Microsoft está "desistindo" de fazer sistemas operacionais e apps
A Microsoft afirmou que está passando por uma grande mudança na sua estratégia e que o futuro da computação não será mais focado em sistemas operacionais e aplicativos tradicionais. A empresa quer substituir esse modelo por agentes de inteligência artificial, que conseguem fazer tarefas para o usuário. O que são agentes de IA e o que eles podem fazer no seu celular? Qual é a diferença entre IA generativa e agentes de IA? A declaração foi feita durante o Microsoft Build 2026 pelo CEO Satya Nadella, que disse que a indústria está passando por uma “mudança de plataforma”. Segundo ele, a ideia é que os agentes de IA sejam a principal forma de usar a tecnologia, diminuindo a necessidade de abrir aplicativos e navegar por diferentes telas e menus. A Microsoft acredita que o uso de computadores e celulares vai ficar mais simples e automatizado. O usuário deixaria de abrir vários programas separadamente e interagiria com agentes inteligentes que entendem o contexto, as preferências e as tarefas, funcionando de forma integrada em diferentes dispositivos. - Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis. - O Projeto Solara é a base dessa visão. Ele está sendo desenvolvido em parceria com a Qualcomm e propõe uma arquitetura “do chip à nuvem”, conectando o processamento local dos dispositivos à infraestrutura de nuvem da Microsoft para sustentar esses agentes de IA de forma contínua e integrada. Apesar do otimismo da Microsoft e da Cristiano Amon, a novidade foi recebida com ceticismo por parte do público. Muitas pessoas temem perder o controle dos próprios computadores e a adoção de novos modelos de assinatura totalmente baseados na nuvem. Enquanto a Microsoft tenta se afastar do modelo tradicional de aplicativos, outras empresas, como a Apple, também seguem nessa direção. A expectativa é que futuras versões do sistema, como o iOS 27, tragam uma Siri mais avançada e novos recursos de agentes de inteligência artificial integrados ao sistema operacional. A Microsoft anunciou que quer substituir sistemas operacionais e aplicativos por agentes de IA. (Imagem: Angel Bena/Pexels) O que é o Projeto Solara? O Projeto Solara é a base da nova estratégia da Microsoft. Ele funciona como uma plataforma “do chip à nuvem”, que conecta dispositivos, processamento local e serviços de inteligência artificial em um único sistema. Ele está sendo desenvolvido em parceria com a Qualcomm, que fornece a tecnologia de chips e hardware, enquanto a Microsoft fica responsável pela camada de nuvem e pelos serviços de IA que sustentam a experiência. O Solara se apoia em três pilares principais: Integração entre hardware e nuvem para processamento mais eficiente; Uso de agentes de IA como interface principal no lugar de aplicativos tradicionais; Uma experiência contínua entre dispositivos. Esses agentes seriam capazes de entender o contexto do usuário, aprender preferências e executar tarefas de forma automatizada, reduzindo a dependência de sistemas operacionais e apps. Se você gostou do texto, talvez também se interesse em saber por que a IA em 2026 será a era dos 'agentes de execução'. Leia a matéria no Canaltech.
A Microsoft afirmou que está passando por uma grande mudança na sua estratégia e que o futuro da computação não será mais focado em sistemas operacionais e aplicativos tradicionais. A empresa quer substituir esse modelo por agentes de inteligência artificial, que conseguem fazer tarefas para o usuário. O que são agentes de IA e o que eles podem fazer no seu celular? Qual é a diferença entre IA generativa e agentes de IA? A declaração foi feita durante o Microsoft Build 2026 pelo CEO Satya Nadella, que disse que a indústria está passando por uma “mudança de plataforma”. Segundo ele, a ideia é que os agentes de IA sejam a principal forma de usar a tecnologia, diminuindo a necessidade de abrir aplicativos e navegar por diferentes telas e menus. A Microsoft acredita que o uso de computadores e celulares vai ficar mais simples e automatizado. O usuário deixaria de abrir vários programas separadamente e interagiria com agentes inteligentes que entendem o contexto, as preferências e as tarefas, funcionando de forma integrada em diferentes dispositivos. - Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis. - O Projeto Solara é a base dessa visão. Ele está sendo desenvolvido em parceria com a Qualcomm e propõe uma arquitetura “do chip à nuvem”, conectando o processamento local dos dispositivos à infraestrutura de nuvem da Microsoft para sustentar esses agentes de IA de forma contínua e integrada. Apesar do otimismo da Microsoft e da Cristiano Amon, a novidade foi recebida com ceticismo por parte do público. Muitas pessoas temem perder o controle dos próprios computadores e a adoção de novos modelos de assinatura totalmente baseados na nuvem. Enquanto a Microsoft tenta se afastar do modelo tradicional de aplicativos, outras empresas, como a Apple, também seguem nessa direção. A expectativa é que futuras versões do sistema, como o iOS 27, tragam uma Siri mais avançada e novos recursos de agentes de inteligência artificial integrados ao sistema operacional. A Microsoft anunciou que quer substituir sistemas operacionais e aplicativos por agentes de IA. (Imagem: Angel Bena/Pexels) O que é o Projeto Solara? O Projeto Solara é a base da nova estratégia da Microsoft. Ele funciona como uma plataforma “do chip à nuvem”, que conecta dispositivos, processamento local e serviços de inteligência artificial em um único sistema. Ele está sendo desenvolvido em parceria com a Qualcomm, que fornece a tecnologia de chips e hardware, enquanto a Microsoft fica responsável pela camada de nuvem e pelos serviços de IA que sustentam a experiência. O Solara se apoia em três pilares principais: Integração entre hardware e nuvem para processamento mais eficiente; Uso de agentes de IA como interface principal no lugar de aplicativos tradicionais; Uma experiência contínua entre dispositivos. Esses agentes seriam capazes de entender o contexto do usuário, aprender preferências e executar tarefas de forma automatizada, reduzindo a dependência de sistemas operacionais e apps. Se você gostou do texto, talvez também se interesse em saber por que a IA em 2026 será a era dos 'agentes de execução'. Leia a matéria no Canaltech.
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