Fim da Scaloneta? Técnico da Argentina tem futuro indefinido; entenda a situação
Lionel Scaloni fez questão de valorizar o grupo após a classificação para a final Lionel Scaloni já tem o nome cravado como um dos maiores treinadores da Argentina na história. Uma conquista que ninguém retira, independentemente do resultado da final da Copa do Mundo contra a Espanha, neste domingo, em Nova Jersey. Incerteza é sobre o futuro no cargo. Scaloni tem contrato com a seleção argentina até o fim do ano, mas com a possibilidade prevista, em vínculo, de sair após a Copa do Mundo 2026. Chegou ao Mundial, segundo a imprensa argentina, com um acordo de palavra para renovação até 2030, mas ainda sem o desfecho final. Na preparação para a Copa do Mundo e durante o Mundial, Scaloni disse que não falaria da sua situação e que estava focado nos jogos. Após este domingo, o seu futuro passará a ser discutido em uma Argentina pós-Messi muito provavelmente. Como a Argentina evitou que Messi fosse captado para jogar pela Espanha Lionel Scaloni foi abraçado por diversos jornalistas argentinos Da turbulência aos títulos Scaloni tirou a Argentina da turbulenta passagem de Jorge Sampaoli, de quem era auxiliar e encerrada com a eliminação na Copa de 2018, nas oitavas de final, para a França. De um desconhecido para o grande público a um treinador que tirou o país do longo jejum sem títulos a um período de glória. Aos 48 anos, Scaloni está perto de chegar a oito anos no cargo, com absoluto sucesso: 81 vitórias e quatro títulos conquistados. Sob o seu comando, a Argentina conquistou a Copa América de 2021, vencendo o Brasil na decisão, no Maracanã, primeiro título da seleção principal da Argentina em 28 anos. No ano seguinte, além de ganhar a Finalíssima sobre a Itália, em junho, a Argentina levou a Copa do Mundo do Catar, encerrando 36 anos de espera pelo tricampeonato mundial. Em 2024, voltou a conquistar a Copa América, nos Estados Unidos. Marcas históricas Contra Cabo Verde, Lionel Scaloni atingiu outra marca histórica. Virou o segundo treinador a alcançar 100 jogos à frente da seleção argentina. Somente Guillermo Stábile, vice-campeão mundial e artilheiro da primeira Copa do Mundo, em 1930, com oito gols, tem mais. Comandou a Argentina em 125 partidas, em duas passagens. A primeira durou incríveis 19 anos, 1939 a 1958, com 115 jogos e 77 vitórias. Em 1960 comandou dez partidas, com seis triunfos. Lionel Scaloni levou a seleção da Argentina ao título da Copa do Mundo de 2022 Getty Images Além de recordista de jogos, Stábile supera Scaloni em número de títulos: seis Campeonatos Sul-Americanos (antiga Copa América), em 1941, 1945, 1946, 1947, 1955 e 1957, duas medalhas de ouro nos Jogos Pan-Americanos (1951 e 1955) e o extinto Campeonato Pan-Americano, em 1960. Outro treinador, também campeão mundial, supera Scaloni em tempo no cargo: César Luís Menotti (do título na Copa de 1978) ficou nove anos no comando da equipe, com 81 jogos e 43 vitórias entre 1974 e 1983.
Lionel Scaloni fez questão de valorizar o grupo após a classificação para a final Lionel Scaloni já tem o nome cravado como um dos maiores treinadores da Argentina na história. Uma conquista que ninguém retira, independentemente do resultado da final da Copa do Mundo contra a Espanha, neste domingo, em Nova Jersey. Incerteza é sobre o futuro no cargo. Scaloni tem contrato com a seleção argentina até o fim do ano, mas com a possibilidade prevista, em vínculo, de sair após a Copa do Mundo 2026. Chegou ao Mundial, segundo a imprensa argentina, com um acordo de palavra para renovação até 2030, mas ainda sem o desfecho final. Na preparação para a Copa do Mundo e durante o Mundial, Scaloni disse que não falaria da sua situação e que estava focado nos jogos. Após este domingo, o seu futuro passará a ser discutido em uma Argentina pós-Messi muito provavelmente. Como a Argentina evitou que Messi fosse captado para jogar pela Espanha Lionel Scaloni foi abraçado por diversos jornalistas argentinos Da turbulência aos títulos Scaloni tirou a Argentina da turbulenta passagem de Jorge Sampaoli, de quem era auxiliar e encerrada com a eliminação na Copa de 2018, nas oitavas de final, para a França. De um desconhecido para o grande público a um treinador que tirou o país do longo jejum sem títulos a um período de glória. Aos 48 anos, Scaloni está perto de chegar a oito anos no cargo, com absoluto sucesso: 81 vitórias e quatro títulos conquistados. Sob o seu comando, a Argentina conquistou a Copa América de 2021, vencendo o Brasil na decisão, no Maracanã, primeiro título da seleção principal da Argentina em 28 anos. No ano seguinte, além de ganhar a Finalíssima sobre a Itália, em junho, a Argentina levou a Copa do Mundo do Catar, encerrando 36 anos de espera pelo tricampeonato mundial. Em 2024, voltou a conquistar a Copa América, nos Estados Unidos. Marcas históricas Contra Cabo Verde, Lionel Scaloni atingiu outra marca histórica. Virou o segundo treinador a alcançar 100 jogos à frente da seleção argentina. Somente Guillermo Stábile, vice-campeão mundial e artilheiro da primeira Copa do Mundo, em 1930, com oito gols, tem mais. Comandou a Argentina em 125 partidas, em duas passagens. A primeira durou incríveis 19 anos, 1939 a 1958, com 115 jogos e 77 vitórias. Em 1960 comandou dez partidas, com seis triunfos. Lionel Scaloni levou a seleção da Argentina ao título da Copa do Mundo de 2022 Getty Images Além de recordista de jogos, Stábile supera Scaloni em número de títulos: seis Campeonatos Sul-Americanos (antiga Copa América), em 1941, 1945, 1946, 1947, 1955 e 1957, duas medalhas de ouro nos Jogos Pan-Americanos (1951 e 1955) e o extinto Campeonato Pan-Americano, em 1960. Outro treinador, também campeão mundial, supera Scaloni em tempo no cargo: César Luís Menotti (do título na Copa de 1978) ficou nove anos no comando da equipe, com 81 jogos e 43 vitórias entre 1974 e 1983.
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