Marquinhos comentou sobre a chegada dos jogadores mais novos na seleção Mais do que descobrir novos talentos, consolidar uma base experiente, mas rejuvenescida para a Copa de 2030. Esse é o desejo de Carlo Ancelotti no pontapé inicial do ciclo, que acontece nesta sexta-feira, às 7h (de Brasília), diante da Austrália, em Townsville. Eric Faria comenta sobre o momento da Seleção Brasileira: "Sete anos sem arrumar nada" Se a renovação é o que mais chamou a atenção em um primeiro momento após a participação decepcionante no Mundial de 2026, o que se verá em campo diante dos australianos será um Brasil com poucas caras novas e uma espinha dorsal bem definida. Fruto de uma convocação que priorizou o equilíbrio, sem medidas radicais ou caça às bruxas. Carlo Ancelotti em treino da seleção brasileira Rafael Ribeiro/CBF O treinador italiano fez uma lista com nove nomes que disputaram a Copa do Mundo, nove estreantes e outros oito que chegaram a disputar uma vaga no Mundial e bateram na trave. De quebra, a CBF toca em paralelo o Projeto Los Angeles-2028, com dez jovens com idade olímpica. O planejamento, por sua vez, prevê uma maior rotatividade nas caras novas, mas sempre com o alicerce de peças com histórico de convocações e Copas do Mundo. É o que vai acontecer já contra a Austrália. Seleção Brasileira faz primeiro treino com o grupo completo na Austrália Raio-x da convocação Estiveram na Copa (9): Marquinhos, Gabriel Magalhães, Douglas Santos, Danilo, Bruno Guimarães, Raphinha, Rayan, Endrick e Vini Júnior. Fora da Copa com convocações (8): Hugo Souza, Vanderson, Andrey Santos, Estevão, Pedro, Samuel Lino, Douglas Luiz e Vitor Reis. Estreantes (9): Pedro Morisco, Otávio, Matheuzinho, Jair, Arthur Dias, Mauro Júnior, Martinelli, Gabriel Bontempo e Breno Bidon. Jogadores com idade olímpica (10): Pedro Morisco, Otávio, Arthur Dias, Jair, Vitor Reis, Breno Bidon, Gabriel Bontempo, Rayan, Endrick e Estevão. O time titular de Ancelotti terá sete remanescentes da Copa - e só não são oito porque Gabriel Magalhães será preservado por conta de desgaste. Sinal claro de que Carleto dará ritmo e sequência para aquela que trata como espinha dorsal já visando a Copa América de 2028. Vini e Estevão na Seleção Divulgação Marquinhos, Douglas Santos, Danilo, Bruno Guimarães, Raphinha, Endrick e Vini Júnior terão a companhia de Hugo Souza, que disputou até o fim uma vaga na Copa, e Estevão, ausente da lista final por lesão. Matheuzinho e Vitor Reis são os novatos com oportunidade desta vez, até pelo cansaço apresentado por Gabriel Magalhães e Vanderson após a longa viagem até a Oceania. — Não é que começamos um novo trabalho. Continuamos o trabalho feito até um ano, tentando melhorar. O grupo é bom, temos jovens de qualidade - deixou claro Ancelotti. A reformulação passa mais pelo fim de ciclos de expoentes geracionais, como Neymar, Casemiro, Danilo, Alex Sandro, Ederson e Fabinho, do que um desmanche do que foi construído em um ano de trabalho. É mais fácil o torcedor se acostumar com um time titular mais bem definido e decorado daqui em diante do que trocas constantes. Raphinha bate pênaltis no treino da Seleção Brasileira Para a Copa América, por exemplo, a programação da comissão técnica é ter Alisson de volta como titular no gol. Wesley e João Pedro, cortados desta Super Data FIFA por lesão, também têm prestígio com o treinador. Nomes que já encorpam uma relação com poucas brechas para grandes surpresas. - Podemos dar oportunidades para alguns, mas temos uma base e temos que seguir com esta base. São jogadores que estiveram na Copa e podem ajudar no desenvolvimento dos jovens. Ausentes dos jogos contra Austrália e Índia, peças como Lucas Paquetá e Matheus Cunha também figuram no radar para competições como Eliminatórias e Copa América, como já revelou Carleto. Para os amistosos de novembro, março e junho, porém, o desejo é seguir observando de perto jovens talentos. O ciclo para 2030 ainda nem começou, mas já dá sinais. Mais do que renovar, Carlo Ancelotti quer consolidar o que entende ter como espinha dorsal da Seleção. E este trabalho já começa nesta sexta, diante da Austrália.
Renovação da Seleção tem base definida para 2030 e equilíbrio entre novatos e “veteranos”; veja raio-x
Marquinhos comentou sobre a chegada dos jogadores mais novos na seleção Mais do que descobrir novos talentos, consolidar uma base experiente, mas rejuvenescida para a Copa de 2030. Esse é o desejo de Carlo Ancelotti no pontapé inicial do ciclo, que acontece nesta sexta-feira, às 7h (de Brasília), diante da Austrália, em Townsville. Eric Faria comenta sobre o momento da Seleção Brasileira: "Sete anos sem arrumar nada" Se a renovação é o que mais chamou a atenção em um primeiro momento após a participação decepcionante no Mundial de 2026, o que se verá em campo diante dos australianos será um Brasil com poucas caras novas e uma espinha dorsal bem definida. Fruto de uma convocação que priorizou o equilíbrio, sem medidas radicais ou caça às bruxas. Carlo Ancelotti em treino da seleção brasileira Rafael Ribeiro/CBF O treinador italiano fez uma lista com nove nomes que disputaram a Copa do Mundo, nove estreantes e outros oito que chegaram a disputar uma vaga no Mundial e bateram na trave. De quebra, a CBF toca em paralelo o Projeto Los Angeles-2028, com dez jovens com idade olímpica. O planejamento, por sua vez, prevê uma maior rotatividade nas caras novas, mas sempre com o alicerce de peças com histórico de convocações e Copas do Mundo. É o que vai acontecer já contra a Austrália. Seleção Brasileira faz primeiro treino com o grupo completo na Austrália Raio-x da convocação Estiveram na Copa (9): Marquinhos, Gabriel Magalhães, Douglas Santos, Danilo, Bruno Guimarães, Raphinha, Rayan, Endrick e Vini Júnior. Fora da Copa com convocações (8): Hugo Souza, Vanderson, Andrey Santos, Estevão, Pedro, Samuel Lino, Douglas Luiz e Vitor Reis. Estreantes (9): Pedro Morisco, Otávio, Matheuzinho, Jair, Arthur Dias, Mauro Júnior, Martinelli, Gabriel Bontempo e Breno Bidon. Jogadores com idade olímpica (10): Pedro Morisco, Otávio, Arthur Dias, Jair, Vitor Reis, Breno Bidon, Gabriel Bontempo, Rayan, Endrick e Estevão. O time titular de Ancelotti terá sete remanescentes da Copa - e só não são oito porque Gabriel Magalhães será preservado por conta de desgaste. Sinal claro de que Carleto dará ritmo e sequência para aquela que trata como espinha dorsal já visando a Copa América de 2028. Vini e Estevão na Seleção Divulgação Marquinhos, Douglas Santos, Danilo, Bruno Guimarães, Raphinha, Endrick e Vini Júnior terão a companhia de Hugo Souza, que disputou até o fim uma vaga na Copa, e Estevão, ausente da lista final por lesão. Matheuzinho e Vitor Reis são os novatos com oportunidade desta vez, até pelo cansaço apresentado por Gabriel Magalhães e Vanderson após a longa viagem até a Oceania. — Não é que começamos um novo trabalho. Continuamos o trabalho feito até um ano, tentando melhorar. O grupo é bom, temos jovens de qualidade - deixou claro Ancelotti. A reformulação passa mais pelo fim de ciclos de expoentes geracionais, como Neymar, Casemiro, Danilo, Alex Sandro, Ederson e Fabinho, do que um desmanche do que foi construído em um ano de trabalho. É mais fácil o torcedor se acostumar com um time titular mais bem definido e decorado daqui em diante do que trocas constantes. Raphinha bate pênaltis no treino da Seleção Brasileira Para a Copa América, por exemplo, a programação da comissão técnica é ter Alisson de volta como titular no gol. Wesley e João Pedro, cortados desta Super Data FIFA por lesão, também têm prestígio com o treinador. Nomes que já encorpam uma relação com poucas brechas para grandes surpresas. - Podemos dar oportunidades para alguns, mas temos uma base e temos que seguir com esta base. São jogadores que estiveram na Copa e podem ajudar no desenvolvimento dos jovens. Ausentes dos jogos contra Austrália e Índia, peças como Lucas Paquetá e Matheus Cunha também figuram no radar para competições como Eliminatórias e Copa América, como já revelou Carleto. Para os amistosos de novembro, março e junho, porém, o desejo é seguir observando de perto jovens talentos. O ciclo para 2030 ainda nem começou, mas já dá sinais. Mais do que renovar, Carlo Ancelotti quer consolidar o que entende ter como espinha dorsal da Seleção. E este trabalho já começa nesta sexta, diante da Austrália.
