Voz do Setorista: Ana Canhedo explica desdobramentos da possibilidade de SAF no Santos O Santos anunciou nesta sexta-feira a assinatura de um sumário de termos com as condições para a venda de sua SAF à SDC Sports, empresa norte-americana. A assinatura do termo ainda é não vinculante e está sujeita a uma série de aprovações no Conselho Deliberativo e Assembleia Geral para avançar até uma proposta definitiva para a venda. A assinatura do "term sheet" foi anunciada em uma nota oficial conjunta entre clube e empresa. Por meio de seus sócios, a SDC agora promete apresentar o projeto para os conselheiros do clube e também para o Comitê de Gestão, em reunião marcada para o dia 31 de agosto. Mais sobre o Santos: + Mayke consegue rescisão de contrato, e CBF publica no BID + Santos inicia preparação para enfrentar o Athletico-PR Nos últimos cinco meses foi realizada uma "duo dillegence" (diligência dupla) tanto no Santos, quanto na empresa. Para as duas partes entenderem a saúde financeira de cada uma: a SDC conferiu se os documentos que recebeu diziam respeito à verdade, e o Santos se a empresa tem capacidade de comprá-lo. A conclusão foi positiva para os dois lados. Em fevereiro, a oferta foi de R$ 1 bilhão em aporte para o futebol e mais R$ 1 bilhão no pagamento de dívidas por 80% do controle do clube. Confira a nota oficial do Santos e da SDC Sports: "O Santos FC e a SDC Sports assinaram um term sheet não vinculante para a aquisição, pela SDC Sports, de uma participação acionária de controle na Santos SAF. Os termos refletem cinco meses de diligência conduzida com o apoio da Rothschild & Co., Alvarez & Marsal e BMA, desde a apresentação da proposta não vinculante em 20 de fevereiro de 2026, abrangendo os ativos, passivos e operações do Clube. O Santos FC conta com a assessoria da XP Investimentos, da EXA Capital, da Press FC e do escritório Bichara e Motta Advogados. “Além do compromisso de aporte de capital, nós pretendemos investir nas quatro áreas que sempre definiram o Clube: a base, para que o Santos volte a formar e reter os melhores jovens talentos do futebol brasileiro; a infraestrutura, começando pelos CTs Rei Pelé e Meninos da Vila e pelas instalações utilizadas diariamente pelos atletas, sempre em respeito ao patrimônio e à identidade do Clube, representados também pela Vila Belmiro; a marca, para que o reconhecimento global do Clube seja refletido em sua presença comercial e midiática; e o futebol profissional, para que o desempenho dentro de campo esteja à altura da história e do escudo do Santos.”, afirmaram Michael Lipman, Managing Partner da SDC Sports, e Diego Garcia, Co-Founder & Managing Partner da St. Dominique Capital. A SDC Sports apresentará agora o projeto ao Conselho Deliberativo. A conclusão de qualquer transação permanece condicionada, entre outros fatores, à obtenção das alterações estatutárias e aprovações internas aplicáveis pelos órgãos de governança competentes do Clube, incluindo o Conselho Deliberativo e a Assembleia Geral de Associados, à conclusão satisfatória da diligência confirmatória de parte a parte e à assinatura da documentação definitiva. “Você não compra um clube como o Santos; você assume a responsabilidade de receber a oportunidade de fazer parte dele”, afirmaram Michael Lipman e Diego Garcia. “Nossa ambição é recolocar este clube no lugar que sua história diz que ele deve ocupar. Isso começa com uma base sólida e começa com o Conselho Deliberativo conhecendo o projeto e as pessoas que estão por trás dele.” “Desde o primeiro dia da nossa gestão, deixamos claro que era nosso dever avaliar todas as alternativas capazes de fortalecer o Santos FC, inclusive uma eventual transformação em SAF. A assinatura deste term sheet representa um passo importante nessa trajetória. O projeto será agora apresentado ao Conselho Deliberativo, em total respeito à governança do Clube. Nosso compromisso permanece o mesmo: fortalecer o Santos FC, preservar sua história e atuar sempre no melhor interesse dos associados e torcedores”, afirmou Marcelo Teixeira, Presidente do Santos FC." Entrevista dos sócios Os sócios da SDC Sports, também chamada de Saint-Dominique Capital, dos Estados Unidos, falaram publicamente pela primeira vez sobre a conclusão da diligência de cinco meses no Santos. À Revista Pipeline, do Valor Econômico, Michael Lipman, Jesse Fioranelli e Diego Garcia, os três que estão à frente do projeto, falaram sobre o interesse e os planos para o clube e também sobre Neymar. – Neymar significa muito para este clube e para o futebol. Neste momento, seu foco está em liderar o time em campo – e é exatamente onde ele deve estar. Qual será seu papel além disso é uma conversa para o momento certo, e não temos pressa em forçá-la. Essas conversas funcionam melhor quando nos afastamos do ruído, colocando a escuta em primeiro lugar. S – Se fizermos isso da maneira certa, acreditamos que existe uma forma real de apoiar o Santos no longo prazo, e não apenas neste momento – disse Fioranelli, que é diretor de futebol na SDC. Fioranelli foi executivo em clubes como Lazio, Roma e Milan, na Itália. Segundo ele, os sócios ainda não conversaram com Neymar e seu pai. Já Lipman, que é sócio-diretor da empresa, e carrega na bagagem operações na NFL e na UEFA Euro, tentou assegurar que o Santos não foi escolhido à toa. – É um dos clubes mais tradicionais do mundo do futebol, o clube que deu Pelé ao esporte e que, mais tarde, moldou o início das carreiras de jogadores como Neymar e Rodrygo. Poucas academias em qualquer lugar do mundo produziram um impacto tão consistente no esporte. Essa história, combinada com a marca, a tradição da base e a torcida, dá ao Santos a base necessária para voltar a competir no mais alto nível, desde que haja a estrutura adequada por trás disso. Não começamos com o objetivo de comprar um clube. Partimos da busca por uma instituição na qual capital paciente pudesse fazer uma diferença geracional, e o Santos foi a resposta mais clara a essa pergunta. – Avaliamos amplamente oportunidades no Brasil e no exterior antes de chegar ao Santos. O que o diferenciou foi a combinação de história, uma academia que liderou o futebol brasileiro por gerações e uma torcida tão grande que é relevante não apenas comercialmente, mas também culturalmente, no Brasil e internacionalmente. Pouquíssimos clubes no mundo têm as três coisas – disse Lipman. Os sócios terão uma reunião com o Comitê Gestor do Santos no dia 31 de agosto, de forma híbrida, para se apresentarem à diretoria do clube. Diligência O grupo iniciou uma diligência no clube no início de março para avaliar se todos os documentos e informações que recebeu previamente sobre a situação financeira eram verdadeiros. 🔍 Uma proposta vinculante significa que a pessoa ou empresa que oferece algo assume um compromisso mais firme, e a outra parte pode confiar naqueles termos. Esse tipo de proposta costuma trazer elementos mais definidos, como preço, prazo, objeto do acordo e possíveis condições, justamente porque a intenção é demonstrar seriedade e compromisso. A diligência foi concluída há algumas semanas. O clube também fez uma investigação inicial sobre a empresa para entender se há, de fato, capacidade para um investimento de grande porte. Em fevereiro, a proposta não vinculante foi de R$ 1 bilhão, além da responsabilização total pela dívida do clube, estimada em R$ 1 bilhão, com controle de 80% das ações. Só com a aprovação desta oferta foi possível iniciar a diligência. 🔍 Uma proposta não vinculante é mais uma manifestação inicial de interesse, sem criar obrigação definitiva entre as partes. Ela serve para abrir uma conversa, apresentar uma ideia de negócio ou testar possibilidades antes de um contrato formal. + Siga o canal ge Santos no WhatsApp! Para aceitar uma eventual proposta vinculante, o Santos vai precisar passar ainda por algumas etapas: a primeira é concluir a reforma do estatuto para a venda majoritária das ações. O clube ainda não concluiu esse trâmite. Depois, os sócios ainda precisarão votar em Assembleia Geral para ratificar ou não as alterações. Marcelo Teixeira, presidente do Santos Marcos Ribolli O que é a SDC Sports? A resposta a essa pergunta não é simples, já que a SDC Sports nada mais é do que um braço do grupo Saint-Dominique Capital, sendo uma de seus fundadores Lauren Santo Domingo, casada com Andrés Santo Domingo, família milionária da Colômbia, com empresas em várias áreas. Discreta em suas aparições, a família é dona do Grupo Valorem, que controla a TV Caracol, na Colômbia, detém ações na AB InBev e 10% do Washington Commanders, da NFL. Lauren Santo Domingo e Andrés Santo Domingo em Nova York Dimitrios Kambouris/Getty Images A família afirma não participar diretamente do processo. Em caso de venda para o fundo, a ideia é que a administração fique a cargo de profissionais de mercado. Não haveria figurões, como por exemplo John Textor no Botafogo ou Pedrinho no Cruzeiro. Garcia, que aparece como um dos fundadores da Saint-Dominique Capital, que controla a SDC Sports, explicou que a família Santo Domingo não fará parte da administração do Santos. — Queremos deixar claro que o Santo Domingo Group, incluindo a Quadrant Capital Advisors e a Valorem, não é investidor nem tem qualquer vínculo com a St. Dominique Capital ou a SDC Sports. Lauren Santo Domingo, em sua capacidade pessoal e não como representante de qualquer entidade do Santo Domingo Group, é cofundadora da St. Dominique Capital, controladora da SDC Sports. + Clique aqui e saiba tudo sobre o Santos 🎧 Ouça o podcast ge Santos🎧
SAF: Santos assina termo de condições para venda; empresa vai apresentar projeto ao Conselho
Voz do Setorista: Ana Canhedo explica desdobramentos da possibilidade de SAF no Santos O Santos anunciou nesta sexta-feira a assinatura de um sumário de termos com as condições para a venda de sua SAF à SDC Sports, empresa norte-americana. A assinatura do termo ainda é não vinculante e está sujeita a uma série de aprovações no Conselho Deliberativo e Assembleia Geral para avançar até uma proposta definitiva para a venda. A assinatura do "term sheet" foi anunciada em uma nota oficial conjunta entre clube e empresa. Por meio de seus sócios, a SDC agora promete apresentar o projeto para os conselheiros do clube e também para o Comitê de Gestão, em reunião marcada para o dia 31 de agosto. Mais sobre o Santos: + Mayke consegue rescisão de contrato, e CBF publica no BID + Santos inicia preparação para enfrentar o Athletico-PR Nos últimos cinco meses foi realizada uma "duo dillegence" (diligência dupla) tanto no Santos, quanto na empresa. Para as duas partes entenderem a saúde financeira de cada uma: a SDC conferiu se os documentos que recebeu diziam respeito à verdade, e o Santos se a empresa tem capacidade de comprá-lo. A conclusão foi positiva para os dois lados. Em fevereiro, a oferta foi de R$ 1 bilhão em aporte para o futebol e mais R$ 1 bilhão no pagamento de dívidas por 80% do controle do clube. Confira a nota oficial do Santos e da SDC Sports: "O Santos FC e a SDC Sports assinaram um term sheet não vinculante para a aquisição, pela SDC Sports, de uma participação acionária de controle na Santos SAF. Os termos refletem cinco meses de diligência conduzida com o apoio da Rothschild & Co., Alvarez & Marsal e BMA, desde a apresentação da proposta não vinculante em 20 de fevereiro de 2026, abrangendo os ativos, passivos e operações do Clube. O Santos FC conta com a assessoria da XP Investimentos, da EXA Capital, da Press FC e do escritório Bichara e Motta Advogados. “Além do compromisso de aporte de capital, nós pretendemos investir nas quatro áreas que sempre definiram o Clube: a base, para que o Santos volte a formar e reter os melhores jovens talentos do futebol brasileiro; a infraestrutura, começando pelos CTs Rei Pelé e Meninos da Vila e pelas instalações utilizadas diariamente pelos atletas, sempre em respeito ao patrimônio e à identidade do Clube, representados também pela Vila Belmiro; a marca, para que o reconhecimento global do Clube seja refletido em sua presença comercial e midiática; e o futebol profissional, para que o desempenho dentro de campo esteja à altura da história e do escudo do Santos.”, afirmaram Michael Lipman, Managing Partner da SDC Sports, e Diego Garcia, Co-Founder & Managing Partner da St. Dominique Capital. A SDC Sports apresentará agora o projeto ao Conselho Deliberativo. A conclusão de qualquer transação permanece condicionada, entre outros fatores, à obtenção das alterações estatutárias e aprovações internas aplicáveis pelos órgãos de governança competentes do Clube, incluindo o Conselho Deliberativo e a Assembleia Geral de Associados, à conclusão satisfatória da diligência confirmatória de parte a parte e à assinatura da documentação definitiva. “Você não compra um clube como o Santos; você assume a responsabilidade de receber a oportunidade de fazer parte dele”, afirmaram Michael Lipman e Diego Garcia. “Nossa ambição é recolocar este clube no lugar que sua história diz que ele deve ocupar. Isso começa com uma base sólida e começa com o Conselho Deliberativo conhecendo o projeto e as pessoas que estão por trás dele.” “Desde o primeiro dia da nossa gestão, deixamos claro que era nosso dever avaliar todas as alternativas capazes de fortalecer o Santos FC, inclusive uma eventual transformação em SAF. A assinatura deste term sheet representa um passo importante nessa trajetória. O projeto será agora apresentado ao Conselho Deliberativo, em total respeito à governança do Clube. Nosso compromisso permanece o mesmo: fortalecer o Santos FC, preservar sua história e atuar sempre no melhor interesse dos associados e torcedores”, afirmou Marcelo Teixeira, Presidente do Santos FC." Entrevista dos sócios Os sócios da SDC Sports, também chamada de Saint-Dominique Capital, dos Estados Unidos, falaram publicamente pela primeira vez sobre a conclusão da diligência de cinco meses no Santos. À Revista Pipeline, do Valor Econômico, Michael Lipman, Jesse Fioranelli e Diego Garcia, os três que estão à frente do projeto, falaram sobre o interesse e os planos para o clube e também sobre Neymar. – Neymar significa muito para este clube e para o futebol. Neste momento, seu foco está em liderar o time em campo – e é exatamente onde ele deve estar. Qual será seu papel além disso é uma conversa para o momento certo, e não temos pressa em forçá-la. Essas conversas funcionam melhor quando nos afastamos do ruído, colocando a escuta em primeiro lugar. S – Se fizermos isso da maneira certa, acreditamos que existe uma forma real de apoiar o Santos no longo prazo, e não apenas neste momento – disse Fioranelli, que é diretor de futebol na SDC. Fioranelli foi executivo em clubes como Lazio, Roma e Milan, na Itália. Segundo ele, os sócios ainda não conversaram com Neymar e seu pai. Já Lipman, que é sócio-diretor da empresa, e carrega na bagagem operações na NFL e na UEFA Euro, tentou assegurar que o Santos não foi escolhido à toa. – É um dos clubes mais tradicionais do mundo do futebol, o clube que deu Pelé ao esporte e que, mais tarde, moldou o início das carreiras de jogadores como Neymar e Rodrygo. Poucas academias em qualquer lugar do mundo produziram um impacto tão consistente no esporte. Essa história, combinada com a marca, a tradição da base e a torcida, dá ao Santos a base necessária para voltar a competir no mais alto nível, desde que haja a estrutura adequada por trás disso. Não começamos com o objetivo de comprar um clube. Partimos da busca por uma instituição na qual capital paciente pudesse fazer uma diferença geracional, e o Santos foi a resposta mais clara a essa pergunta. – Avaliamos amplamente oportunidades no Brasil e no exterior antes de chegar ao Santos. O que o diferenciou foi a combinação de história, uma academia que liderou o futebol brasileiro por gerações e uma torcida tão grande que é relevante não apenas comercialmente, mas também culturalmente, no Brasil e internacionalmente. Pouquíssimos clubes no mundo têm as três coisas – disse Lipman. Os sócios terão uma reunião com o Comitê Gestor do Santos no dia 31 de agosto, de forma híbrida, para se apresentarem à diretoria do clube. Diligência O grupo iniciou uma diligência no clube no início de março para avaliar se todos os documentos e informações que recebeu previamente sobre a situação financeira eram verdadeiros. 🔍 Uma proposta vinculante significa que a pessoa ou empresa que oferece algo assume um compromisso mais firme, e a outra parte pode confiar naqueles termos. Esse tipo de proposta costuma trazer elementos mais definidos, como preço, prazo, objeto do acordo e possíveis condições, justamente porque a intenção é demonstrar seriedade e compromisso. A diligência foi concluída há algumas semanas. O clube também fez uma investigação inicial sobre a empresa para entender se há, de fato, capacidade para um investimento de grande porte. Em fevereiro, a proposta não vinculante foi de R$ 1 bilhão, além da responsabilização total pela dívida do clube, estimada em R$ 1 bilhão, com controle de 80% das ações. Só com a aprovação desta oferta foi possível iniciar a diligência. 🔍 Uma proposta não vinculante é mais uma manifestação inicial de interesse, sem criar obrigação definitiva entre as partes. Ela serve para abrir uma conversa, apresentar uma ideia de negócio ou testar possibilidades antes de um contrato formal. + Siga o canal ge Santos no WhatsApp! Para aceitar uma eventual proposta vinculante, o Santos vai precisar passar ainda por algumas etapas: a primeira é concluir a reforma do estatuto para a venda majoritária das ações. O clube ainda não concluiu esse trâmite. Depois, os sócios ainda precisarão votar em Assembleia Geral para ratificar ou não as alterações. Marcelo Teixeira, presidente do Santos Marcos Ribolli O que é a SDC Sports? A resposta a essa pergunta não é simples, já que a SDC Sports nada mais é do que um braço do grupo Saint-Dominique Capital, sendo uma de seus fundadores Lauren Santo Domingo, casada com Andrés Santo Domingo, família milionária da Colômbia, com empresas em várias áreas. Discreta em suas aparições, a família é dona do Grupo Valorem, que controla a TV Caracol, na Colômbia, detém ações na AB InBev e 10% do Washington Commanders, da NFL. Lauren Santo Domingo e Andrés Santo Domingo em Nova York Dimitrios Kambouris/Getty Images A família afirma não participar diretamente do processo. Em caso de venda para o fundo, a ideia é que a administração fique a cargo de profissionais de mercado. Não haveria figurões, como por exemplo John Textor no Botafogo ou Pedrinho no Cruzeiro. Garcia, que aparece como um dos fundadores da Saint-Dominique Capital, que controla a SDC Sports, explicou que a família Santo Domingo não fará parte da administração do Santos. — Queremos deixar claro que o Santo Domingo Group, incluindo a Quadrant Capital Advisors e a Valorem, não é investidor nem tem qualquer vínculo com a St. Dominique Capital ou a SDC Sports. Lauren Santo Domingo, em sua capacidade pessoal e não como representante de qualquer entidade do Santo Domingo Group, é cofundadora da St. Dominique Capital, controladora da SDC Sports. + Clique aqui e saiba tudo sobre o Santos 🎧 Ouça o podcast ge Santos🎧
