Na segunda semifinal, que aconteceu no Wiener Stadthalle, competiram também Azerbaijão, Luxemburgo, Arménia, Suíça e Letónia, que ficaram pelo caminho.

A final está marcada para sábado e estarão em competição 25 países.

Bulgária (com a canção "Bangaranga", interpretada por Dara), Ucrânia ("Ridnym"/ Leléka), Noruega ("Ya ya ya"/Jonas Lovv), Austrália ("Eclipse"/Delta Goodrem), Roménia ("Choke Me"/ Alexandra Capitanescu), Malta ("Bella"/Aidan), Chipre ("Jalla"/Antigoni), Albânia ("Nân"/Alis), Dinamarca ("Før vi går hjem"/ Søren Torpegaard Lund) e República Checa ("Crossroads"/ Daniel Zizka) foram escolhidos hoje.

Na primeira semifinal, na terça-feira, já tinham sido apurados para a final, marcada da para sábado: Grécia ("Ferto"/Akylas), Finlândia ("Liekinheitin"/Linda Lampenius & Pete Parkkonen), Bélgica ("Dancing on the ice"/Essyla), Suécia ("My System"/Felicia), Moldávia ("Viva, Moldova"/Satoshi), Israel ("Michelle"/Noam Betten), Sérvia ("Kraj mene"/Lavina), Croácia ("Andromeda"/Lelek), Lituânia ("Sólo quiero más"/Lion Ceccah) e Polónia ("Pray"/Alicja).

A estes 20 países, juntam-se cinco com entrada direta na final: Itália ("Per sempre sì"/Sal Davinci), Alemanha ("Fire"/Sarah Engels), França ("Regarde!"/Monroe) e Reino Unido ("Eins, Zwei, Drei"/Look Mum No Computer) - do chamado grupo dos `Big5` - e Áustria ("Tanzschein"/Cosmó), país anfitrião da edição deste ano.

Embora apenas 25 países estejam na final, este ano foram 35 os países em competição no Festival Eurovisão da Canção após desistências de Espanha (um dos países do grupo dos `Big5`), Irlanda, Países Baixos, Eslovénia e Islândia - devido à participação de Israel no concurso - e regressos à competição da Bulgária, da Roménia e da Moldávia, ao fim de três, dois e um ano de ausência, respetivamente.Este ano, Portugal esteve em competição na primeira semifinal, representado pelos Bandidos do Cante, com a canção "Rosa", mas falhou a passagem à final, algo que já tinha acontecido cinco vezes - 2011, 2012, 2014, 2015 e 2019 - desde que foram instituídas em 2008 as duas semifinais, para apurar os países em competição na final.

Os boicotes devem-se aos ataques militares de Israel no território palestiniano da Faixa de Gaza, desde outubro de 2023, que mataram pelo menos 72 mil pessoas e foram classificados como genocídio por uma comissão internacional independente de investigação da Organização das Nações Unidas.

O Festival Eurovisão da Canção realiza-se anualmente desde 1956 e já houve países excluídos, caso da Bielorrússia, em 2021, após a reeleição do Presidente Aleksandr Lukashenko, e da Rússia, em 2022, após a invasão da Ucrânia.

Israel foi o primeiro país não europeu a poder participar, em 1973, e ganhou quatro vezes.

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