O Ministério das Finanças justifica o agravamento do peso da dívida sobre o PIB com “um largo montante de depósitos das Administrações Públicas” que foi “acumulado” para o “cumprimento do plano de amortizações do país”. E conserva, para já, a estimativa de redução para 2026 enviada a Bruxelas: 87,5 por cento.