Treino da Seleção conta com a presença de Rayan e Raphinha Ibañez e Igor Thiago foram duas das surpresas de Carlo Ancelotti para a estreia do Brasil na Copa do Mundo. Embora tivesse sido pouco utilizada pelo treinador até então, a dupla foi escolhida para iniciar o duelo contra Marrocos, há três semanas, que terminou empatado em 1 a 1. Quem deve substituir o lesionado Lucas Paquetá em Brasil x Noruega? Ancelotti testa opções e faz mistério sobre substituto de Paquetá Ancelotti usa IA, drone e outras tecnologias na Seleção Porém, de lá para cá, os dois não jogaram mais pela Seleção. Tanto o zagueiro, que foi escalado como lateral-direito, quanto o centroavante não entraram em campo nas últimas três partidas do Brasil, contra Haiti, Escócia e Japão. A tendência é que Ibañez e Igor Thiago também sejam reservas neste domingo, quando o Brasil enfrenta a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo no estádio de Nova York/Nova Jersey, às 17h (de Brasília). O "sumiço" dos dois é explicado por questões táticas e também pelo desempenho de seus concorrentes. Abaixo o ge explica cada um dos casos. Carlo Ancelotti conversa com jogadores em treino da seleção brasileira nesta sexta-feira, na Granja Comary Mauro Pimentel/AFP Veja a tabela da Copa do Mundo Simule os resultados da Copa do Mundo Ibañez O zagueiro de 27 anos já tinha sido utilizado por Ancelotti como lateral-direito no amistoso contra a Croácia, em março. A atuação segura o fez despontar como uma alternativa para o lugar de Éder Militão, que se machucou às vésperas da convocação para a Copa. Ele também jogou no amistoso contra o Egito, uma semana antes do jogo contra Marrocos, mas na ocasião atuou como zagueiro. Calendário da Copa do Mundo 2026: veja datas e horários de todos os jogos Ibañez posa para ensaio do Brasil para a Copa do Mundo Getty Images Para a estreia na Copa, Ancelotti optou por uma equipe mais forte fisicamente e escolheu Ibañez em vez de Danilo. Antes da partida, ele disse que "pequenos detalhes" e o desempenho nos treinos motivaram as escolhas dele para a partida. Porém, o defensor não teve boa atuação. Marrocos criou chances de perigo pelo setor de Ibañez, que recebeu cartão amarelo no fim do primeiro tempo. Ibañez recebeu cartão amarelo aos 42 minutos do primeiro tempo contra Marrocos Ele deu 22 passes, perdeu a posse de bola três vezes e, segundo dados da Fifa, se ofereceu em apenas seis oportunidades para ser acionado. O lateral foi substituído por Danilo no intervalo. Ibañez é driblado, e Marrocos quase abre o placar contra o Brasil O veterano do Flamengo entrou de forma mais segura e logo ganhou a posição. Nos jogos seguintes, o Brasil enfrentou adversários menos ofensivos, que exigiam maior participação com bola do Brasil — o que também jogou a favor de Danilo, por ser um lateral de origem. Igor Thiago Convocado pela primeira vez em março, o centroavante chegou credenciado pela ótima temporada pelo Brentford na qual marcou 22 gols no Campeonato Inglês e foi vice-artilheiro, atrás apenas de Haaland. Ele também balançou as redes nos amistosos contra Croácia, em março, e Panamá, em maio. Estatura, força física e estilo de jogo fizeram com que ele superasse a concorrência de Matheus Cunha para o jogo contra Marrocos. Ancelotti buscou um atleta mais fixo no comando de ataque, que pudesse duelar no corpo contra os oponentes e reter mais a bola. Igor, porém, não correspondeu. Ele foi bastante discreto nos cerca de 62 minutos que disputou. Acertou quatro de cinco passes que tentou, perdeu boa oportunidade no primeiro tempo, ao furar um cabeceio, e teve uma finalização defendida na etapa final. Vini Jr. faz boa jogada, mas Igor Thiago não consegue finalizar 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Para o jogo seguinte, contra o Haiti, Ancelotti optou por mudar o esquema tático do Brasil. Na nova formação, as características de Matheus Cunha se encaixam melhor, pois o camisa 9 oferece mais mobilidade e em muitos momentos recua para ajudar na criação de jogadas, como um meia. A nova formação deu certo, e Matheus Cunha ganhou a posição com boa atuação e gols: fez dois diante do Haiti e mais um contra a Escócia. – Matheus é mais associativo com a equipe, tem muita qualidade no posicionamento e uma finalização muito forte. Thiago é um atacante totalmente diferente, muito potente, muito inteligente e muito forte na área – explicou Carlo Ancelotti. A comissão técnica avaliou utilizar Igor Thiago no decorrer dos últimos jogos, mas optou por Endrick e Martinelli, atacantes mais móveis. Contra o Japão, o jogador do Brentford era uma opção avaliada para entrar na prorrogação, não só porque o Brasil cruzava muitas bolas na área, mas também porque ele é ótimo cobrador de pênaltis. Igor Thiago posa para ensaio do Brasil para a Copa do Mundo Getty Images O fato de Igor Thiago não ter jogado nas últimas partidas não significa que ele esteja fora dos planos. Ele, inclusive, foi testado na equipe para o duelo contra a Noruega, mas Gabriel Martinelli e Danilo Santos estão em vantagem nesta disputa. + CLIQUE AQUI e veja mais notícias da Seleção

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