Cruzeiro x Chapecoense: dicas, palpites e chances no Brasileirão
Cruzeiro X Chapecoense: informações e palpite para o jogo A Chapecoense é uma visitante muito inconveniente contra o Cruzeiro pela Série A do Brasileiro. Se enfrentaram seis vezes nos pontos corridos desde 2006 com mando cruzeirense, com duas vitórias do Cruzeiro, um empate e três vitórias da Chapecoense. + Veja a classificação e a artilharia do Brasileirão + O Cartola Feminino Petrobras começou. Escale seu time e dispute com amigos Desta vez, o Cruzeiro é o 13º colocado, com 20 pontos ganhos em 16 jogos, e a Chapecoense, a última colocada, com nove pontos em 15 jogos. A equipe mineira está com o 13º desempenho mandante (3 V, 3 E, 2 D, 50%), com o oitavo ataque (13 gols, média 1,63) e a sexta pior defesa (10 gols sofridos, 1,25). Não sofreu gol em três dos oitos jogos (38%), quinta melhor marca defensiva. Consideradas todas as competições, o Cruzeiro marcou todos os seus últimos dez gols trocando passes rasteiros (sem contar dois gols de pênalti), e a Chapecoense sofreu dessa forma sete dos últimos dez gols. A Chape também tem sido mais efetiva na troca de passes rasteiros, com seis dos últimos dez gols marcados assim. O Cruzeiro sofreu apenas três dos últimos dez gols em jogadas rasteiras. A Chapecoense ainda não venceu fora de casa (0 V, 2 E, 4 D, 11%), com o pior ataque forasteiro (três gols, 0,50) e a 13ª defesa (10 gols sofridos, 1,67). Sofreu gol em todos os jogos fora. Embora a Chape tenha a quarta maior resistência defensiva, um gol sofrido a cada 12,3 conclusões contrárias, é a que mais permite finalizações de mandantes (20,5). O Cruzeiro tem a 13ª média de finalizações (13,6), com a oitava eficiência caseira, um gol marcado a cada 8,4 tentativas. Gato Mestre No ataque a Chapecoense vive o extremo do pior dos mundos do futebol: é a visitante que menos finaliza (8,0) e a que tem a pior eficiência forasteira, um gol marcado a cada 24,0 tentativas. Embora o Cruzeiro seja o mandante que menos permita finalizações de adversários (8,3), está com a segunda menor resistência defensiva caseira, um gol sofrido a cada 6,6 conclusões contrárias, que só é melhor que a da própria Chapecoense quando mandante. Conheça a análise dos outros jogos da rodada clicando nos links abaixo. Sábado 17h São Paulo x Botafogo Vitória x Internacional 19h Mirassol x Fluminense Grêmio x Santos 21h Flamengo x Palmeiras Domingo 16h Cruzeiro x Chapecoense Remo x Athletico-PR 18h30 Corinthians x Atlético-MG 20h30 Vasco x Bragantino Segunda-feira 20h Coritiba x Bahia Saiba como funciona o cálculo por trás do percentual de chances da Série A *As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Matheus Guimarães, Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.
Cruzeiro X Chapecoense: informações e palpite para o jogo A Chapecoense é uma visitante muito inconveniente contra o Cruzeiro pela Série A do Brasileiro. Se enfrentaram seis vezes nos pontos corridos desde 2006 com mando cruzeirense, com duas vitórias do Cruzeiro, um empate e três vitórias da Chapecoense. + Veja a classificação e a artilharia do Brasileirão + O Cartola Feminino Petrobras começou. Escale seu time e dispute com amigos Desta vez, o Cruzeiro é o 13º colocado, com 20 pontos ganhos em 16 jogos, e a Chapecoense, a última colocada, com nove pontos em 15 jogos. A equipe mineira está com o 13º desempenho mandante (3 V, 3 E, 2 D, 50%), com o oitavo ataque (13 gols, média 1,63) e a sexta pior defesa (10 gols sofridos, 1,25). Não sofreu gol em três dos oitos jogos (38%), quinta melhor marca defensiva. Consideradas todas as competições, o Cruzeiro marcou todos os seus últimos dez gols trocando passes rasteiros (sem contar dois gols de pênalti), e a Chapecoense sofreu dessa forma sete dos últimos dez gols. A Chape também tem sido mais efetiva na troca de passes rasteiros, com seis dos últimos dez gols marcados assim. O Cruzeiro sofreu apenas três dos últimos dez gols em jogadas rasteiras. A Chapecoense ainda não venceu fora de casa (0 V, 2 E, 4 D, 11%), com o pior ataque forasteiro (três gols, 0,50) e a 13ª defesa (10 gols sofridos, 1,67). Sofreu gol em todos os jogos fora. Embora a Chape tenha a quarta maior resistência defensiva, um gol sofrido a cada 12,3 conclusões contrárias, é a que mais permite finalizações de mandantes (20,5). O Cruzeiro tem a 13ª média de finalizações (13,6), com a oitava eficiência caseira, um gol marcado a cada 8,4 tentativas. Gato Mestre No ataque a Chapecoense vive o extremo do pior dos mundos do futebol: é a visitante que menos finaliza (8,0) e a que tem a pior eficiência forasteira, um gol marcado a cada 24,0 tentativas. Embora o Cruzeiro seja o mandante que menos permita finalizações de adversários (8,3), está com a segunda menor resistência defensiva caseira, um gol sofrido a cada 6,6 conclusões contrárias, que só é melhor que a da própria Chapecoense quando mandante. Conheça a análise dos outros jogos da rodada clicando nos links abaixo. Sábado 17h São Paulo x Botafogo Vitória x Internacional 19h Mirassol x Fluminense Grêmio x Santos 21h Flamengo x Palmeiras Domingo 16h Cruzeiro x Chapecoense Remo x Athletico-PR 18h30 Corinthians x Atlético-MG 20h30 Vasco x Bragantino Segunda-feira 20h Coritiba x Bahia Saiba como funciona o cálculo por trás do percentual de chances da Série A *As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Matheus Guimarães, Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.
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