George Russell vence o GP da Áustria | Melhores momentos | Fórmula 1 2026 As mudanças implementadas pela F1 para amenizar as críticas em torno da gestão de energia dos carros, em abril e junho, funcionaram. A questão deixou de ser um tópico recorrente entre os pilotos a medida em que a disputa pela liderança avança; porém, Max Verstappen alertou que o problema pode retornar já neste fim de semana, durante o GP da Grã-Bretanha. Acesse o canal de automobilismo do ge no WhatsApp Russell duela com Antonelli e deseja melhora de Ferrari e Verstappen; leia análise Próxima corrida da F1 2026: veja data do GP da Grã-Bretanha Max Verstappen no GP da Áustria da F1 em 2026 Jakub Porzycki/NurPhoto via Getty Images - Adoro a pista de Silverstone, mas dei algumas voltas no simulador e comecei a rir. Para ser sincero, parecia uma pista diferente. É tudo em linha reta, o tempo todo. Então, sim, será muito diferente do que estamos acostumados em Silverstone por causa do traçado da pista. Aqui [na Áustria] há retas longas e grandes zonas de frenagem, dá para recarregar a bateria. Lá (em Silverstone), você tem retas longas, mas depois vem uma curva rápida, por exemplo, então não dá para recarregar as baterias de verdade, aí na reta seguinte não tem muita energia para usar. Vai ser uma corrida difícil - disse o holandês. "Mundial de baterias"? Entenda críticas dos pilotos e mudanças nas regras da F1 Circuito de Silverstone, palco do GP da Inglaterra da F1 em 2026 Jakub Porzycki/NurPhoto via Getty Images No início do mês, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) confirmou que a mudança na divisão de potência das unidades de potência da F1 será feita gradualmente até 2028. Essa medida foi um das respostas às críticas dos pilotos, que se opuseram ao protagonismo que a gestão da energia do motor elétrico e da bateria dos carros teve sob o regulamento de 2026. Hoje, a potência do carro da F1 é composta em cerca de 47% pelo MGU-K, o motor elétrico que se alimenta da energia cinética (do movimento do veículo), e em 53% do motor a combustão, o ICE. Os pilotos recarregam a bateria que alimenta o MGU-K através de técnicas de pilotagem, o que faz com que eles precisem se preocupar, enquanto correm, com a gestão de energia. Oliver Bearman bate e deixa o GP do Japão de Fórmula 1 Caso contrário, eles podem acabar sem potência no meio de uma disputa - ou, em casos piores, sofrendo de uma súbita perda de velocidade que os deixa sob risco de um acidente na pista, que foi o que aconteceu com Oliver Bearman no GP do Japão (veja o vídeo acima). A batida, a mais de 260 km/h, incitou as cobranças dos atletas por mudanças. - Na metade do tempo você não consegue usar as marchas que seriam naturais. Então, isso (gestão de energia) é menos natural do que costumava ser, ou do que as corridas de verdade costumavam ser. Tudo tem sido incrivelmente complicado este ano, com tantas coisas diferentes. Você sai dos boxes e o carro para, coisas assim. Na maioria das vezes, eu simplesmente tenho que contar até 10, ou, na verdade, até 100 - continuou Verstappen. Max Verstappen no GP da Áustria de F1 Dom Gibbons - Formula 1/Formula 1 via Getty Images Vale destacar que o holandês foi um dos pilotos mais críticos em relação às mudanças introduzidas no regulamento 2026 da F1, chegando a sugerir que pensava em se aposentar dada a instatisfação com o que ele e outros rivais consideravam corridas e disputas "artificiais". Max vem de seu segundo pódio na temporada, tendo chegado em segundo lugar no GP da Áustria deste domingo. Ele e o restante do grid retornam para a pista, no GP da Grã-Bretanha, no próximo domingo (5 de julho): a largada da prova será às 11h no horário de Brasília.

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