Kitesurfista cai no mar em São Luís e é procurado por equipes de resgate A manhã de kitesurf na Praia de São Marcos, em São Luís, terminou com uma operação de busca. Alan Wesley Pinto Ribeiro, de 29 anos, desapareceu no mar neste sábado (15), enquanto estava na região para praticar o esporte. O alerta chegou ao Corpo de Bombeiros por volta das 7h. A ocorrência mobilizou o Batalhão de Bombeiros Marítimo (BBMar), que iniciou as buscas pelo atleta na área onde ele havia sido visto pela última vez. Quando os bombeiros chegaram à praia, encontraram a prancha de Alan na areia. O equipamento usado como pipa no kitesurf também já havia sido retirado da água por um velejador que estava nas proximidades. Segundo o relato repassado às equipes, porém, não foi possível chegar até o atleta. A partir daí, o trabalho passou a ser concentrado no mar e no entorno da Praia de São Marcos. O Centro Tático Aéreo (CTA) entrou na operação, enquanto os bombeiros realizam buscas com embarcação. Kitesurfista desapareceu na Praia de São Marcos, em São Luís Divulgação/Redes sociais Até a última atualização, Alan ainda não havia sido encontrado. O esporte que faz parte da paisagem de São Luís O desaparecimento aconteceu em um dos cenários que fazem parte da rotina dos praticantes de esportes movidos pelo vento na capital maranhense. O kitesurf utiliza uma pipa presa ao atleta por linhas e uma prancha para permitir que o praticante se desloque sobre a água impulsionado pelo vento. A modalidade ganhou espaço no litoral de São Luís e reúne desde praticantes de lazer até atletas que treinam regularmente. Para quem vive o esporte, o vento é o principal combustível. Mas as condições encontradas no mar também fazem parte da tomada de decisão antes de cada saída. Direção e intensidade do vento, condições da água, correnteza e características de cada trecho da costa estão entre os fatores que podem interferir na prática. O atleta precisa comandar a pipa e, ao mesmo tempo, conduzir a prancha. A familiaridade com o equipamento é fundamental, mas o conhecimento das condições do local também ocupa espaço importante na preparação. Por isso, uma sessão de kitesurf começa antes de o atleta entrar na água. A análise do vento e das condições marítimas ajuda a definir se aquele é um momento adequado para a prática e quais cuidados devem ser adotados. No caso de Alan, as circunstâncias que levaram ao desaparecimento ainda não foram esclarecidas. Buscas mobilizam equipes A operação iniciada pela manhã ganhou apoio aéreo e marítimo. Bombeiros percorrem a região com embarcação, enquanto uma aeronave do CTA auxilia na varredura da área. A prancha encontrada na faixa de areia e a pipa recuperada são, até o momento, os equipamentos localizados durante a ocorrência. As equipes seguem trabalhando para localizar o atleta. Enquanto as buscas avançam, o caso também chama atenção para a presença do kitesurf no litoral de São Luís. Em uma cidade onde o vento faz parte da rotina de quem pratica esportes à vela, a manhã deste sábado transformou uma sessão esportiva em uma operação de emergência. Alan Wesley Pinto Ribeiro, de 29 anos, permanecia desaparecido até a última atualização desta reportagem.