São Paulo x Botafogo: informações e palpite para o jogo O São Paulo é muito dominante quando recebe o Botafogo pela Série A do Brasileirão, mas tem encontrado mais dificuldades nos últimos anos. Desde 2006, foram nove vitórias do São Paulo, cinco empates e quatro vitórias do Botafogo em 18 confrontos. Desde 2022, o Botafogo conseguiu uma vitória, dois empates e perdeu apenas no ano passado. + Veja a classificação e a artilharia do Brasileirão + O Cartola Feminino Petrobras começou. Escale seu time e dispute com amigos Desta vez, o Botafogo entrou em campo na rodada passada (3 a 1 em casa contra o Corinthians, com uma equipe quase cinco anos mais jovem do que o São Paulo, com titulares de média de idade de 26 anos contra 30,7 anos da equipe que perdeu no Rio para o Fluminense (2 a 1). Há quatro rodadas, a média de idade do São Paulo foi de 31,6 anos e foi diminuindo. Quarto colocado na classificação, o São Paulo tem três pontos a mais que o Botafogo, que está na nona colocação. O São Paulo soma 24 pontos, sete vitórias, saldo de quatro gols e 22 gols pró, enquanto o Botafogo, que disputou uma partida a menos, está com 21 pontos, seis vitórias, saldo de um gol e 29 gols. O Botafogo precisa vencer por dois gols de diferença para passar o rival na classificação. No entanto, a equipe do São Paulo está muito mais equilibrada: no agregado dos mandos, tem o sexto melhor ataque do campeonato (22 gols, média 1,38) e a quinta melhor defesa (18 gols sofridos, 1,13). O Botafogo está com o melhor ataque da Série A (29 gols, 1,93), mas com a segunda pior defesa (29 gols sofridos, 1,87) - só não sofreu gol em um dos 15 jogos (7%), e o São Paulo não levou gol em quatro dos 16 (25%). Gato Mestre Entre os mandantes, o São Paulo está com a quarta melhor campanha (5 V, 1 E, 1 D, 76%), com o quinto melhor ataque (13 gols, 1,86) e a quarta melhor defesa (cinco gols sofridos, 0,71). Está com a quinta menor produção ofensiva caseira, com média de 13,3 finalizações por partida, mas tem a terceira maior eficiência ofensiva, um gol a cada 7,2 tentativas. O Botafogo é o 14º visitante em finalizações sofridas (14,1), com a segunda menor resistência defensiva forasteira, um gol sofrido a cada 7,1 conclusões contrárias, um risco contra uma equipe tão eficaz. Sofreu gol em todos os seus oito jogos fora. A equipe carioca está com a sexta melhor campanha visitante (3 V, 1 E, 4 D, 42%). Seu ponto forte é a eficácia ofensiva. Está com o melhor ataque forasteiro (14 gols, 1,75), mas a segunda pior defesa (16 gols sofridos, 2,00). No agregado dos mandos, o Botafogo é o ataque mais eficaz do campeonato, com um gol a cada 6,1 tentativas. Será apenas coincidência? O Botafogo é o time com maior influência de finalizações de dentro da área (61%), de onde é menos difícil fazer um gol: o Botafogo tem um gol a cada 4,5 tentativas de dentro da área, a maior do campeonato. O São Paulo tem um gol a cada 5,4 finalizações de dentro da área, terceira maior eficácia. Está com a sétima influência de finalizações de dentro da área (59%). Entre os visitantes, o Botafogo tem média de 10,4 finalizações por partida (12ª média forasteira), e seu ataque é mais eficaz entre os visitantes do Brasileirão, com um gol a cada 5,9 tentativas. O São Paulo é o sexto mandante que menos permite finalizações de adversários (10,0) e está com a sexta maior resistência defensiva, um gol sofrido a cada 14,0 conclusões contrárias. A equipe paulista não sofreu gol em três dos sete jogos em casa (43%), terceiro melhor desempenho defensivo caseiro. Já o São Paulo é o terceiro mandante com mais conclusões em contra-ataques (15) e o terceiro com mais gols (dois). O Botafogo não fez gol em contragolpes fora de casa, mas sofreu um gol assim em 13 finalizações (12ª média de finalizações sofridas). De qualquer forma, o ataque são-paulino precisará de muita atenção com a linha de impedimento botafoguense, a segunda que mais deixa adversários em impedimentos (33 no campeonato e média 2,2 por jogo). O São Paulo já foi flagrado em 21 impedimentos, sexta menor marca do campeonato, mas quase o triplo do Botafogo, pego em apenas oito impedimentos, melhor marca da competição. A partida deve ser muito aguerrida porque estarão em campo duas das três equipes que mais fazem desarmes na Série A, o São Paulo com a segunda marca (15,4), e o Botafogo com a terceira (15,0). Somadas as faltas, o São Paulo é o segundo time com mais ações de combate no campeonato (30,0), e o Botafogo, a sétima (28,4). O Botafogo é a quarta equipe com mais cartões amarelos recebidos por seus jogadores (40 com média 2,67). O São Paulo é o 11º nesse ranking (37). Pelo Brasileirão, sem contar pênaltis o São Paulo fez seis dos últimos dez gols a partir de jogadas aéreas (três escanteios, dois cruzamentos e um lançamento). O Botafogo só sofreu três dos últimos dez gols após bolas altas. O Botafogo fez metade dos últimos dez usando bolas altas e metade trocando passes rasteiros. Sem contar um pênalti, o São Paulo sofreu seis dos últimos dez gols em trocas de passes rasteiros. As equipes têm chegado ao gol de formas diferentes: o São Paulo marcou seis dos últimos dez gols a partir de jogadas aéreas, e o Botafogo, tem seis dos últimos dez gols em trocas de passes rasteiros. O Botafogo só sofreu após bolas três dos últimos dez gols (um dos últimos seis), um desafio para o padrão de jogo do São Paulo, que levou metade dos últimos dez gols em lances rasteiros e metade a partir de jogadas aéreas. Conheça a análise dos outros jogos da rodada clicando nos links abaixo. Sábado 17h São Paulo x Botafogo Vitória x Internacional 19h Mirassol x Fluminense Grêmio x Santos 21h Flamengo x Palmeiras Domingo 16h Cruzeiro x Chapecoense Remo x Athletico-PR 18h30 Corinthians x Atlético-MG 20h30 Vasco x Bragantino Segunda-feira 20h Coritiba x Bahia Saiba como funciona o cálculo por trás do percentual de chances da Série A *As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Matheus Guimarães, Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.

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