Bahia 3 x 2 Internacional | Melhores momentos | 25ª rodada | Brasileirão 2026 O Bahia de Rogério Ceni confirmou o bom momento na temporada ao vencer o Internacional de virada, neste domingo, por 3 a 2, com dois gols do decisivo Erick Pulga e um de Erick (Alan Patrick e Vitinho descontaram). A partida, válida pela 25ª rodada do Brasileirão, foi disputada na Casa de Apostas Arena Fonte Nova [assista aos melhores momentos no vídeo acima]. Siga o ge Bahia nos Canais do WhatsApp Rogério Ceni, do Bahia Rafael Rodrigues/EC Bahia Em entrevista coletiva após o jogo, o técnico ressaltou os pontos positivos do Bahia na partida, que construiu uma boa virada ainda no primeiro tempo. - Eles perderam uma chance no lance seguinte ao gol. Eles poderiam ter feito o terceiro, mas a gente também poderia ter feito o quarto. Há uma série de possibilidades para os dois lados. A gente construiu o 3 a 1 e teve força mental para virar o jogo saindo atrás com 16 minutos. Em 30 minutos a gente virou um jogo para 3 a 1. Isso demonstra força mental. Futebol é isso, são chances para você e contra. Acho que perdemos mais chances que o Inter. Pulga cabeceia uma bola muito perto do gol. O time cria, tem volume, chega. Quando a gente vai cansando, depois de criar tanto, é natural… se você não matar o jogo, dá chances ao adversário. O Inter precisava muito vencer hoje, tem bons jogadores, na minha opinião é um bom time - explicou. Ceni também destacou a importância dos atacantes para o resultado. Para além dos dois gols marcados por Erick Pulga, Alejo Veliz participou da segunda bola na rede com assistência, e Kike Olivera do terceiro, com finalização que gerou rebote. - Eles são os mais intensos. Os três da frente são os mais intensos. Kike jogou mais contra o Vitória do que hoje, mas é um jogador que pressiona o goleiro o tempo todo. Hoje errou alguns cruzamentos, mas é um cara que se entrega. Então é muito importante a presença deles. Pulga, Kike e Alejo estão em alta rotação. Precisamos fazer Ademir recuperar isso agora que está voltando de lesão, fazer Ruan Pablo entender. Se você pressionar o adversário tem mais chances para ganhar uma segunda bola e se manter no campo de ataque - disse o técnico. + Veja mais notícias sobre o Bahia + Veja a tabela completa do Brasileirão Erick Pulga em Bahia x Internacional Rafael Rodrigues/EC Bahia Rogério Ceni também explicou que as trocas de ataques com o Internacional, principalmente no segundo tempo, foram perigosas para o Bahia. Ele ainda lembrou da ansiedade dos jogadores nos jogos em casa. - O lance do segundo gol do Inter começa com um jogada nossa lá no ataque. A gente tinha quatro jogadores na segunda trave, mas a escolha é por fazer uma tabela. Dali o Inter sofre uma falta, cobra rápido e faz o gol. Começa com uma escolha errada. Mas fizemos três gols no jogo. O Pulga, que é um ponta, fez dois. Muito tempo que um ponta nosso não faz dois gols. Então tem essas situações das decisões, acho que também ficamos muito ansiosos, o torcedor gosta desse jogo de transição, mas ele não nos faz bem. Às vezes a gente não consegue, jogando em casa, fazer isso o tempo todo. Eu noto que os jogadores se sentem ansiosos aqui, eles não conseguem se soltar. Eles querem agradar ao torcedor e deixam de fazer a jogada certa para acelerar. A gente não tem um time para fazer esse tipo de jogo, não é saudável entrar nesse ritmo - disse Ceni. O Bahia de Ceni agora vai enfrentar o Bragantino para defender sua posição na zona de Libertadores. O Tricolor entra em campo no próximo sábado, no Cícero de Souza Marques. A partida abre a 26ª rodada do Campeonato Brasileiro e está marcada para as 16h (horário de Brasília). 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Veja outros trechos da entrevista coletiva de Rogério Ceni: O jogo - O futebol brasileiro é muito parecido, o Vasco ganhou do Cruzeiro. Não dá para vender uma história pela pontuação, tem a tradição, conta muito a camisa. O futebol está muito parelho, muito parecido. Acho que poderíamos ter feito o gol mais cedo, mas o confronto foi equilibrado, como eu esperava que fosse. Eles têm muita velocidade na frente, um meio de campo de muita qualidade técnica. Acho que os times hoje no Brasil se equivalem, com exceção de dois ou três lá na frente. - O jogo foi equilibrado, como era esperado que fosse. Não vejo uma equipe que se destaque, hoje o Mirassol empatou com o Palmeiras. Não podemos comprar essa onda da tabela de classificação. É muito simplista isso. O problema se resolve no campo de jogo, lutando palmo a palmo, como foi contra o Vitória e como foi hoje. Pressão na saída de bola - O Inter teve boas ações, é um time que constrói bem, ataca muito rápido. Acho que nossa ansiedade para fazer os gols atrapalha. A gente acaba indo com muita gente ao ataque e cede espaços. Fizemos três gols e temos que destacar isso, a entrega também não faltou, mas hoje não conseguimos pressionar também bem quanto no jogo contra o Vitória. Hoje o adversário tinha mais velocidade para a transição, então nós sofremos um pouco mais. Invencibilidade - Nós vamos lutar pelo melhor que podemos. Quero chegar o mais alto possível, mas é um campeonato difícil. Cruzeiro com 39, Bragantino com 36, Atlético-MG com 37, Coritiba está perto. É muito pouca a diferença, muito pequena. Você briga pelo quarto lugar com ameaça com sétimo chegando. É tudo muito parelho. E repito, tivemos Kauê com 17 anos contra a Chapecoense, hoje entrou Ruan Pablo com 18 anos. São jogadores jovens entrando, não são jogadores prontos. Tranquilizar os jogadores - Jogador tranquilo é o que joga. Quem não joga nunca está tranquilo. Acho que Roman vai melhor passando do que construindo, mas ele dentro do nosso modelo de jogo teve que se adaptar. Ele teve paciência, está em uma sequência de oito jogos. Fez jogos bons, alguns errou um pouco mais. Sempre falei que ele teria oportunidades com a gente. É um jogador do nosso grupo e vai seguir tendo mais oportunidades. Meio-campistas artilheiros - Eu entendo que isso só traz benefícios. Todos os clubes que a gente trabalhou os meio-campistas pisam na área, é uma característica nossa. Jean Lucas e Erick pisam muito na área. Contra o Vitória Erick puxa o zagueiro, e o gol só existe por causa disso. Essa característica é o que a gente pede, atacar o espaço. Trabalhamos muito isso, que é um bônus muito grande para os meias. Isso só valoriza eles, e não atrapalha em nada os atacantes. O que importa é ganhar o jogo, independente de quem fez o gol. Hoje Alejo não fez gol e trabalhou muito bem. Volante com gol tem valor no mercado, e isso valoriza muito os nossos jogadores. Gols sofridos e demora para voltar do intervalo - Não tinha nem notado que a gente atrasa. Se a gente atrasa, temos que nos atentar a isso. Fico feliz de ver alguém que vê um cenário negativo até na volta do intervalo, enquanto a gente faz três gols. Mas acho que é isso, cada um ressalta o que é importante. Se você volta do intervalo com 14 ou 17 minutos não muda nada dentro de campo. A falta de atenção, sim, temos que ter durante todo o jogo. Mas a demora no vestiário é irrelevante. Vamos tentar melhorar nesse sentido. Virada de chave no Ba-Vi - Se foi um fechamento, foi antes do jogo contra o Vitória, fechar depois é mais fácil. Mas o time está há nove jogos sem perder. É um time que oscila como os outros, mas mesmo assim volta para o segundo semestre e ainda não encontrou a derrota. O Ba-Vi foi muito motivador, e o que temos que tentar fazer é manter isso, mas isso também é um desafio no futebol. Perdemos pouco esse ano, só cinco partidas. O time está sempre lutando. Roman Gomez - O Marcos Victor treina nesta função com a gente. Roman tem como característica essa ofensividade, ele faz ultrapassagem. Marcos Victor tem boa construção, entrou bem hoje. É uma pergunta que eu me faço todos os dias também. Acho uma ideia muito interessante, principalmente fora de casa, jogos que não precisa de tanto apoio para chegar na frente. O Roman precisava de sequência, estamos analisando, é uma dúvida que temos todos os jogos.
Ceni destaca força mental do Bahia para virar sobre o Inter e elogia trio de ataque: "São os mais intensos"
Bahia 3 x 2 Internacional | Melhores momentos | 25ª rodada | Brasileirão 2026 O Bahia de Rogério Ceni confirmou o bom momento na temporada ao vencer o Internacional de virada, neste domingo, por 3 a 2, com dois gols do decisivo Erick Pulga e um de Erick (Alan Patrick e Vitinho descontaram). A partida, válida pela 25ª rodada do Brasileirão, foi disputada na Casa de Apostas Arena Fonte Nova [assista aos melhores momentos no vídeo acima]. Siga o ge Bahia nos Canais do WhatsApp Rogério Ceni, do Bahia Rafael Rodrigues/EC Bahia Em entrevista coletiva após o jogo, o técnico ressaltou os pontos positivos do Bahia na partida, que construiu uma boa virada ainda no primeiro tempo. - Eles perderam uma chance no lance seguinte ao gol. Eles poderiam ter feito o terceiro, mas a gente também poderia ter feito o quarto. Há uma série de possibilidades para os dois lados. A gente construiu o 3 a 1 e teve força mental para virar o jogo saindo atrás com 16 minutos. Em 30 minutos a gente virou um jogo para 3 a 1. Isso demonstra força mental. Futebol é isso, são chances para você e contra. Acho que perdemos mais chances que o Inter. Pulga cabeceia uma bola muito perto do gol. O time cria, tem volume, chega. Quando a gente vai cansando, depois de criar tanto, é natural… se você não matar o jogo, dá chances ao adversário. O Inter precisava muito vencer hoje, tem bons jogadores, na minha opinião é um bom time - explicou. Ceni também destacou a importância dos atacantes para o resultado. Para além dos dois gols marcados por Erick Pulga, Alejo Veliz participou da segunda bola na rede com assistência, e Kike Olivera do terceiro, com finalização que gerou rebote. - Eles são os mais intensos. Os três da frente são os mais intensos. Kike jogou mais contra o Vitória do que hoje, mas é um jogador que pressiona o goleiro o tempo todo. Hoje errou alguns cruzamentos, mas é um cara que se entrega. Então é muito importante a presença deles. Pulga, Kike e Alejo estão em alta rotação. Precisamos fazer Ademir recuperar isso agora que está voltando de lesão, fazer Ruan Pablo entender. Se você pressionar o adversário tem mais chances para ganhar uma segunda bola e se manter no campo de ataque - disse o técnico. + Veja mais notícias sobre o Bahia + Veja a tabela completa do Brasileirão Erick Pulga em Bahia x Internacional Rafael Rodrigues/EC Bahia Rogério Ceni também explicou que as trocas de ataques com o Internacional, principalmente no segundo tempo, foram perigosas para o Bahia. Ele ainda lembrou da ansiedade dos jogadores nos jogos em casa. - O lance do segundo gol do Inter começa com um jogada nossa lá no ataque. A gente tinha quatro jogadores na segunda trave, mas a escolha é por fazer uma tabela. Dali o Inter sofre uma falta, cobra rápido e faz o gol. Começa com uma escolha errada. Mas fizemos três gols no jogo. O Pulga, que é um ponta, fez dois. Muito tempo que um ponta nosso não faz dois gols. Então tem essas situações das decisões, acho que também ficamos muito ansiosos, o torcedor gosta desse jogo de transição, mas ele não nos faz bem. Às vezes a gente não consegue, jogando em casa, fazer isso o tempo todo. Eu noto que os jogadores se sentem ansiosos aqui, eles não conseguem se soltar. Eles querem agradar ao torcedor e deixam de fazer a jogada certa para acelerar. A gente não tem um time para fazer esse tipo de jogo, não é saudável entrar nesse ritmo - disse Ceni. O Bahia de Ceni agora vai enfrentar o Bragantino para defender sua posição na zona de Libertadores. O Tricolor entra em campo no próximo sábado, no Cícero de Souza Marques. A partida abre a 26ª rodada do Campeonato Brasileiro e está marcada para as 16h (horário de Brasília). 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Veja outros trechos da entrevista coletiva de Rogério Ceni: O jogo - O futebol brasileiro é muito parecido, o Vasco ganhou do Cruzeiro. Não dá para vender uma história pela pontuação, tem a tradição, conta muito a camisa. O futebol está muito parelho, muito parecido. Acho que poderíamos ter feito o gol mais cedo, mas o confronto foi equilibrado, como eu esperava que fosse. Eles têm muita velocidade na frente, um meio de campo de muita qualidade técnica. Acho que os times hoje no Brasil se equivalem, com exceção de dois ou três lá na frente. - O jogo foi equilibrado, como era esperado que fosse. Não vejo uma equipe que se destaque, hoje o Mirassol empatou com o Palmeiras. Não podemos comprar essa onda da tabela de classificação. É muito simplista isso. O problema se resolve no campo de jogo, lutando palmo a palmo, como foi contra o Vitória e como foi hoje. Pressão na saída de bola - O Inter teve boas ações, é um time que constrói bem, ataca muito rápido. Acho que nossa ansiedade para fazer os gols atrapalha. A gente acaba indo com muita gente ao ataque e cede espaços. Fizemos três gols e temos que destacar isso, a entrega também não faltou, mas hoje não conseguimos pressionar também bem quanto no jogo contra o Vitória. Hoje o adversário tinha mais velocidade para a transição, então nós sofremos um pouco mais. Invencibilidade - Nós vamos lutar pelo melhor que podemos. Quero chegar o mais alto possível, mas é um campeonato difícil. Cruzeiro com 39, Bragantino com 36, Atlético-MG com 37, Coritiba está perto. É muito pouca a diferença, muito pequena. Você briga pelo quarto lugar com ameaça com sétimo chegando. É tudo muito parelho. E repito, tivemos Kauê com 17 anos contra a Chapecoense, hoje entrou Ruan Pablo com 18 anos. São jogadores jovens entrando, não são jogadores prontos. Tranquilizar os jogadores - Jogador tranquilo é o que joga. Quem não joga nunca está tranquilo. Acho que Roman vai melhor passando do que construindo, mas ele dentro do nosso modelo de jogo teve que se adaptar. Ele teve paciência, está em uma sequência de oito jogos. Fez jogos bons, alguns errou um pouco mais. Sempre falei que ele teria oportunidades com a gente. É um jogador do nosso grupo e vai seguir tendo mais oportunidades. Meio-campistas artilheiros - Eu entendo que isso só traz benefícios. Todos os clubes que a gente trabalhou os meio-campistas pisam na área, é uma característica nossa. Jean Lucas e Erick pisam muito na área. Contra o Vitória Erick puxa o zagueiro, e o gol só existe por causa disso. Essa característica é o que a gente pede, atacar o espaço. Trabalhamos muito isso, que é um bônus muito grande para os meias. Isso só valoriza eles, e não atrapalha em nada os atacantes. O que importa é ganhar o jogo, independente de quem fez o gol. Hoje Alejo não fez gol e trabalhou muito bem. Volante com gol tem valor no mercado, e isso valoriza muito os nossos jogadores. Gols sofridos e demora para voltar do intervalo - Não tinha nem notado que a gente atrasa. Se a gente atrasa, temos que nos atentar a isso. Fico feliz de ver alguém que vê um cenário negativo até na volta do intervalo, enquanto a gente faz três gols. Mas acho que é isso, cada um ressalta o que é importante. Se você volta do intervalo com 14 ou 17 minutos não muda nada dentro de campo. A falta de atenção, sim, temos que ter durante todo o jogo. Mas a demora no vestiário é irrelevante. Vamos tentar melhorar nesse sentido. Virada de chave no Ba-Vi - Se foi um fechamento, foi antes do jogo contra o Vitória, fechar depois é mais fácil. Mas o time está há nove jogos sem perder. É um time que oscila como os outros, mas mesmo assim volta para o segundo semestre e ainda não encontrou a derrota. O Ba-Vi foi muito motivador, e o que temos que tentar fazer é manter isso, mas isso também é um desafio no futebol. Perdemos pouco esse ano, só cinco partidas. O time está sempre lutando. Roman Gomez - O Marcos Victor treina nesta função com a gente. Roman tem como característica essa ofensividade, ele faz ultrapassagem. Marcos Victor tem boa construção, entrou bem hoje. É uma pergunta que eu me faço todos os dias também. Acho uma ideia muito interessante, principalmente fora de casa, jogos que não precisa de tanto apoio para chegar na frente. O Roman precisava de sequência, estamos analisando, é uma dúvida que temos todos os jogos.
