Veja as 10 ligas de futebol mais fortes do mundo O Atlético de Madrid se mobilizou para proteger Julián Álvarez depois das fortes vaias recebidas pelo atacante no empate por 2 a 2 com o Villarreal, no último domingo. Segundo o jornal espanhol "Marca", dirigentes, comissão técnica e jogadores formaram uma espécie de "muro de proteção" em torno do argentino em meio ao desgaste da relação com a torcida. Julián foi vaiado em diferentes momentos no Metropolitano. A primeira reação aconteceu quando seu nome foi anunciado no estádio. Os protestos se repetiram quando ele saiu para o aquecimento e novamente quando entrou em campo, aos 22 minutos do segundo tempo. A insatisfação dos torcedores está relacionada ao desejo manifestado pelo jogador de deixar o Atlético nesta janela de transferências. Julián Álvarez foi alvo de vaias e deixou gramado sozinho após Atlético de Madrid x Villarreal Reuters O episódio mais simbólico ocorreu depois do apito final. Enquanto os jogadores do Atlético permaneceram no gramado para agradecer o apoio da torcida, Julián seguiu sozinho para o vestiário. De acordo com o "Marca", a decisão foi tomada por orientação do próprio clube para evitar que o atacante fosse alvo de uma nova bronca das arquibancadas. Depois da partida, jogadores do Atlético fizeram questão de apoiar publicamente o argentino. - Acho que precisamos estar todos unidos. Julián está conosco no time e, enquanto estiver aqui, vamos apoiá-lo. Queremos que ele esteja da melhor maneira porque sabemos o que pode nos oferecer - disse Oblak à DAZN. Giuliano Simeone também adotou um discurso de defesa do companheiro e ressaltou a necessidade de união no elenco. - É um jogador nosso, então vamos morrer por ele dentro de campo e lutar juntos. Temos que estar todos juntos, puxando para o mesmo lado, porque, se não, vamos nos dividir e isso não é bom - afirmou. Atletico Madrid v Villarreal - Julián Álvarez no banco com cara de poucos amigos REUTERS/Thomas Peter A postura é compartilhada pela diretoria. Antes da partida, Mateu Alemany, diretor de futebol profissional masculino do Atlético, afirmou que a situação envolvendo Julián é discutida há meses, mas ressaltou que o atacante continua integrado ao elenco e disponível para Diego Simeone. O treinador argentino também vem defendendo Julián publicamente. Na véspera da partida contra o Villarreal, Simeone afirmou que o atacante é "importantíssimo" para os objetivos esportivos do Atlético e garantiu que pretende protegê-lo enquanto ele permanecer no clube. A crise entre Julián e parte da torcida se arrasta desde que o atacante comunicou ao Atlético o desejo de deixar o clube. Segundo o "Marca", a prioridade do argentino é uma transferência para o Barcelona. O Atlético, porém, mantém a posição de não negociar um dos principais jogadores do elenco, que tem contrato até junho de 2030. Na última semana, Miguel Ángel Gil, CEO do Atlético de Madrid, reforçou publicamente que o clube conta com Julián para a temporada. O dirigente afirmou que pretende ajudar o atacante e destacou que o argentino é considerado necessário para que a equipe possa competir com os principais clubes da Europa. Por enquanto, apesar da pressão das arquibancadas e do desejo do jogador de sair, a posição interna do Atlético é de unidade. Como resumiu o "Marca", não há fissuras entre clube, comissão técnica e elenco no apoio a Julián Álvarez.
Atlético de Madrid cria "muro de proteção" a Julián Álvarez após vaias da torcida, diz jornal
Veja as 10 ligas de futebol mais fortes do mundo O Atlético de Madrid se mobilizou para proteger Julián Álvarez depois das fortes vaias recebidas pelo atacante no empate por 2 a 2 com o Villarreal, no último domingo. Segundo o jornal espanhol "Marca", dirigentes, comissão técnica e jogadores formaram uma espécie de "muro de proteção" em torno do argentino em meio ao desgaste da relação com a torcida. Julián foi vaiado em diferentes momentos no Metropolitano. A primeira reação aconteceu quando seu nome foi anunciado no estádio. Os protestos se repetiram quando ele saiu para o aquecimento e novamente quando entrou em campo, aos 22 minutos do segundo tempo. A insatisfação dos torcedores está relacionada ao desejo manifestado pelo jogador de deixar o Atlético nesta janela de transferências. Julián Álvarez foi alvo de vaias e deixou gramado sozinho após Atlético de Madrid x Villarreal Reuters O episódio mais simbólico ocorreu depois do apito final. Enquanto os jogadores do Atlético permaneceram no gramado para agradecer o apoio da torcida, Julián seguiu sozinho para o vestiário. De acordo com o "Marca", a decisão foi tomada por orientação do próprio clube para evitar que o atacante fosse alvo de uma nova bronca das arquibancadas. Depois da partida, jogadores do Atlético fizeram questão de apoiar publicamente o argentino. - Acho que precisamos estar todos unidos. Julián está conosco no time e, enquanto estiver aqui, vamos apoiá-lo. Queremos que ele esteja da melhor maneira porque sabemos o que pode nos oferecer - disse Oblak à DAZN. Giuliano Simeone também adotou um discurso de defesa do companheiro e ressaltou a necessidade de união no elenco. - É um jogador nosso, então vamos morrer por ele dentro de campo e lutar juntos. Temos que estar todos juntos, puxando para o mesmo lado, porque, se não, vamos nos dividir e isso não é bom - afirmou. Atletico Madrid v Villarreal - Julián Álvarez no banco com cara de poucos amigos REUTERS/Thomas Peter A postura é compartilhada pela diretoria. Antes da partida, Mateu Alemany, diretor de futebol profissional masculino do Atlético, afirmou que a situação envolvendo Julián é discutida há meses, mas ressaltou que o atacante continua integrado ao elenco e disponível para Diego Simeone. O treinador argentino também vem defendendo Julián publicamente. Na véspera da partida contra o Villarreal, Simeone afirmou que o atacante é "importantíssimo" para os objetivos esportivos do Atlético e garantiu que pretende protegê-lo enquanto ele permanecer no clube. A crise entre Julián e parte da torcida se arrasta desde que o atacante comunicou ao Atlético o desejo de deixar o clube. Segundo o "Marca", a prioridade do argentino é uma transferência para o Barcelona. O Atlético, porém, mantém a posição de não negociar um dos principais jogadores do elenco, que tem contrato até junho de 2030. Na última semana, Miguel Ángel Gil, CEO do Atlético de Madrid, reforçou publicamente que o clube conta com Julián para a temporada. O dirigente afirmou que pretende ajudar o atacante e destacou que o argentino é considerado necessário para que a equipe possa competir com os principais clubes da Europa. Por enquanto, apesar da pressão das arquibancadas e do desejo do jogador de sair, a posição interna do Atlético é de unidade. Como resumiu o "Marca", não há fissuras entre clube, comissão técnica e elenco no apoio a Julián Álvarez.
