Fabinho minimiza entrada de Casemiro em Endrick em treino da Seleção: "Não é a primeira vez nem a última"
Fabinho comenta entrada de Casemiro em Endrick: "Não é primeira vez nem vai ser a última" Fabinho justificou a entrada de Casemiro em Endrick no treino aberto da Seleção, que gerou repercussão nas redes sociais pela força, com a alta intensidade das atividades do elenco comandado por Carlo Ancelotti. Em entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira, o volante do Al-Ittihad minimizou o ato. Veja a tabela da Copa do Mundo — Acho que a alta intensidade no treino é algo esperado, mas também é normal pela entrega e qualidade dos jogadores. Como é Seleção, todo mundo quer mostrar algo mais. Até um bobinho vira algo forte, todo mundo quer ir bem. Faltas têm em todo treino. Quando dá para evitar uma chegada mais forte, nós evitamos, mas tem vezes que você não consegue, você quer ganhar bola, quer estar forte na disputa — afirmou. "Não é a primeira vez nem a última que acontece. O importante é ninguém ser desleal. Estamos na mesma seleção. Todos querem ganhar juntos", definiu Fabinho. Ponta-esquerda na Roma, Wesley admite dificuldade de voltar à direita Carrinho de Casemiro em Endrick repercutiu internamente na Seleção? Confira 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Casemiro, inclusive, foi, indiretamente, uma pessoa importante envolvendo o retorno de Fabinho à Seleção. O atleta estava sem ser convocado há três anos, mas recebeu elogios do atleta do Manchester United e meses depois voltou ao radar de Carlo Ancelotti. — Foi legal que o Casemiro falou sobre mim. Ele é um cara experiente, vencedor e conhecedor da posição. Foi legal ter esse reconhecimento. Se ajudou de alguma maneira eu voltar a ter oportunidade aqui, sou grato (risos). Mas a partir do momento que estou aqui tenho que mostrar que sou bom o suficiente. Em 2022, joguei contra Camarões e minha vontade é sempre jogar. Me preparo para isso, mas quem decide é o treinador. Quero jogar e jogar bem — contou. Convocado para a Copa de 2022, Fabinho ficou longe da Seleção por três anos após o Mundial no Catar. O atleta reapareceu nas listas nas últimas duas convocações de Ancelotti, agradou ao italiano e fez o elenco final. — Sabia que minha mudança de clube (do Liverpool para o Al-Ittihad) poderia me afastar um pouco da Seleção, mas sempre tive esperança de voltar aqui. Quando recebesse uma oportunidade, era comigo. Foi um período meio longo, quase três anos sem ser convocado. Foi muito bom estar de volta e mostrar meu trabalho. Estar aqui na Copa é muito especial —admitiu. Fabinho entrevista coletiva Seleção Reprodução/ge tv Simule os resultados da Copa do Mundo Mais declarações de Fabinho Pressão com o que vem de fora — A pressão de estar aqui na Seleção é muito grande, isso a gente já sabia antes mesmo de ser jogador. Com a experiência que temos, vamos lidando com isso melhor. Cada um tem sua maneira de lidar, às vezes pode passar do ponto... Cada um sabe como reter e o que é importante. O treinador tem uma relação boa com a gente, todas as conversas são sempre boas. Se você não está muito atento ao que vem de fora, estamos todos focados no mesmo objetivo. Diferença do ciclo do Catar para o atual — Na convocação do Catar, estive presente em todos os jogos da Eliminatória, estava bem confiante que iria. Para essa aqui foi diferente, bem mais emocionante. Depois das últimas convocações eu estava confiante, mas depois que ouvi meu nome foi um alívio. Você dá valor a tudo que passou nesse período. Com quem falava no período que ficou longe da Seleção — Eu não tive nenhum contato com ninguém da Seleção, só um pouco antes da convocação que falei com pessoas da comissão. Esse momento ausente da Seleção foi de seguir trabalhando. Rinha a expectativa grande de voltar aqui por algumas pessoas me conhecerem, por sentir que eu poderia ajudar, foi um período que conversar era mais com familiares e amigos. O que mudou no Fabinho desde 2022 — Quando fui para a Arábia, meu status dentro da equipe mudou um pouco. Tive um pouco de status de jogador principal, que foi para isso que me contrataram, acho que isso me ajudou a crescer nesse sentido de tomar essa responsabilidade. Virei o capitão, então me ajudou na questão da liderança, a ser mais comunicativo dentro do vestiário. Foi uma experiência muito boa nesses três anos. A intensidade é diferente, mas pelas condições climáticas você se adapta. Creio que sou um jogador melhor hoje. Esses anos foram bons para mim e para a minha carreira. Como o treino ajuda para virar titular — O treino vai te ajudar, vai te deixar fisicamente bem. Treinar bem ajuda a equipe que começa o jogo e para quem não vai começar mostrar que está bem. Talvez o que decide mesmo é o que acontece mesmo. Mas é importante estar preparado. Às vezes as coisas não acontecem no jogo, mas é importante estar preparado. Neymar — Neymar está bem, está feliz, é importante tê-lo aqui conosco, ele é o líder do grupo. Ele não fez muita parte desse processo do Catar e Estados Unidos, mas mesmo assim não deixou de ser importante. Ele está feliz. A gente não vê esse trabalho de recuperação, mas é mais sozinho dele com os preparadores, mas o ambiente está bom. A gente espera que ele se recupere rápido. O que faz crer no título — O que faz a gente sonhar alto é saber a qualidade de cada jogador que está aqui e a camiseta do pentacampeão. Eu estou aqui há pouco tempo, mas há uma grande confiança nesse grupo e em todos os treinadores. O trabalho está sendo bem feito. Tem coisas para melhorar, mas estamos muito confiantes. Programação e calendário da Seleção até o fim da fase de grupos da Copa do Mundo Infoesporte/ge
Fabinho comenta entrada de Casemiro em Endrick: "Não é primeira vez nem vai ser a última" Fabinho justificou a entrada de Casemiro em Endrick no treino aberto da Seleção, que gerou repercussão nas redes sociais pela força, com a alta intensidade das atividades do elenco comandado por Carlo Ancelotti. Em entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira, o volante do Al-Ittihad minimizou o ato. Veja a tabela da Copa do Mundo — Acho que a alta intensidade no treino é algo esperado, mas também é normal pela entrega e qualidade dos jogadores. Como é Seleção, todo mundo quer mostrar algo mais. Até um bobinho vira algo forte, todo mundo quer ir bem. Faltas têm em todo treino. Quando dá para evitar uma chegada mais forte, nós evitamos, mas tem vezes que você não consegue, você quer ganhar bola, quer estar forte na disputa — afirmou. "Não é a primeira vez nem a última que acontece. O importante é ninguém ser desleal. Estamos na mesma seleção. Todos querem ganhar juntos", definiu Fabinho. Ponta-esquerda na Roma, Wesley admite dificuldade de voltar à direita Carrinho de Casemiro em Endrick repercutiu internamente na Seleção? Confira 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Casemiro, inclusive, foi, indiretamente, uma pessoa importante envolvendo o retorno de Fabinho à Seleção. O atleta estava sem ser convocado há três anos, mas recebeu elogios do atleta do Manchester United e meses depois voltou ao radar de Carlo Ancelotti. — Foi legal que o Casemiro falou sobre mim. Ele é um cara experiente, vencedor e conhecedor da posição. Foi legal ter esse reconhecimento. Se ajudou de alguma maneira eu voltar a ter oportunidade aqui, sou grato (risos). Mas a partir do momento que estou aqui tenho que mostrar que sou bom o suficiente. Em 2022, joguei contra Camarões e minha vontade é sempre jogar. Me preparo para isso, mas quem decide é o treinador. Quero jogar e jogar bem — contou. Convocado para a Copa de 2022, Fabinho ficou longe da Seleção por três anos após o Mundial no Catar. O atleta reapareceu nas listas nas últimas duas convocações de Ancelotti, agradou ao italiano e fez o elenco final. — Sabia que minha mudança de clube (do Liverpool para o Al-Ittihad) poderia me afastar um pouco da Seleção, mas sempre tive esperança de voltar aqui. Quando recebesse uma oportunidade, era comigo. Foi um período meio longo, quase três anos sem ser convocado. Foi muito bom estar de volta e mostrar meu trabalho. Estar aqui na Copa é muito especial —admitiu. Fabinho entrevista coletiva Seleção Reprodução/ge tv Simule os resultados da Copa do Mundo Mais declarações de Fabinho Pressão com o que vem de fora — A pressão de estar aqui na Seleção é muito grande, isso a gente já sabia antes mesmo de ser jogador. Com a experiência que temos, vamos lidando com isso melhor. Cada um tem sua maneira de lidar, às vezes pode passar do ponto... Cada um sabe como reter e o que é importante. O treinador tem uma relação boa com a gente, todas as conversas são sempre boas. Se você não está muito atento ao que vem de fora, estamos todos focados no mesmo objetivo. Diferença do ciclo do Catar para o atual — Na convocação do Catar, estive presente em todos os jogos da Eliminatória, estava bem confiante que iria. Para essa aqui foi diferente, bem mais emocionante. Depois das últimas convocações eu estava confiante, mas depois que ouvi meu nome foi um alívio. Você dá valor a tudo que passou nesse período. Com quem falava no período que ficou longe da Seleção — Eu não tive nenhum contato com ninguém da Seleção, só um pouco antes da convocação que falei com pessoas da comissão. Esse momento ausente da Seleção foi de seguir trabalhando. Rinha a expectativa grande de voltar aqui por algumas pessoas me conhecerem, por sentir que eu poderia ajudar, foi um período que conversar era mais com familiares e amigos. O que mudou no Fabinho desde 2022 — Quando fui para a Arábia, meu status dentro da equipe mudou um pouco. Tive um pouco de status de jogador principal, que foi para isso que me contrataram, acho que isso me ajudou a crescer nesse sentido de tomar essa responsabilidade. Virei o capitão, então me ajudou na questão da liderança, a ser mais comunicativo dentro do vestiário. Foi uma experiência muito boa nesses três anos. A intensidade é diferente, mas pelas condições climáticas você se adapta. Creio que sou um jogador melhor hoje. Esses anos foram bons para mim e para a minha carreira. Como o treino ajuda para virar titular — O treino vai te ajudar, vai te deixar fisicamente bem. Treinar bem ajuda a equipe que começa o jogo e para quem não vai começar mostrar que está bem. Talvez o que decide mesmo é o que acontece mesmo. Mas é importante estar preparado. Às vezes as coisas não acontecem no jogo, mas é importante estar preparado. Neymar — Neymar está bem, está feliz, é importante tê-lo aqui conosco, ele é o líder do grupo. Ele não fez muita parte desse processo do Catar e Estados Unidos, mas mesmo assim não deixou de ser importante. Ele está feliz. A gente não vê esse trabalho de recuperação, mas é mais sozinho dele com os preparadores, mas o ambiente está bom. A gente espera que ele se recupere rápido. O que faz crer no título — O que faz a gente sonhar alto é saber a qualidade de cada jogador que está aqui e a camiseta do pentacampeão. Eu estou aqui há pouco tempo, mas há uma grande confiança nesse grupo e em todos os treinadores. O trabalho está sendo bem feito. Tem coisas para melhorar, mas estamos muito confiantes. Programação e calendário da Seleção até o fim da fase de grupos da Copa do Mundo Infoesporte/ge
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