Seleção Copa debate mano a mano de Espanha x Argentina; confira o vencedor O atacante Borja Iglesias, da seleção espanhola, ironizou a possibilidade de um encontro com Donald Trump durante a final da Copa do Mundo, no próximo domingo, em Nova Jersey. O jogador afirmou que não se negará a cumprimentar o presidente dos Estados Unidos, mas espera que "o momento passe muito rápido e ele se esqueça". — Não quero que me mandem à prisão [risos]. É algo que já pensei sobre, pude imaginar a cena. Espero cumprimentá-lo em um momento que estejamos todos felizes, que passe muito rápido e eu me esqueça — declarou Iglesias à revista Panenka. Campeão mundial com a Espanha em 2010 pede ajuda a Trump para ir à final Interferência de Trump, prejuízo para o Irã e árbitro barrado: veja polêmicas da Copa Borja Iglesias disputará final da Copa do Mundo pela Espanha Ulrik Pedersen/NurPhoto via Getty Images A presença de Trump no MetLife Stadium já foi confirmada pela Casa Branca. É provável que ele participe da cerimônia de premiação. — Às vezes, você precisa se esquecer dos momentos que vive também. Creio que não seja o momento de levantar polêmicas, as pessoas sabem perfeitamente como eu opino — completou. Conhecido por se manifestar politicamente, Iglesias admitiu o desconforto com a situação, mas afirmou não ter o poder de evitar o contato com Trump. — Me encantaria fazer muitas coisas, mas a verdade é que, apesar de as pessoas pensarem que sou todo poderoso, não tenho poder para enfrentar certas coisas. É complicado, para ser sincero. Gianni Infantino, presidente da Fifa, e Donald Trump, presidente dos Estados Unidos REUTERS/Leah Millis/File Photo O atacante espanhol já tinha declarado sua rejeição a Trump antes da Copa. Em maio, ele disse ao programa espanhol "La Revuelta" que era contrário ao presidente norte-americano porque "gosta das pessoas que lutam pelo progresso e pela defesa dos valores fundamentais". Argentina e Espanha fazem a final da Copa do Mundo neste domingo, às 16h (de Brasília), em Nova Jersey, com transmissão da TV Globo, Sportv e ge tv no Globoplay. A equipe sul-americana tenta o quarto título, o bi seguido, algo que não acontece desde o Brasil em 1958/62. Os europeus querem a segunda taça.

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