Grêmio x Santos: dicas, palpites e chances no Brasileirão
Guris da base viram solução para Luís Castro no Grêmio Empatados com 18 pontos, na 15ª e na 16ª colocações, a partida vale o afastamento do Z-4 que leva para a Série B do Brasileirão. Também empatados como terceiras equipes que mais cometeram pênaltis no Brasileirão (quatro), o Grêmio, principalmente, precisará de cuidados extras na defesa porque também já foram marcados quatro pênaltis a favor do Santos, terceira maior marca do campeonato; a favor do Grêmio foi marcado um penal. + Veja a classificação e a artilharia do Brasileirão + O Cartola Feminino Petrobras começou. Escale seu time e dispute com amigos Essa é uma questão sensível na partida também porque o Grêmio é o segundo time que mais permitiu finalizações de adversários em contra-ataques (30), e o Santos é o segundo time que mais faz finalizações em contragolpes (28). O Santos é um especialista no assunto, o time com mais gols marcados assim (oito, sendo sete deles quando mandante). O Grêmio ainda não levou gol em contra-ataque em casa, mas já permitiu 13 dessas finalizações, quinta maior marca. O Santos é o segundo visitante com mais finalizações em contragolpes (15), com um gol. Historicamente, o Grêmio é muito dominante nesse confronto quando mandante pela Série A. Foram nove vitórias gremistas, sete empates e apenas duas vitórias do Santos (2010 e 2019) em 18 confrontos desde 2006. Gato Mestre Desta vez, o Grêmio está com a sétima melhor campanha mandante (4 V, 2 E, 1 D, 67%), com o 11º ataque (11 gols, média 1,57) e a sexta melhor defesa caseira (seis gols sofridos, 0,86). Não sofreu gol em três dos sete jogos em casa (43%), terceiro melhor desempenho defensivo caseiro, e não fez gol em duas dessas partidas, terceira pior marca ofensiva. A equipe gaúcha está com a nona produtividade mandante, com média de 14,4 finalizações por partida, e a 12ª eficiência, um gol a cada 10,1 tentativas. O Santos está com a terceira menor resistência defensiva visitante, um gol sofrido a cada 7,1 conclusões contrárias, com média de 14,3 finalizações sofridas por jogo, sexta pior marca, um potencial para dois gols do Grêmio. O Santos ainda não venceu como visitante neste Brasileirão (0 V, 4 E, 3 D, 19%), 14ª campanha forasteira, com o sexto melhor ataque (nove gols, média 1,29) e a segunda pior defesa (14 gols sofridos, 2,00). Só não sofreu gol em um dos sete jogos fora (14%), oitava marca, e não fez gol em um, quinto melhor desempenho ofensivo visitante. A equipe paulista tem a quarta maior produtividade ofensiva forasteira, com média de 13,3 finalizações por jogo, com a sétima eficiência visitante, um gol a cada 10,3 tentativas. O Grêmio está com a quinta maior resistência defensiva mandante, um gol sofrido a cada 14,3 conclusões contrárias, com média de 12,3 finalizações sofridas por partida, 14ª marca. Os dois times têm sido muito mais efetivos no ataque trocando passes rasteiros, o Grêmio com sete dos últimos dez gols marcados assim, e o Santos com oito dos últimos dez gols conquistados em trocas de passes. O Grêmio sofreu dessa forma seis dos últimos dez gols. O Santos tem encontrado mais problemas para neutralizar jogadas aéreas, com seis dos últimos dez gols sofridos após o adversário levantar a bola. Conheça a análise dos outros jogos da rodada clicando nos links abaixo. Sábado 17h São Paulo x Botafogo Vitória x Internacional 19h Mirassol x Fluminense Grêmio x Santos 21h Flamengo x Palmeiras Domingo 16h Cruzeiro x Chapecoense Remo x Athletico-PR 18h30 Corinthians x Atlético-MG 20h30 Vasco x Bragantino Segunda-feira 20h Coritiba x Bahia Saiba como funciona o cálculo por trás do percentual de chances da Série A *As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Matheus Guimarães, Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.
Guris da base viram solução para Luís Castro no Grêmio Empatados com 18 pontos, na 15ª e na 16ª colocações, a partida vale o afastamento do Z-4 que leva para a Série B do Brasileirão. Também empatados como terceiras equipes que mais cometeram pênaltis no Brasileirão (quatro), o Grêmio, principalmente, precisará de cuidados extras na defesa porque também já foram marcados quatro pênaltis a favor do Santos, terceira maior marca do campeonato; a favor do Grêmio foi marcado um penal. + Veja a classificação e a artilharia do Brasileirão + O Cartola Feminino Petrobras começou. Escale seu time e dispute com amigos Essa é uma questão sensível na partida também porque o Grêmio é o segundo time que mais permitiu finalizações de adversários em contra-ataques (30), e o Santos é o segundo time que mais faz finalizações em contragolpes (28). O Santos é um especialista no assunto, o time com mais gols marcados assim (oito, sendo sete deles quando mandante). O Grêmio ainda não levou gol em contra-ataque em casa, mas já permitiu 13 dessas finalizações, quinta maior marca. O Santos é o segundo visitante com mais finalizações em contragolpes (15), com um gol. Historicamente, o Grêmio é muito dominante nesse confronto quando mandante pela Série A. Foram nove vitórias gremistas, sete empates e apenas duas vitórias do Santos (2010 e 2019) em 18 confrontos desde 2006. Gato Mestre Desta vez, o Grêmio está com a sétima melhor campanha mandante (4 V, 2 E, 1 D, 67%), com o 11º ataque (11 gols, média 1,57) e a sexta melhor defesa caseira (seis gols sofridos, 0,86). Não sofreu gol em três dos sete jogos em casa (43%), terceiro melhor desempenho defensivo caseiro, e não fez gol em duas dessas partidas, terceira pior marca ofensiva. A equipe gaúcha está com a nona produtividade mandante, com média de 14,4 finalizações por partida, e a 12ª eficiência, um gol a cada 10,1 tentativas. O Santos está com a terceira menor resistência defensiva visitante, um gol sofrido a cada 7,1 conclusões contrárias, com média de 14,3 finalizações sofridas por jogo, sexta pior marca, um potencial para dois gols do Grêmio. O Santos ainda não venceu como visitante neste Brasileirão (0 V, 4 E, 3 D, 19%), 14ª campanha forasteira, com o sexto melhor ataque (nove gols, média 1,29) e a segunda pior defesa (14 gols sofridos, 2,00). Só não sofreu gol em um dos sete jogos fora (14%), oitava marca, e não fez gol em um, quinto melhor desempenho ofensivo visitante. A equipe paulista tem a quarta maior produtividade ofensiva forasteira, com média de 13,3 finalizações por jogo, com a sétima eficiência visitante, um gol a cada 10,3 tentativas. O Grêmio está com a quinta maior resistência defensiva mandante, um gol sofrido a cada 14,3 conclusões contrárias, com média de 12,3 finalizações sofridas por partida, 14ª marca. Os dois times têm sido muito mais efetivos no ataque trocando passes rasteiros, o Grêmio com sete dos últimos dez gols marcados assim, e o Santos com oito dos últimos dez gols conquistados em trocas de passes. O Grêmio sofreu dessa forma seis dos últimos dez gols. O Santos tem encontrado mais problemas para neutralizar jogadas aéreas, com seis dos últimos dez gols sofridos após o adversário levantar a bola. Conheça a análise dos outros jogos da rodada clicando nos links abaixo. Sábado 17h São Paulo x Botafogo Vitória x Internacional 19h Mirassol x Fluminense Grêmio x Santos 21h Flamengo x Palmeiras Domingo 16h Cruzeiro x Chapecoense Remo x Athletico-PR 18h30 Corinthians x Atlético-MG 20h30 Vasco x Bragantino Segunda-feira 20h Coritiba x Bahia Saiba como funciona o cálculo por trás do percentual de chances da Série A *As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Matheus Guimarães, Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.
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