Fluminense 1 x 3 Vasco | Melhores momentos | Volta das oitavas | Copa do Brasil 2026 O Fluminense se despediu da Copa do Brasil, nesta quarta-feira, após perder por 3 a 1 para o Vasco no Maracanã. Após a segunda eliminação consecutiva para o rival no torneio, o técnico Luis Zubeldía chamou para si a responsabilidade pela queda precoce, ainda nas oitavas de final. — Concordo que se a postura da equipe foi ruim, a culpa é do treinador sempre. Não corremos bem no campo e não conseguimos realizar um futebol equilibrado. Não estivemos bem no primeiro tempo. Acontece da equipe ter 15 minutos ruins e reverter no jogo. Nesse caso, não foi assim. Foi o primeiro tempo todo — disse Zubeldía, acrescentando: Zubeldía lamenta eliminação e assume responsabilidade no Fluminense — Entendemos que se perdíamos muito a bola e cedíamos transição, precisávamos colocar mais um meia. No primeiro jogo tivemos muitas chances de gol, nesse não. Por isso colocamos o Nonato. Começamos o segundo tempo com duas chances de gol e eles ampliaram na primeira transição. Acho que começamos bem o segundo tempo depois de um primeiro muito ruim. Eu sempre vou confiar na equipe. Para nós, era um objetivo claro a Copa do Brasil. E o máximo responsável é o treinador. + Atuações do Fluminense: Arana e Lucho são os piores em eliminação; dê suas notas Luis Zubeldía em Fluminense 1 x 3 Vasco, nas oitavas de final da Copa do Brasil Lucas Merçon/FFC + Fluminense perde por 3 a 1 e cai para o Vasco nas oitavas de final da Copa do Brasil Esta é a segunda eliminação consecutiva do Fluminense para o Vasco na Copa do Brasil, a décima queda para o rival no século. Em 2025, o clube tricolor caiu na semifinal. Nesta edição, a equipe comandada por Luis Zubeldía se despede de forma mais precoce, nas oitavas de final. O treinador evitou comparações diretas com a eliminação passada e pediu um voto de confiança da torcida. — Perdemos duas nos pênaltis. O contexto é importante. São coisas diferentes. O torcedor tem de acreditar na equipe, nos jogadores e nos dirigentes. Paulo (Angioni, diretor de futebol) e Mário (Bittencourt, diretor geral) têm feito um bom trabalho nos últimos anos. O Fluminense vai fazer uma grande Libertadores. Não tem dúvida disso. O Fluminense volta a campo no próximo sábado, às 21h (horário de Brasília), para enfrentar o rival Botafogo. O clássico é válido pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Zubeldía cita as causas para a eliminação do Fluminense Outros tópicos da entrevista coletiva de Luis Zubeldía: Sofreu nó tático do Vasco? — Jogamos mal. Simplificando a resposta, o máximo responsável sou eu. Fomos mal por várias razões. Fomos mal, sobretudo no primeiro tempo. No segundo, me pareceu que em algum momento poderíamos igualar os trâmites, um pouco pelo desespero de querer reverter o resultado. Ao jogar mal, simplificamos que o treinador, neste caso eu, é o máximo responsável, e está bem. Depois, a dor que todos temos por ficarmos fora da Copa do Brasil, e sempre os clássicos. Como não vou ter empatia com o torcedor? Sou o primeiro que queria ganhar. Sou o primeiro a ter empatia com toda a gente que me rodeia, sei o que significa um clássico. Nos dói a alma perder uma partida de oitavas de final da Copa do Brasil, isso sem dúvidas. Mas aqui, se joga mal, a probabilidade de perder é alta. Lamentavelmente, fizemos o pior primeiro tempo que poderíamos fazer. Fizemos um primeiro tempo ruim, não podemos nos acomodar nunca. Isso acabou pesando na partida. A má saída de bola foi uma das causas da eliminação? — Foi um dos fatores, mas prefiro não aprofundar agora. Não é o caso. Por vezes, não se consegue uma saída de bola limpa. Não foi isso. Jogamos mal em vários aspectos. A gente queria classificar, era um objetivo do grupo. A dor é grande. Estagnação no Brasileiro e o que pretende fazer nos próximos dias para mudar o cenário: — Ganhar, é o único (a fazer). Há partidas que jogamos melhor que os rivais, criamos mais situações, não é o caso de hoje. O resultado está dentro da lógica. Contra o Bahia, merecemos ganhar. Contra o Bragantino, poderíamos ter ganhado tranquilamente. É um mau momento, ficar fora da Copa do Brasil e em um clássico. Mas se ganha recobrando a confiança e a memória. Esses mesmos jogadores tiveram um grande nível também. Não seria ilógico (pensar) que vão recuperar o nível e a memória para poder ganhar. Por qual motivo Savarino e Lucho estão mal? — Não sei. Se eu soubesse, poderia antecipar várias coisas. São jogadores importantes. Acho que são momentos. Como o time estava montado, com jogadores criativos e que atacam o espaço, poderíamos ter tido melhor resultado no primeiro jogo. Hoje, eles nos dominaram. Em nenhum momento, conseguimos controlar. Depois, com as trocas, melhoramos. Se eu falar o que ocorre com eles, estaria te mentindo. Opção por Ganso, que não jogava há quase três meses, vindo do banco: — Eu expliquei na coletiva passada que esteve perto de entrar na última partida. Considerava que (o Vasco) ao ter muitos meias, muitos volantes, nós teríamos que começar a recuperar a memória com o tema dos toques. Habitualmente, fazíamos isso com o Savarino, o Lucho, os zagueiros. Em algum lado, teria que reacomodar isso. Não só com o desenho (de jogo), mas também as características, entende? Em outro momento, esse passe nós seguíamos tendo com os zagueiros, ou com o Lucho. Contra o Vasco, custou mais para nos associarmos. Contra o Bahia, não, a equipe foi crescendo, não fez falta. Contra o Bahia, o que fez falta foi a efetividade. Aqui, fazia falta jogar melhor, não perder a bola, construir um pouco mais. Sobretudo porque eles mostravam mais volantes. Não passar por (Ganso) jogar muito ou pouco. A partida parecia que estava para um jogador assim, se o Lucho não estava bem. Para mim, as características do Ganso encaixavam perfeitamente. Dirigentes garantiram a continuidade do trabalho? — Não falei nada a respeito disso. Falamos de outras coisas como grupo. A fase não é boa e, claro, a comissão se sente responsável. Pessoalmente, não estou satisfeito. A eliminação me dói muito. O objetivo era chegar à final. Não estou feliz com o trabalho de hoje. Acha que ainda tem um teto maior a alcançar com a equipe do Fluminense? — Acredito no que o Fluminense pode ser, no meu trabalho, na comissão, na gente que me rodeia. Sempre, sempre. Há bons jogadores. Não estamos passando por um bom momento, não é a nossa melhor versão. E nada mais. Acredito no que nós podemos fazer, no que todo o Fluminense pode fazer. Baque após segundo gol sofrido em contra-ataque do Vasco: — O que você diz é certo. Quando parecia que era o caminho, chegou a transição evitável, uma perda de bola. Uma lástima, porque me parecia que ia por ali a estratégia. Com o losango, poderíamos complicar mais (para o Vasco), porque estávamos travados no 4-2-3-1. Me parecia um bom caminho, mas agora temos que reconhecer que nos ganharam bem e olhar para a frente. Initial plugin text + O mercado do Cartola vai fechar! Monte seu time agora! + Compre já seus ingressos para os jogos do Fluminense + ✅Clique aqui para seguir o novo canal ge Fluminense no WhatsApp 🗞️ Leia mais notícias do Fluminense 🎧 Ouça o podcast ge Fluminense Assista: tudo sobre o Fluminense no ge, na Globo e no sportv