Infantino diz que Fifa vai analisar expansão da Copa do Mundo para 64 seleções após edição de 2026
André Rizek opina sobre a Copa do Mundo com 48 seleções: "Democratizando o futebol" O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que a entidade vai analisar a possibilidade de ampliar a Copa do Mundo para 64 seleções. Em entrevista ao portal suíço Bluewin, o dirigente disse que o tema será debatido após o Mundial de 2026, o que adicionaria 16 equipes em relação ao atual formato do torneio. – Algumas pessoas já sugerem ampliar o torneio para 64 seleções. Certamente esse assunto será analisado após esta Copa do Mundo e discutido pelos órgãos dirigentes da Fifa – disse Gianni Infantino em entrevista ao Bluewin no início da semana. Gianni Infantino, presidente da Fifa, marca presença na abertura da Copa do Mundo de 2026 Toya Sarno Jordan - FIFA/FIFA via Getty Images + Copa do Mundo com 64 seleções? Saiba por que cenário ainda é improvável para 2030 + Estados Unidos têm interesse em sediar a Copa do Mundo de 2038 Atualmente, a Copa do Mundo conta com 48 seleções. O formato estreou na edição deste ano, ampliando em 16 o número de participantes em relação aos Mundiais disputados entre 1998 e 2022. Para o presidente da Fifa, a mudança foi um "enorme sucesso", o que pode abrir espaço para que a entidade avalie um novo aumento no número de equipes. Cabo Verde fez sua estreia em Copas do Mundo em 2026 e foi uma das grandes histórias do torneio Reuters/Maria Lysaker – Quando você organiza uma Copa do Mundo, organiza para o mundo inteiro. Não apenas para Europa e América do Sul, mas para todos os continentes. Todas as nações sonham em disputar uma Copa do Mundo. A qualidade do futebol continua evoluindo em todas as partes do planeta. Se você nega aos países menores a chance de se classificar, também tira deles um importante incentivo para continuar se desenvolvendo – afirmou Infantino. 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google + Confira a tabela completa da Copa do Mundo Gianni Infantino oficializa Marrocos, Portugal e Espanha como sedes da Copa do Mundo de 2030 Fifa Em comemoração ao centenário do torneio, a próxima Copa do Mundo, em 2030, será realizada em seis países de três continentes: Argentina, Paraguai e Uruguai (América do Sul); Espanha e Portugal (Europa); e Marrocos (África). A princípio, cada um dos países sul-americanos receberá apenas uma partida, enquanto os demais anfitriões sediarão a maior parte da competição. Marrocos apresenta estádio reformado para Copa do Mundo de 2030 Desde 2025, a Conmebol defende a ampliação do Mundial para 64 seleções na próxima edição. A justificativa da entidade é tornar ainda mais inclusiva a competição que celebrará os 100 anos da Copa do Mundo. Com uma possível mudança, a América do Sul passaria a receber 18 partidas, em vez das três inicialmente previstas. A ideia foi apresentada pela primeira vez pelo dirigente uruguaio Ignacio Alonso, em março de 2025. O presidente da Conmebol e vice-presidente da Fifa, Alejandro Domínguez, apoiou publicamente a ideia e disse que a nova expansão seria um "sonho". Em outubro, a proposta chegou a ser colocada na pauta de uma reunião do Conselho da Fifa, mas acabou não sendo debatida. Alejandro Domínguez, da Conmebol, e Gianni Infantino, na reunião do Conselho da Fifa Fifa O formato com 64 seleções eliminaria a necessidade de classificar os oito melhores terceiros colocados para a fase de mata-mata, como ocorreu na Copa deste ano e que foi um dos "problemas" do torneio. A proposta prevê 16 grupos de quatro equipes, com os dois primeiros avançando para a fase eliminatória. Com isso, a fase de grupos passaria de 72 para 96 partidas. Apesar da ideia ter surgido na Conmebol, ela enfrenta resistência dentro da própria entidade e também entre dirigentes do futebol internacional. A Concacaf, que reúne associações da América do Norte e do Caribe, e a AFC, do continente asiático, indicaram ser contrárias à proposta. A Uefa é a principal opositora, por entender que o formato criaria dificuldades logísticas. Novo estádio Osvaldo Domínguez Dibb, do Olímpia, sede da Copa do Mundo de 2030
André Rizek opina sobre a Copa do Mundo com 48 seleções: "Democratizando o futebol" O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que a entidade vai analisar a possibilidade de ampliar a Copa do Mundo para 64 seleções. Em entrevista ao portal suíço Bluewin, o dirigente disse que o tema será debatido após o Mundial de 2026, o que adicionaria 16 equipes em relação ao atual formato do torneio. – Algumas pessoas já sugerem ampliar o torneio para 64 seleções. Certamente esse assunto será analisado após esta Copa do Mundo e discutido pelos órgãos dirigentes da Fifa – disse Gianni Infantino em entrevista ao Bluewin no início da semana. Gianni Infantino, presidente da Fifa, marca presença na abertura da Copa do Mundo de 2026 Toya Sarno Jordan - FIFA/FIFA via Getty Images + Copa do Mundo com 64 seleções? Saiba por que cenário ainda é improvável para 2030 + Estados Unidos têm interesse em sediar a Copa do Mundo de 2038 Atualmente, a Copa do Mundo conta com 48 seleções. O formato estreou na edição deste ano, ampliando em 16 o número de participantes em relação aos Mundiais disputados entre 1998 e 2022. Para o presidente da Fifa, a mudança foi um "enorme sucesso", o que pode abrir espaço para que a entidade avalie um novo aumento no número de equipes. Cabo Verde fez sua estreia em Copas do Mundo em 2026 e foi uma das grandes histórias do torneio Reuters/Maria Lysaker – Quando você organiza uma Copa do Mundo, organiza para o mundo inteiro. Não apenas para Europa e América do Sul, mas para todos os continentes. Todas as nações sonham em disputar uma Copa do Mundo. A qualidade do futebol continua evoluindo em todas as partes do planeta. Se você nega aos países menores a chance de se classificar, também tira deles um importante incentivo para continuar se desenvolvendo – afirmou Infantino. 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google + Confira a tabela completa da Copa do Mundo Gianni Infantino oficializa Marrocos, Portugal e Espanha como sedes da Copa do Mundo de 2030 Fifa Em comemoração ao centenário do torneio, a próxima Copa do Mundo, em 2030, será realizada em seis países de três continentes: Argentina, Paraguai e Uruguai (América do Sul); Espanha e Portugal (Europa); e Marrocos (África). A princípio, cada um dos países sul-americanos receberá apenas uma partida, enquanto os demais anfitriões sediarão a maior parte da competição. Marrocos apresenta estádio reformado para Copa do Mundo de 2030 Desde 2025, a Conmebol defende a ampliação do Mundial para 64 seleções na próxima edição. A justificativa da entidade é tornar ainda mais inclusiva a competição que celebrará os 100 anos da Copa do Mundo. Com uma possível mudança, a América do Sul passaria a receber 18 partidas, em vez das três inicialmente previstas. A ideia foi apresentada pela primeira vez pelo dirigente uruguaio Ignacio Alonso, em março de 2025. O presidente da Conmebol e vice-presidente da Fifa, Alejandro Domínguez, apoiou publicamente a ideia e disse que a nova expansão seria um "sonho". Em outubro, a proposta chegou a ser colocada na pauta de uma reunião do Conselho da Fifa, mas acabou não sendo debatida. Alejandro Domínguez, da Conmebol, e Gianni Infantino, na reunião do Conselho da Fifa Fifa O formato com 64 seleções eliminaria a necessidade de classificar os oito melhores terceiros colocados para a fase de mata-mata, como ocorreu na Copa deste ano e que foi um dos "problemas" do torneio. A proposta prevê 16 grupos de quatro equipes, com os dois primeiros avançando para a fase eliminatória. Com isso, a fase de grupos passaria de 72 para 96 partidas. Apesar da ideia ter surgido na Conmebol, ela enfrenta resistência dentro da própria entidade e também entre dirigentes do futebol internacional. A Concacaf, que reúne associações da América do Norte e do Caribe, e a AFC, do continente asiático, indicaram ser contrárias à proposta. A Uefa é a principal opositora, por entender que o formato criaria dificuldades logísticas. Novo estádio Osvaldo Domínguez Dibb, do Olímpia, sede da Copa do Mundo de 2030
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