Greve dos operadores de telecomunicações de emergência não compromete o socorro, garante Sinfap
Os operadores de telecomunicações de emergência exigem a criação de uma carreira própria, mas garantem que o socorro às populações não fica em causa com a paragem deles porque os serviços mínimos estão garantidos.
Os operadores de telecomunicações de emergência exigem a criação de uma carreira própria, mas garantem que o socorro às populações não fica em causa com a paragem deles porque os serviços mínimos estão garantidos.
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