Quem tem um carro na garagem sente no bolso os efeitos da disparada nos custos de manutenção veicular. Em resposta, os brasileiros substituindo seus carros por veículos autopropelidos, como as bicicletas elétricas — é o que indicam dados da Abraciclo, que registrou um crescimento de 142,3% na produção das bikes elétricas em março. 5 motos que não precisam de CNH para pilotar Honda, Yamaha, Mobylette: quanto custariam motos antigas hoje, com a inflação? Hoje, os gastos mensais com carros superam facilmente os R$ 1.000, o que cria um cenário que permite trocar o automóvel particular por alternativas mais em conta — isso sem considerar a vantagem de dispensarem burocracias como IPVA, licenciamento e combustíveis fósseis. Para David Peterle, CEO da fabricante StreetGo, acredita que o consumidor vem calculando melhor os custos que os carros geram. “O autopropelido surge como uma alternativa viável, com menor custo operaconal e mais previsiblidade no dia a dia”, explicou. - Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis. - Custo das bicicletas elétricas De fato, o investimento para a bicicleta elétrica é alto. Por outro lado, é preciso lembrar também que o carro demanda uma cadeia contínua de despesas, que inclui desde as revisões, seguros elevados e até estacionamento, enquanto o autopropelido concentra o investimento na compra. As e-bikes vêm se mostrando alternativas sustentáveis e mais em conta (Imagem: AlkeMade/Pixabay) Se considerarmos o custo da recarga elétrica, o valor torna-se ínfimo se comparado aos gastos com gasolina, que podem ultrapassar R$ 800 mensais. Além disso, os proprietários dos carros precisam desembolsar todos os anos até 4% do valor do veículo para pagar o IPVA, bem como demais despesas fixas de manutenção. Já os autopropelidos são enquadrados na Resolução CONTRAN nº 996/2023, ou seja, ficam livres de tributos e emplacamento e nem exigem Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A redução de custos não é nada mau, não é? Se você ficou interessado e quer saber mais, vale a pena conferir o que muda nas regras para menores de idade usarem bicicletas elétricas em 2026. Leia a matéria no Canaltech.

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