara do gol, mas errou o domínio. Nisso, Cleiton não segurou a bola, e o argentino só teve o trabalho de empurrar para o gol. Cuello comemorando gol; Bragantino x Atlético-MG NELSON ALMEIDA / AFP Em vantagem, o Atlético ficou confortável para recuar e apostar nos contra-ataques para liquidar o jogo. O problema é que o time não conseguiu ativar o ataque e praticamente se defendeu até o último minuto. O Bragantino partiu para cima na marra e colocou a bola na área. Teve volume e chances para empatar. Nesse momento, Everson mostrou importância e garantiu o resultado. Se recuperou da atuação ruim diante do Remo. Pedro Daniel comenta janela e prevê fim de novela do Atlético-MG com Fred Dentro das próprias limitações, o Atlético aprendeu a jogar para ser um time mais competitivo fora de casa. A consistência é vista principalmente nos números. Já são oitenta dias sem saber o que é perder. Vaga na Copa do Brasil, vantagem na Sul-Americana e melhor colocado no Brasileiro. Será o suficiente para o clube atingir seus objetivos no ano? É cedo para dizer, mas as vitórias ajudam nas correções e deixam o ambiente mais leve para os próximos desafios. + ✅ Clique aqui e siga o canal da torcida do Galo no WhatsApp! Assista: tudo sobre o Atlético no ge, na Globo e no Sportv 🎧 Ouça o podcast ge Atlético 🎧
